Publicado em 19 de novembro de 2018 por

Anúncio foi feito nesta segunda-feira (19) pelo Ministro das Relações Exteriores alemão, Heiko Maas, no Twitter. Grã-Bretanha e França também aderiram à sanção.

Jamal Khashoggi, jornalista crítico ao governo da Arábia Saudita — Foto: Mohammed al-Shaikh/AFPJamal Khashoggi, jornalista crítico ao governo da Arábia Saudita — Foto: Mohammed al-Shaikh/AFP

A Alemanha impôs proibições de viagem a 18 sauditas suspeitos de envolvimento no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. As sanções foram impostas em conjunto com a Grã-Bretanha e a França, de acordo com anúncio feito nesta segunda (19) pelo Ministro das Relações Exteriores alemão, Heiko Maas, em sua conta no Twitter.

“No caso Khashoggi, ainda temos mais perguntas do que respostas. Tomamos uma decisão coordenada com a França e a Grã-Bretanha. A Alemanha iniciou procedimentos para impor proibições de entrada a 18 cidadãos sauditas possivelmente ligados ao crime”, diz o tuíte.

De acordo com a agência de notícias Reuters, uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país afirmou que não poderia nomear os indivíduos, por causa das leis de privacidade da Alemanha.

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Publicado em 19 de novembro de 2018 por

Segundo o Ministério Público paraguaio, o brasileiro matou uma jovem dentro da cela, no sábado (17), para evitar extradição; assista ao vídeo da chegada do traficante ao Brasil.

Marcelo Piloto foi entregue à polícia brasileira no aeroporto que fica do lado paraguaio da Usina de Itaipu, em seguida foi levado para a delegacia da PF em Foz do Iguaçu — Foto: Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai/DivulgaçãoMarcelo Piloto foi entregue à polícia brasileira no aeroporto que fica do lado paraguaio da Usina de Itaipu, em seguida foi levado para a delegacia da PF em Foz do Iguaçu — Foto: Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai/Divulgação

O narcotraficante Marcelo Fernando Pinheiro da Veiga, conhecido como Marcelo Piloto, que estava preso em Assunção, no Paraguai, foi entregue às autoridades brasileiras nesta segunda-feira (19) após ser expulso do país vizinho.

A aeronave chegou ao aeroporto que fica do lado paraguaio da Usina de Itaipu antes das 7h e em seguida Marcelo Piloto foi levado para a delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu em um helicóptero da Polícia Civil do Paraná.

Ele chegou algemado, encapuzado e escoltado por vários policiais. Em seguida, Piloto teve as algemas trocadas, recebeu um colete a prova de balas e foi embarcado no helicóptero, onde conversou rapidamente com alguns agentes.

Segundo informações do governo paraguaio, o avião com o traficante partiu do grupo tático aéreo da Força Aérea Paraguaia, em Luque, cidade vizinha a Assunção às 5h05 desta segunda-feira.

No sábado (17), Piloto matou uma jovem dentro de sua cela no Agrupamento Especializado em Assunção para, apontam promotores paraguaios, tentar evitar a extradição ao Brasil.

O assassinato de uma jovem de 18 anos foi “uma atitude extrema de Piloto para impedir sua extradição”, disse o promotor Hugo Volpe. A Justiça do Paraguai autorizou a extradição de Piloto no dia 30 de setembro, após serem frustradas duas tentativas de resgate do traficante.

 A jovem morta por Marcelo Piloto entrou na prisão em que ele estava, no Paraguai, fora do protocolo, disse o Ministério Público paraguaio. Lidia Meza Burgosficou 40 minutos na cela e morreu após levar 16 facadas do traficante.

A vítima, ainda conforme o MP, era prostituta e o visitava pela 2ª vez. “Ela ingressou no presídio sem ser dia e hora de visita”, disse Volpe. A investigação apontou que ela entrou às 12h35, no presídio em Assunção.

Lidia Meza Burgos visitava Marcelo Piloto pela segunda vez, segundo a polícia vizinha.

Extradição

De acordo com a decisão de setembro que determinou a extradição de Marcelo Piloto, ele só poderia ser entregue às autoridades brasileiras depois da conclusão de dois processos abertos no país vizinho: um por homicídio e outro por produção de documentos falsos e violação da Lei de Armas – este julgado na sexta-feira (16).

Segundo Volpe, a apelação de Piloto para que não fosse extraditado deveria ser julgada ainda este mês e a permanência dele no Paraguai poderia ser determinada caso comprovada a culpa dele na morte da jovem.

No Brasil, Marcelo Piloto deve cumprir pena de mais de 26 anos de prisão a que foi condenado por latrocínio e roubo. Ele responde ainda por outros crimes como homicídio, tráfico e associação para o tráfico.

Marcelo Piloto

Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, é apontado pelas polícias dos dois países como o maior fornecedor de armas e drogas fora do Brasil desde a prisão de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.

Piloto foi preso em dezembro de 2017 em Encarnación, no Paraguai.

Foragido desde 2007, ele vivia no país vizinho desde 2012. Para não ser identificado, usava uma identidade falsa e mudava de endereço a cada seis meses. Aos vizinhos, se apresentava como “vendedor de eletrônicos”.

Leia Mais Marcelo Piloto é entregue às autoridades brasileiras após ser expulso do Paraguai

Publicado em 16 de novembro de 2018 por

WhatsApp Image 2018-11-16 at 17.14.56O Movimento Brasil Livre é um movimento político brasileiro que defende o liberalismo econômico e o republicanismo, ativo desde 2014.

Foi criado por Kim Kataguiri e Renan Santos com o propósito de divulgar o liberalismo e a ideologia de Direita.

O MBL participou das manifestações populares que ocorreram em diversas regiões do Brasil e que tiveram como principais objetivos protestar contra o Governo Dilma Rousseff e a corrupção. Essas manifestações reuniram centenas de milhares de pessoas nos dias 15 de março, 12 de abril e 16 de agosto e, segundo algumas estimativas, foram a maior mobilização popular no país desde o início da Nova República. No dia 15 de março, ocorreram protestos em todos os estados brasileiros, em ao menos 160 cidades. Também foram registrados protestos em seis cidades do exterior: Buenos Aires, Londres, Lisboa, Miami, Montreal e Nova Iorque.

Após as últimas manifestações, o MBL iniciou uma marcha de São Paulo até Brasília, pleiteando o impeachment de Dilma Rousseff. Chamada de “Marcha pela Liberdade”, saiu de São Paulo no dia 24 de abril e percorreu três estados e mais de mil quilômetros, ao longo de 33 dias, chegando a Brasília em 27 de maio. No Congresso Nacional, ingressaram com um pedido de impeachment contra a presidente.

O MBL se define como um movimento liberal e republicano. Em seu manifesto, o MBL cita cinco objetivos: “imprensa livre e independente, liberdade econômica, separação de poderes, eleições livres e idôneas e fim de subsídios diretos e indiretos para ditaduras”.

O núcleo MBL em Santa Cruz do Capibaribe, é representado por Jéssica lagos, Aurimendes Ferreira e Alysson Simplício.

WhatsApp Image 2018-11-16 at 17.50.42 (1)Kim Kataguiri, deputado federal eleito em SP – Júlio César – Fernando Holiday, Vereador da cidade de São Paulo – Jéssica Lagos, Coordenadora do MBL Santa Cruz e Arthur do Val, deputado estadual eleito em SP.
WhatsApp Image 2018-11-16 at 17.50.42Fernando Holiday, Vereador da cidade de São Paulo e Jéssica Lagos, Coordenadora do MBL Santa Cruz

Próximo dia 23 e 24 de novembro, acontecerá o 4º Congresso Nacional MBL, com a presença de Nomes como:

  • Kim Kataguiri, deputado federal eleito em SP.
  • Arthur do Val, deputado estadual eleito em SP.
  • Carlos Andreazza, editor-executivo do Grupo Editorial Record, colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio Jovem Pan.
  • Danilo Gentili, humorista e apresentador do “The Noite” no SBT.
  • Janaína Paschoal, advogada, professora e deputada estadual mais votada da história do Brasil.
  • Stephen Hicks, filósofo e professor canadense da Rockford University.
  • Paulo Guedes, Ph.D em economia pela Universidade de Chicago e fundador do Banco Pactual e futuro Ministro da Economia de Jair Bolsonaro.

Jéssica Lagos estará presente no 4º Congresso MBL, representando a Cidade de Santa Cruz do Capibaribe. Leia Mais MBL – Movimento Brasil Livre chega a Santa Cruz do Capibaribe

Publicado em 16 de novembro de 2018 por

Presidente eleito voltou a criticar regras do Mais Médicos e citou ‘direitos humanos’ ao defender repasse integral do salário pago no programa aos profissionais cubanos que atuam no país.

O presidente eleito Jair Bolsonaro fala com a imprensa no Rio de Janeiro — Foto: Fernanda Rouvenat/G1O presidente eleito Jair Bolsonaro fala com a imprensa no Rio de Janeiro — Foto: Fernanda Rouvenat/G1

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (16) que é “injusto” e “desumano” destinar aos mais pobres o atendimento médico por parte de profissionais cubanos “sem qualquer garantia” de qualidade.

A declaração foi dada após café da manhã entre Bolsonaro e o comandante da Marinha, o almirante de esquadra Eduardo Bacelar Leal Ferreira, no Comando do Primeiro Distrito Naval, no Centro do Rio.

Para o presidente eleito, o governo brasileiro não tem comprovação de que os profissionais de saúde enviados por Cuba sejam competentes e, por isso, voltou a defender que eles deveriam passar por uma prova para revalidar o diploma e atuar no Brasil.

Na última quarta (14), o governo de Cuba informou que decidiu sair do Mais Médicos e atribuiu a decisão a “declarações ameaçadoras e depreciativas” de Bolsonaro. O presidente eleito afirma que Cuba não quis aceitar condições para continuar no programa.

“Eu nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi assistida por um médico cubano. Será que nós devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia? Isso é injusto. Isso é desumano”, disse Bolsonaro.

“Não queremos isso para ninguém, muito menos para os mais pobres. Queremos salário integral e o direito de fazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis”, complementou.

Segundo o presidente eleito, a forma como a contratação dos médicos cubanos foi feita é “situação de prática de escravidão” porque, de acordo com Bolsonaro, o governo cubano impede que a família dos médicos os acompanhe durante o período em que eles estão no Brasil.

“Vamos falar em direitos humanos? Quem diria, não é? Tanta crítica eu sofri aqui… talvez a senhora [dirigindo-se a uma jornalista] seja mãe. Imaginou ficar longe dos seus filhos por um ano? É a situação de prática de escravidão que estão sendo submetidos os médicos e as médicas cubanos no Brasil. Imaginou confiscar da senhora 70% do seu salário?”, criticou o presidente eleito.

Asilo

Na entrevista, Bolsonaro voltou a afirmar que, após tomar posse como presidente, dará asilo a cubanos que pedirem.

Para o presidente eleito, a “ditadura” instalada em Cuba justifica a concessão de asilos aos profissionais de saúde que estão no Brasil.

“Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a medida provisória [que criou o Mais Médicos], o governo da senhora Dilma em alto e bom som disse que qualquer cubano que pedisse asilo seria deportados. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui justifica, no meu entender pela ditadura na ilha, terá o asilo da minha parte”, disse.

Edital

Mais cedo, o Ministério da Saúde informou que a seleção de médicos brasileiros para ocuparem as vagas que serão deixadas pelos profissionais cubanos do programa Mais Médicos ocorrerá ainda em novembro.

De acordo com o Ministério da Saúde, a formulação do edital para substituição dos médicos cubanos será finalizada ainda nesta sexta, durante reunião com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) informou ter sido avisado pela embaixada de Cuba que os médicos do país deixarão o Brasil até o fim do ano.

De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a saída de cubanos do Mais Médicos afetará 28 milhões de pessoas.

O programa

Pelas regras do Mais Médicos, os médicos brasileiros e estrangeiros formados no Brasil têm prioridade para ingressarem no programa. Depois, são convocados médicos formados fora do Brasil que tenham revalidado o diploma no país, com o exame chamado Revalida.

Na sequência, são chamados médicos brasileiros formados no exterior que não realizaram o Revalida. Depois, a regra prevê que sejam convidados médicos estrangeiros formados no exterior e sem diploma revalidado no Brasil.

Só após todos esses é que governo brasileiro oferecia as vagas aos médicos cubanos.

Cuba enviava profissionais ao Brasil desde 2013. No Mais Médicos, pouco mais da metade dos profissionais – 8,47 mil dos mais de 16 mil profissionais – vieram de Cuba, segundo dados obtidos pelo G1.

Em 2013, segundo balanço do governo federal, apenas 11% das vagasoferecidas no primeiro edital foram preenchidas por médicos brasileiros.

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Publicado em 16 de novembro de 2018 por

Na quarta-feira, moeda dos EUA fechou em baixa de 1,13%, a R$ 3,7855.

Notas de dólar — Foto: Gary Cameron/ReutersNotas de dólar — Foto: Gary Cameron/Reuters

O dólar opera em queda nesta sexta-feira (16), com o mercado recebendo bem a indicação do economista Roberto Campos Neto para substituir Ilan Goldfajn no comando do Banco Central na gestão do presidente eleito Jair Bolsonaro, e após autoridades do Federal Reserve colocarem em dúvida a trajetória de juros dos Estados Unidos, destaca a agência Reuters.

Às 15h16, a moeda norte-americana caía 1,11%, vendida a R$ 3,7434. Na mínima da sessão da moeda chegou a 3,7306, e na máxima foi a 3,7825.

Na quarta-feira, o dólar fechou em baixa de 1,13% ante o real, a R$ 3,7855. No mês, a moeda ainda acumula alta de mais de 1%. No ano, a valorização é de cerca de 14% ante o real.

Cenário externo

Nos Estados Unidos, o vice-chair do Federal Reserve declarou que a taxa de juros norte-americana está perto das estimativas do banco central de uma taxa neutra e que o neutro “faz sentido”, influenciado na cotação do dólar ante uma cesta das principais moedas. O Fed já elevou os juros três vezes neste ano e há ampla expectativa de que os eleve novamente em dezembro.

No exterior, predominava também a cautela em relação ao Brexit, depois que a premiê britânica, Theresa May, anunciou que se mantém firme à retirada do Reino Unido da União Europeia em março, mesmo após renúncia de importantes ministros, destaca a agência Reuters. O jornal “Telegraph” reportou que May passará por uma moção de censura na próxima semana, o que ameaça seu governo e coloca a aprovação do seu plano de Brexit em xeque.

O Banco Central vendeu nesta sessão 13,6 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 6,8 bilhões de dólares do total de US$ 12,217 bilhões que vence em dezembro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

Indicação para o Banco Central

Na quinta-feira, quando o mercado brasileiro esteve fechado, a equipe de Bolsonaro também anunciou que o economista Mansueto Almeida permanecerá no cargo de Secretário do Tesouro Nacional, que ocupa desde abril de 2018.

Em nota divulgada nesta sexta-feira, a assessoria de imprensa do BC informou ainda que os atuais diretores colocaram-se à disposição do presidente indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, e que o diretor de Política Econômica, Carlos Viana de Carvalho, permanecerá no cargo “por tempo considerável” após chegar a entendimento com o futuro presidente do BC. O BC possui 8 diretorias.

Para poder assumir o BC, ele será sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal e terá de ter seu nome aprovado. Também precisará passar pelo crivo do plenário da Casa. O presidente do Banco Central tem “status” de ministro. Deste modo, tem foro privilegiado.

Próximo a Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo Bolsonaro, a partir de 2019, Campos Neto é, atualmente, responsável pela tesouraria do banco Santander.

Na visão da equipe da XP Investimentos, a manutenção de Mansueto no Tesouro e a indicação de Roberto Campos Neto reforçam o perfil liberal da equipe.

A equipe da Brasil Plural acrescenta que Campos Neto, que era diretor de Tesouraria do Santander Brasil, é próximo ao futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua nomeação é mais um sinal de que Guedes terá autonomia na condução da política econômica, conforme nota distribuída a clientes.

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Publicado em 16 de novembro de 2018 por

De acordo com testemunhas, travesti tentava assediar a vítima, que reagiu. Caso aconteceu em frente ao Palácio da Polícia, em Santos (SP).

Travesti foi detida apos jogar homem na frente de um caminhão em Santos (SP) — Foto: Reprodução/Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal de SantosTravesti foi detida apos jogar homem na frente de um caminhão em Santos (SP) — Foto: Reprodução/Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal de Santos

Um homem foi jogado embaixo de um caminhão durante uma briga com uma travesti em Santos, no litoral de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (16). De acordo com informações apuradas, a vítima, de 60 anos, foi abordado pela travesti em uma movimentada avenida da cidade. Com o ataque, o homem sofreu uma fratura exposta e foi encaminhado para o hospital. A travesti foi detida e levada para a delegacia.

De acordo com testemunhas, o homem caminhava pela Rua São Francisco, no Centro de Santos, em frente ao Palácio da Polícia, quando foi abordado pela travesti. De acordo com informações de uma amiga que estava com a vítima no local, a travesti ‘cismou’ com o homem, se insinuou para fazer um programa e os dois começaram a discutir. Em seguida, entraram em luta corporal na porta da principal delegacia policial da cidade. A informação foi confirmada pela polícia.

“A gente estava passando na porta da delegacia quando a travesti abordou ele. Nessa hora, ela chegou e falou que ele teria que pagar para fazer um programa pra ele. Meu amigo disse que não conhecia a travesti e que não faria o programa. Por isso, começou a ser agredido”, contou a amiga da vítima, a faxineira Luciene Santos Silva, de 52 anos.

Durante a briga, a travesti jogou o homem para o meio da rua enquanto passava um caminhão que, sem tempo de frear, o atropelou. Uma ambuância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para socorrer a vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Santos. De acordo com o hospital, o homem teve fratura exposta na perna direita, foi submetido a cirurgia e permanece em observação.

Segundo testemunhas que presenciaram o ataque, a mulher que acompanhava a vítima chamou a Polícia Militar que, ao apurar as circustâncias do acidente, deteve a travesti. O motorista do caminhão também foi levado para a delegacia para prestar depoimento. A ocorrência foi apresentada no 1º Distrito Policial, onde será investigada.

Travesti foi detida apos jogar homem na frente de um caminhão em Santos (SP) — Foto: Reprodução/Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal de SantosTravesti foi detida apos jogar homem na frente de um caminhão em Santos (SP) — Foto: Reprodução/Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal de Santos
Homem é atropelado após ser jogado na frente de caminhão durante briga com travesti em Santos, SP — Foto: Carlos Nogueira/Jornal A Tribuna de SantosHomem é atropelado após ser jogado na frente de caminhão durante briga com travesti em Santos, SP — Foto: Carlos Nogueira/Jornal A Tribuna de Santos
Caminhão não teve tempo de frear e atropelou homem que foi jogado na pista em avenida de Santos (SP) — Foto: Reprodução/Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal de SantosCaminhão não teve tempo de frear e atropelou homem que foi jogado na pista em avenida de Santos (SP) — Foto: Reprodução/Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal de Santos

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Publicado em 16 de novembro de 2018 por

Menina foi atacada na quarta-feira (14) enquanto assistia à televisão na sala de casa; ela passa bem, segundo a família.

Macaco bugio atacou criança dentro de casa em Araucária nesta quarta-feira (14). — Foto: Ed Dimas da Cunha/Acervo PessoalMacaco bugio atacou criança dentro de casa em Araucária nesta quarta-feira (14). — Foto: Ed Dimas da Cunha/Acervo Pessoal

A bebê, de um ano e nove meses, que foi atacada dentro de casa por um macaco bugio, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, passou por uma cirurgia plástica para reconstituir parte do couro cabeludo, conforme o pai da criança, Fernando Henrique Balardim.

O ataque aconteceu na manhã de quarta-feira (14). Segundo o pai, o animal invadiu a sala pela sacada do prédio enquanto a criança estava assistindo à televisão e atacou a cabeça da menina.

“Ele fez dois ferimentos, um no topo da cabeça, expondo o crânio, e outro profundo na testa”, contou Fernando.

A irmã da criança estava no local, e a mãe na cozinha quando houve o ataque. Após a cirurgia, o pai afirma que a filha está bem, mas segue sob cuidados médicos.

A bebê foi levada para o Hospital do Trabalhador, onde a mãe também está. A mulher teve um corte profundo no braço, mas passa bem.

O síndico do condomínio, Ed Dimas da Cunha, contou que há dois meses o macaco tem aparecido com frequência no residencial – que fica próximo a uma mata.

“Procuramos os órgãos ambientais para saber quais as providências deveriam ser tomadas e nunca tivemos resposta. IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e Força Verde não assumem qualquer responsabilidade”, disse o síndico.

O que dizem os órgãos ambientais

A Polícia Ambiental informou que prestou apoio à Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura para localizar no macaco – mas não disse se foi localizado ou não.

A orientação para quem mora em locais próximos a alguma área de preservação ambiental ou bosques evitem o contato com animais silvestres.

“A atuação do batalhão é voltada a prevenção e fiscalização de crimes ambientais, por meio de operações e atendimento de denúncias”, diz trecho da nota.

Conforme a polícia, nos casos em que animais silvestres entrem em residências, os moradores devem acionar a prefeitura e o IAP, “que possuem prerrogativas para fazer o manejo de animais silvestres quando encontrados em área urbana”.

Segundo o IAP, o aparecimento desses animais em área urbana acontece, principalmente, devido ao desmatamento realizado pelo ser humano, na qual acaba invadindo a área que seria de território deles.

O instituto ainda alerta que não é indicado oferecer alimentos para os animais.

O IAP é responsável pelo recebimento, tratamento e destinação adequada de animais silvestres oriundos de fiscalizações e entregas voluntárias.

Conforme o órgão, cabe à pessoa contratar uma consultoria ambiental para realizar esse manejo ou no caso seja um animal que não ofereça riscos, que a própria pessoa faça a captura e entregue ao IAP.

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Publicado em 16 de novembro de 2018 por

Anna Luísa Fernandes de Paiva Maria, de 16 anos, foi levada pela correnteza ao sair do carro em que estava com o namorado.

Jovem desaparece em enxurrada em BH — Foto: Reprodução/TV GloboJovem desaparece em enxurrada em BH — Foto: Reprodução/TV Globo

O corpo de Anna Luísa Fernandes de Paiva Maria, de 16 anos, foi encontrado no início da tarde desta sexta-feira (16). Ela havia desaparecido na Rua Doutor Álvaro Camargos, no bairro São João Batista, em Venda Nova, durante uma enxurrada provocada pelo temporal que atingiu Belo Horizonte na noite desta quinta (15). Durante a tempestade, também morreram mãe e filha, afogadas dentro do carro. As duas estavam abraçadas tinham um terço na mãoquando foram encontradas.

No local onde o corpo de Anna foi encontrado, a água chegou a atingir uma altura de quase dois metros nesta noite. Segundo o tenente Pedro Aihara, a garota e o namorado estavam em um carro no momento da chuva, quando a roda dianteira bateu na abertura da galeria, que havia perdido a tampa exatamente pela força da correnteza. Quando saíram do carro, o namorado foi por um lado, e a jovem, ao sair pelo outro, não viu a galeria aberta e acabou sendo levada.

“A gente visualizou essa situação, a gente estava se aproximando desse veículo que estava nessa situação, só que, infelizmente, pela força e pelo volume de água a garota foi sugada pelo bueiro antes que a gente pudesse fazer o resgate com segurança”, explicou o tenente.

 De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo foi encontrado na Rua Gaivotas, na altura do bairro Xodó Marize, na Região Norte da cidade, a três quilômetros do local em que Anna desapareceu.
O corpo de Anna Luisa foi encontrado em um córrego perto da Rua Gaivotas, Região Norte de BH. — Foto: Corpo de Bombeiros/DivulgaçãoO corpo de Anna Luisa foi encontrado em um córrego perto da Rua Gaivotas, Região Norte de BH. — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Desespero dos pais

Pouco antes de o corpo de Anna ser encontrado, os pais da garora falaram:

“A nossa filha única, 16 anos, estudiosa, boa filha, obediente. Um tesouro nosso foi para água”, disse, chorando, Elias Fernandes Paiva, pai da jovem.

A mãe lembrou que tinha alertado a filha sobre o temporal. “Ela disse que já estava voltando para casa e aí eu mandei a segunda mensagem falando que, mesmo que a chuva passasse, era para ela esperar um pouco porque, com certeza, as ruas estavam cheias de água. Mas aí ela não respondeu mais, já eram 7h45 [19h45]”, relembrou Anna Maria.

Pessoas se arriscam ao tentar atravessar a Avenida Vilarinho, em Belo Horizonte — Foto: Lucas Franco/TV GloboPessoas se arriscam ao tentar atravessar a Avenida Vilarinho, em Belo Horizonte — Foto: Lucas Franco/TV Globo

Kalil assume responsabilidade por mortes

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), disse nesta manhã que a responsabilidade pelas mortes é dele.

“Então o que eu volto a repetir para a população de Belo Horizonte é o seguinte: ‘A responsabilidade é do prefeito. Ele é o culpado por tudo que aconteceu aqui’”, disse.

Ainda de acordo com Kalil, as obras necessárias para evitar alagamento e inundações na Avenida Vilarinho, na Região de Venda Nova, serão feitas.

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Publicado em 16 de novembro de 2018 por

Exoneração do juiz federal, assinada nesta sexta-feira (16), tem vigência a partir de segunda-feira (19). Ele deixa cargo para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública .

Moro deixa o cargo porque aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública — Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão ConteúdoMoro deixa o cargo porque aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública — Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Thompson Flores, assinou, na tarde desta sexta-feira (16), o ato de exoneração do juiz federal Sérgio Moro, que tem vigência a partir de segunda-feira (19).

Moro deixa o cargo porque aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública a partir de 2019.

O pedido de exoneração do titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava Jato em 1º grau, foi recebido por Thompson Flores nesta manhã.

Nele, Moro justificou o motivo da antecipação do pedido de exoneração, já que pretendia fazê-lo em janeiro próximo à posse como ministro.

Leia a íntegra do requerimento abaixo:

“Como é notório, o subscritor foi convidado pelo Exmo. Sr. Presidente da República eleito para assumir a partir de janeiro de 2019 o cargo de Ministro da Justiça e da Segurança Pública. Como é também notório, o subscritor manifestou a sua aceitação.

Isso foi feito com certo pesar, pois o subscritor terá que exonerar-se da magistratura.

Pretendia realizar isso no início de janeiro, logo antes da posseno novo cargo.Para tanto, ingressei em férias para afastar-me da jurisdição. Concomitantemente, passei a participar do planejamento das futuras ações de Governo a partir de janeiro de 2019.

Entretanto, como foi divulgado, houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro Governo.

Embora a permanência na magistratura fosse relevante ao ora subscritor por permitir que seus dependentes continuassem a usufruir de cobertura previdenciária integral no caso de algum infortúnio, especialmente em contexto na qual há ameaças, não pretendo dar azo a controvérsias artificiais, já que o foco é organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça.

Assim, venho, mais uma vez registrando meu pesar por deixar a magistratura, requerer a minha exoneração do honroso cargo de juiz federal da Justiça Federal da 4º Região, com efeitos a partir de 19/11/2018, para que eu possa então assumir de imediato um cargo executivo na equipe de transição da Presidência da República e sucessivamente o cargo de Ministro da Justiça e da Segurança Pública.

Destaco, por fim, o orgulho pessoal de ter exercido durante vinte e dois anos o cargo de juiz federal e de ter integrado os quadros da Justiça Federal brasileira, verdadeira instituição republicana.

Fico à disposição para qualquer esclarecimento. Cordiais saudações”.

Férias antes de sair do cargo

Em entrevista concedida à jornalista Poliana Abritta e exibida no domingo (11), no Fantástico, Moro já tinha rebatido as críticas sobre estar de férias e, ao mesmo tempo, atuando como futuro ministro.

“Olha, eu já anunciei publicamente que vou pedir a exoneração. O que a Constituição proíbe é que um juiz assuma uma posição, um cargo Executivo. Eu não tô assumindo nenhum cargo. Eu estou apenas colaborando pra formação de um futuro governo”, respondeu.

Na mesma entrevista, o juiz federal também tinha explicado a relação entre o seu pedido de férias, comunicado no dia 5 deste mês, e a preocupação com a segurança da sua família.

“Não tô praticando nenhum ato oficial. E eu tenho recebido, por conta dessas políticas que nós queremos implementar em Brasília, diversas ameaças. Vamos supor que, daqui a alguns dias, eu peça uma exoneração. Daqui a alguns dias acontece alguma coisa comigo, um atentado. Eu, tudo bem, morro, faz parte da profissão. Não gostaria, evidentemente. Mas minha família fica desamparada. Fica sem qualquer pensão. O que eu espero é passar esse período de férias. Ao meu ver, não tô fazendo nada de errado. E em seguida, eu assumo”, disse.

O juiz Sérgio Moro, ao deixar a casa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), no Rio de Janeiro — Foto: Henrique Coellho/G1O juiz Sérgio Moro, ao deixar a casa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), no Rio de Janeiro — Foto: Henrique Coellho/G1

A Lava Jato com a saída de Moro

Com o afastamento de Moro dos processos da Lava Jato, a operação é comandada, temporiamente, pela juíza Gabriela Hardt – substituta da 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná.

Hardt fica à frente dos processos da Lava Jato até que seja escolhido um novo juiz titular – ela não pode assumir em definitivo porque é juíza substituta. Essa seleção será de responsabilidade do TRF-4.

Na última quarta-feira (14), foi ela quem interrogou o ex-presidete Luiz Inácio Lula da Silva na audiência referente a um processo da Operação Lava Jato que apura reformas feitas no sítio de Atibaia.

Gabriela Hardt assume temporariamente os processos da Lava Jato — Foto: ReproduçãoGabriela Hardt assume temporariamente os processos da Lava Jato — Foto: Reprodução

Vaga na 13ª Vara Federal

Depois da publicação do ato de exoneração do magistrado federal no Diário Oficial da União (DOU), o edital para concurso de remoção deve ser publicado.

A remoção é um concurso interno entre magistrados da Justiça Federal da 4ª Região, para preenchimento de vagas, de acordo com as regras estabelecidas na Resolução 32/2007 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Resolução 1/2008 do Conselho da Justiça Federal (CJF) e no Regimento Interno do TRF4, artigo 371.

Após a publicação do edital, os juízes federais que desejarem concorrer à vaga de remoção têm o prazo de 10 dias para manifestação de interesse e três dias para desistência.

Depois, o processo é instruído e deve ter a duração de cerca de um mês.

O candidato deve ser escolhido de acordo com o critério da antiguidade. Primeiro, leva-se em conta o tempo no cargo de juiz federal na 4ª Região. Depois, a antiguidade no exercício no cargo de juiz federal substituto na 4ª Região e, por fim, o critério de classificação no concurso público.

A deliberação sobre o pedido de remoção cabe ao Conselho de Administração do TRF-4. O ato de remoção é expedido pelo Presidente do TRF-4 e publicado no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região.

Até que seja preenchida a vaga, a substituição até o exercício do novo juiz titular fica a cargo do juiz federal substituto da própria vara.

Não há redistribuição de processos, eles continuam atribuídos ao Juízo Federal, ou seja, à 13ª Vara Federal de Curitiba.

Sede da Justiça Federal, em Curitiba — Foto: Giuliano Gomes/PR PressSede da Justiça Federal, em Curitiba — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

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Publicado em 6 de novembro de 2018 por

Ele assistiu ao evento ao lado do presidente Michel Temer, do ex-presidente José Sarney e dos presidentes da Câmara e do Senado. Esta é a 1ª viagem de Bolsonaro a Brasília desde a vitória nas urnas.

Da esquerda para a direita: Jair Bolsonaro, Dias Toffoli, Michel Temer, Eunicio Oliveira, José Sarney, Rodrigo Maia, Raquel Dodge e Fábio Ramalho — Foto: Will Shutter/Câmara dos DeputadosDa esquerda para a direita: Jair Bolsonaro, Dias Toffoli, Michel Temer, Eunicio Oliveira, José Sarney, Rodrigo Maia, Raquel Dodge e Fábio Ramalho — Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados

O presidente eleito Jair Bolsonaro(PSL) participou na manhã desta terça-feira (6) de uma sessão solene no Congresso Nacional em homenagem aos 30 anos da Constituição. Ele se sentou na tribuna ao lado do presidente Michel Temer, do presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do ex-presidente José Sarney.

Também ocuparam a tribuna o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Esta é a primeira viagem de Bolsonaro a Brasília desde que ele venceu as eleições. O presidente eleito chegou ao Congresso por volta de 9h50. Acompanhado por uma escolta policial, cumprimentou colegas e funcionários antes de se dirigir ao plenário da Câmara, onde foi realizada a sessão.

No trajeto final até o plenário, Bolsonaro caminhou sobre tapete vermelho ao lado de Temer e Eunício.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, chegou ao Congresso acompanhado por escolta policial — Foto: Reprodução/TV CâmaraO presidente eleito, Jair Bolsonaro, chegou ao Congresso acompanhado por escolta policial — Foto: Reprodução/TV Câmara

O Congresso barrou o acesso da imprensa a uma parte do plenário da Câmara durante a sessão. Os jornalistas terão acesso somente às galerias, na parte superior do plenário, e não poderão acessar a tribuna de imprensa, próxima ao local onde ficam autoridades e parlamentares.

A assessoria do Senado não informou quais razões motivaram a imposição de restrições a jornalistas. Segundo a TV Globo apurou, a orientação partiu da Polícia Legislativa do Senado.

Jair Bolsonaro durante desembarque em Brasília nesta terça-feira (6) — Foto: Força Aérea BrasileiraJair Bolsonaro durante desembarque em Brasília nesta terça-feira (6) — Foto: Força Aérea Brasileira

Mais tarde, Bolsonaro deverá se encontrar com Eunício e Maia. Pela programação do presidente eleito, no fim da manhã ele vai se reunir com o ministro da Defesa, general Silva e Luna.

Chegada a Brasília

Uma comitiva de 12 pessoas viajou com o presidente eleito, entre assessores e o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão. Bolsonaro chegou à cidade em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

A FAB publicou no Twitter a chegada de Bolsonaro a Brasília. “Jair Bolsonaro acaba de realizar o primeiro voo com a Força Aérea Brasileira como presidente eleito”, afirmou a publicação.

Força Aérea Brasileira  @portalfab

 Jair Bolsonaro acaba de realizar o primeiro voo com a Força Aérea Brasileira como presidente eleito. @jairbolsonaro desembarcou por volta das 9h na Ala 1, em Brasília, e foi recebido pelo Tenente-Brigadeiro do Ar Bermudez, Comandante-Geral do Pessoal da Aeronáutica. #Dimensão22
 Bolsonaro deixou o condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, às 5h27, e chegou à base aérea do Galeão às 6h. No trajeto, um dos batedores que formava o comboio se acidentou.

A posse de Bolsonaro como presidente da República está marcada para 1º de janeiro, e o mandato vai até 31 de dezembro de 2022.

Transição

A viagem a Brasília marca o início formal da transição de governo, segundo o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Pela agenda prevista, Bolsonaro se encontrará nesta quarta (7) com o presidente Michel Temer e com o presidente do STF, Dias Toffoli. O gabinete de transição já começou a funcionar. Dos 50 nomes que poderão compor o grupo, 27 já foram apresentados oficialmente. O gabinete funcionará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e será coordenado por Onyx Lorenzoni.

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Publicado em 6 de novembro de 2018 por

Segundo TJMG, desembargadores devem analisar agravo de instrumento nesta terça-feira.

TJMG julga recurso contra apreensão judicial de bens de Eike Batista — Foto: LUCIANO BELFORD/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDOTJMG julga recurso contra apreensão judicial de bens de Eike Batista — Foto: LUCIANO BELFORD/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) julga nesta terça-feira (6) um recurso contra a apreensão judicial de bens do empresário Eike Batista. De acordo com o tribunal, os desembargadores da 6ª Câmara Cível devem analisar o agravo de instrumento no início da tarde.

Entramos em contato com a defesa do empresário, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.

Em maio de 2017, a 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte decretou a apreensão judicial dos bens de Eike Batista para que dívidas referentes à MMX Sudeste, empresa de mineração criada pelo empresário, sejam quitadas. À época, o recuperador judicial da empresa, Bernardo Bicalho, que entrou com a ação na Justiça, informou que o débito era de R$ 790 milhões.

No recurso, a defesa de Eike Batista alegou que a “decisão ultrapassou os limites processuais de admissibilidade e regularidade da demanda, visto que deferiu medida extremamente gravosa, com base em meras suposições do administrador judicial e antes de possibilitar a manifestação prévia do recorrente e de outros acionistas”.

Eike Batista foi preso em janeiro de 2017 na Operação Eficiência, após dois doleiros dizerem que ele pagou US$ 16,5 milhões (ou R$ 52 milhões) a Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, em propina. Ele ficou detido no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, e foi solto depois que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu habeas corpus.

Apreensão de bens

Segundo a decisão da juíza substituta da 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte, Soraya Brasileiro Teixeira, o patrimônio pessoal de Eike Batista poderá ser usado para pagar o débito da empresa, que está em recuperação judicial desde 2014.

Na época, a MMX disse que “a medida visa preservar o valor da Companhia, sua função social e o estímulo à atividade econômica, atendendo de forma organizada aos interesses de seus credores e acionistas e contingenciando de maneira responsável os recursos existentes em caixa”.

A juíza comparou a MMX Sudeste a uma pirâmide financeira, cujo objetivo era dar lucro para os donos e prejuízo para credores e investidores.

De acordo com a página da MMX na internet, o sistema Sudeste é formado pelas unidades Serra Azul e Bom Sucesso, ambas em Minas Gerais. Só a Serra Azul teria capacidade instalada para produzir anualmente cerca de 6 milhões de toneladas de minério de ferro.

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Publicado em 6 de novembro de 2018 por

Esta é a 1ª viagem do presidente eleito à capital desde a vitória nas urnas. Expectativa é que ele participe de sessão sobre 30 anos da Constituição; na quarta, deve encontrar Temer e Toffoli.

Jair Bolsonaro durante desembarque em Brasília nesta terça-feira (6) — Foto: Força Aérea BrasileiraJair Bolsonaro durante desembarque em Brasília nesta terça-feira (6) — Foto: Força Aérea Brasileira

O presidente eleito Jair Bolsonaro(PSL) desembarcou nesta terça-feira (6), na Base Aérea de Brasília, pouco antes das 9h. Por volta de 9h50, ele chegou ao Congresso Nacional. Esta é a primeira viagem de Bolsonaro à capital desde a vitória nas urnas.

Na chegada ao Congresso, Bolsonaro, que exerceu sete mandatos seguidos como deputado, cumprimentou colegas e funcionários. A expectativa é que ele participe de uma sessão solene em homenagem aos 30 anos da Constituição.

São esperados no evento também o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entre outras autoridades.

Mais tarde, Bolsonaro deverá se encontrar com os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O Congresso barrou o acesso da imprensa a uma parte do plenário da Câmara durante a sessão. Os jornalistas terão acesso somente às galerias, na parte superior do plenário, e não poderão acessar a tribuna de imprensa, próxima ao local onde ficam autoridades e parlamentares.

Procurada pelo G1, a assessoria do Senado não informou quais razões motivaram a imposição de restrições a jornalistas. Segundo a TV Globo apurou, a orientação partiu da Polícia Legislativa do Senado.

Chegada a Brasília

Uma comitiva de 12 pessoas viajou com o presidente eleito, entre assessores e o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão. Bolsonaro chegou à cidade em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

A FAB publicou no Twitter a chegada de Bolsonaro a Brasília. “Jair Bolsonaro acaba de realizar o primeiro voo com a Força Aérea Brasileira como presidente eleito”, afirmou a publicação.

Bolsonaro deixou o condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, às 5h27, e chegou à base aérea do Galeão às 6h. No trajeto, um dos batedores que formava o comboio se acidentou.

No último dia 28 de outubro, Bolsonaro foi eleito ao receber 57,7 milhões de votos (55,13%) e derrotar Fernando Haddad (PT). A posse dele como presidente da República está marcada para 1º de janeiro, e o mandato vai até 31 de dezembro de 2022.

A viagem de Bolsonaro a Brasília marca o início formal da transição de governo, segundo o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Pela agenda prevista, Bolsonaro se encontrará nesta quarta (7) com o presidente Michel Temer e com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

O gabinete de transição já começou a funcionar. Dos 50 nomes que poderão compor o grupo, 27 já foram apresentados oficialmente. O gabinete funcionará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e será coordenado por Onyx Lorenzoni.

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Publicado em 6 de novembro de 2018 por

Daniel mandou fotos deitado ao lado de Cristiana Brittes para amigo. O marido dela, Edison Brittes Júnior,confessou o crime.dandan

Mensagens trocadas entre o jogador Daniel e amigos mostram a “linha do tempo” do atleta momentos antes do crime. Daniel foi morto no fim de outubro em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

O empresário Edison Brittes Júnior confessou o crime, em entrevista à RPC. Ele alegou ter matado Daniel porque o jogador tentou estuprar a esposa do empresário, Cristiana Brittes.

Edison Júnior, de 38 anos, Cristiana, de 35, e a filha do casal – Allana Brittes, de 18 anos – estão presos na Delegacia de São José dos Pinhais. As prisões são temporárias e têm validade de 30 dias.

‘Linha do tempo’

Daniel chegou a Curitiba às 21h30 de 26 de outubro, uma sexta-feira. Ele deixou as malas na casa de um amigo, tomou um banho e seguiu para a primeira festa da noite.

Depois, por volta da meia-noite, os dois foram para o aniversário de 18 anos de Allana, em outra casa noturna da capital paranaense. Eles tinham convites para o aniversário de Allana, que foram entregues pelo pai dela.

Às 5h40 da manhã de sábado, 27 de outubro, o amigo de Daniel foi embora. Então, o jogador disse que ia para a casa de Allana, onde a festa continuaria.

Às 6h36, Daniel mandou uma mensagem avisando o amigo que já estava na casa da aniversariante, em São José dos Pinhais.

Segundo uma testemunha que está sendo protegida pela Justiça, os convidados ficaram bebendo e ouvindo música.

A primeira pessoa a ir dormir foi Cristiana. Depois, outras pessoas também se recolheram. Ficaram na festa: Daniel, Edison Júnior e outras oito pessoas.

Às 8h07 da manhã de sábado, Daniel começou a mandar mensagens para outro amigo.

O jogador contou que estava na festa na casa de uma menina e que várias pessoas estavam dormindo. O amigo perguntou se ele estava bêbado, e Daniel respondeu com uma mensagem de áudio, dizendo que não muito.

Daniel trocou mensagens com amigo antes do crime. — Foto: Reprodução/RPCDaniel trocou mensagens com amigo antes do crime. — Foto: Reprodução/RPC

Além disso, Daniel disse que, na casa, havia uma “coroa”, que ia ter relações sexuais com ela – que era mãe da aniversariante. Ele ainda contou e que o pai, Edison Júnior, estava junto.

O amigo, então, alertou Daniel para o perigo de ser expulso da casa. Daniel mandou uma foto ao lado de Cristiana, que parecia estar dormindo.

Daniel trocou mensagens com amigo momentos antes do crime — Foto: Reprodução/RPCDaniel trocou mensagens com amigo momentos antes do crime — Foto: Reprodução/RPC

Novamente, o amigo alertou Daniel que ele poderia apanhar do marido de Cristiana.

Foto

Às 8h34, Daniel mandou mais uma foto ao lado de Cristiana e disse ao amigo que teve relação sexual com ela.

No minuto seguinte, Daniel mandou a última mensagem: “O que aparecer amanhã é nóis”. O amigo perguntou o que Daniel quis dizer, mas não recebeu respostas.

Daniel trocou mensagens com amigo momentos antes do crime — Foto: Reprodução/RPCDaniel trocou mensagens com amigo momentos antes do crime — Foto: Reprodução/RPC

O corpo do jogador foi encontrado pela polícia duas horas depois, às 10h30 de sábado, em um matagal, com mutilações e sinais de tortura. Mas não havia identificação da vítima.

Em depoimento à polícia, um amigo de Daniel disse que ele e mais dois amigos criaram um grupo de mensagens no qual postavam fotos das mulheres que conquistavam. Geralmente a foto era tirada no momento em que a mulher estava dormindo

De acordo com a Polícia Civil, o órgão genital de Daniel foi cortado. O Instituto Médico-Legal (IML) apontou ferimento por arma branca como causa preliminar da morte.

O que disse o amigo

O amigo que hospedou Daniel disse à polícia que começou a ficar preocupado na noite de sábado porque o jogador estava desaparecido desde a festa, e os os dois tinham um compromisso.

Ele chegou a trocar mensagens com Allana, que relatou que Daniel tinha ido embora sozinho da casa dela.

No domingo, 28 de outubro, o amigo ficou sabendo que havia um corpo não identificado no IML. Ele reconheceu Daniel.

Contradições

A polícia tenta esclarecer o que ocorreu entre o começo da festa na casa de Allana até a morte de Daniel.

Pijama

As versões apresentadas pela família Brittes, até agora, possuem várias contradições.

A polícia disse que Cristiana aparecia nas fotos tiradas por Daniel com a mesma roupa e colar que estava nas fotos do aniversário na casa noturna. Edison tinha dado outra versão.

Em entrevista à RPC, Edison Júnior contou que, quando chegaram da festa, ele vestiu o pijama na esposa e a colocou para dormir.

Porta arrombada

O empresário afirmou que precisou arrombar a porta, que estava trancada, quando ouviu a esposa gritar por socorro.

Porém, em um vídeo gravado pela defesa da família Brittes, Allana disse que abriu a porta do quarto e flagrou Daniel com a mãe.

Arma do crime

Edison Júnior disse que a faca que usou para mutilar e matar Daniel sempre esteve no carro.

Mas, uma testemunha que presenciou as agressões na casa da família disse que ouviu outra pessoa gritar que Edison Júnior tinha pegado uma faca, em meio à confusão.

Edison Júnior também negou que tivesse algum outro tipo de arma em casa. Contudo, o empresário tem dois Boletins de Ocorrências (B.O.) registrados contra ele, neste ano, envolvendo arma de fogo.

Em um deles, de junho, Edison Júnior foi parado pela polícia por dirigir em alta velocidade em uma avenida da capital paranaense. No do B.O de janeiro, a polícia foi chamada após disparos na casa do empresário.

Sobre a amizade

Allana disse, no vídeo gravado pela defesa, que conhecia pouco Daniel.

Já a família do jogador confirmou que eles se conheceram quando Daniel jogava no Coritiba, em 2017.

Nas redes sociais, Daniel aparece como seguidor da família Brittes: pai, mãe e filha.

Nessa foto tirada na festa de 17 anos de Allana, no ano passado, Daniel está o lado da aniversariante.

Foto mostra que Daniel foi à fest de aniersário de 17 anos de Allana Brittes — Foto: ReproduçãoFoto mostra que Daniel foi à fest de aniersário de 17 anos de Allana Brittes — Foto: Reprodução

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Publicado em 30 de outubro de 2018 por
Publicado em 22 de outubro de 2018 por

O candidato do PSL à Presidência não teve atividades de campanha na rua na manhã desta segunda (22). Ele continua conversando com os eleitores pela internet.

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira (22) que a “violência no Brasil já passou da linha do absurdo há muito tempo” e que quanto mais se recua, “mais os criminosos avançam”. Ele defendeu mudanças no que chamou de “cultura de defesa dos direitos humanos”.

Jair Bolsonaro não teve atividades de campanha na rua na manhã desta segunda. Ele continua conversando com os eleitores pela internet.

“Somente transformando a cultura da defesa de direitos humanos que defende somente o direito de quem não era para ter tal representatividade excessiva é que iniciaremos o verdadeiro desenvolvimento social e econômico em nosso país”, disse em publicação no Twitter.

Em casa, na barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Bolsonaro recebeu a visita do jurista Ives Gandra e do senador Magno Malta (PR-ES).

Durante o fim de semana, Bolsonaro disse que, se eleito, o astronauta Marcos Pontes será o provável ministro da Ciência e Tecnologia.

No domingo (21), numa rápida entrevista, não quis antecipar outros nomes para sua equipe de governo e disse que vai manter a estratégia de campanha na reta final.

“Não, eu só vou falar em ministro depois das eleições, caso eu seja eleito, obviamente”, afirmou.

 “É continuar fazendo o que eu fiz ao longo dos últimos 4 anos. A estratégia foi lá atrás. Ter a nossa bandeira, a verdade acima de tudo e tratar todo mundo com respeito e consideração”, disse.

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