Publicado em 4 de outubro de 2018 por

Candidato do PSL deu declaração durante transmissão ao vivo no Facebook e reafirmou acreditar que pode vencer a eleição ainda no 1º turno. Bolsonaro não irá ao debate da Globo.bolsonaro-no-facebook-live

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (3) que respeita o resultado da eleição, mas desconfia da “lisura” do processo porque, segundo ele, não é possível fazer uma auditoria.

Na semana passada, Bolsonaro havia dito que não aceitará o resultadose ele não for o eleito.

Depois, em entrevista ao jornal “O Globo”, disse que quis dizer que não telefonará para Fernando Haddad se for derrotado pelo candidato do PT.

“Eu desconfio da lisura porque não há uma maneira de você fazer uma auditoria. Vou respeitar o que acontecer por ocasião das eleições, eu não vou é ligar para o Haddad caso ele venha a vencer. Se bem que eu não acredito nisso, está faltando pouco, muito pouco, para nós ganharmos essas eleições no primeiro turno”, afirmou Bolsonaro nesta quarta.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira mostra o seguinte resultado de intenção de voto no primeiro turno: Jair Bolsonaro (PSL), 32%; Fernando Haddad (PT), 23%; Ciro Gomes (PDT), 10%; Geraldo Alckmin (PSDB), 7%; Marina Silva (Rede), 4%.

Para o candidato, o debate está “polarizado” e, por isso, pediu às pessoas que “pratiquem o voto útil” e votem nele. “Nós devemos resolver essa fatura no primeiro turno para não termos desgaste no segundo turno”, completou.

Respeito ao resultado

No mês passado, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, afirmou que críticas à urna eletrônica são “desconectadas da realidade”.

Também no mês passado, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), contestou críticas às urnas, acrescentando que Bolsonaro “sempre foi eleito” por meio desse equipamento.

Na última sexta, mesmo dia em que Bolsonaro deu a declaração sobre não respeitar o resultado da eleição, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, divulgou uma nota defendendo que todas as forças políticas assumam o compromisso de respeitar o resultado.

“Todas as forças políticas envolvidas no processo eleitoral precisam assumir, desde já, o compromisso de aceitar o resultado das urnas e de trabalhar em favor do Brasil depois do pleito, seja atuando como situação ou como oposição”, afirmou Lamachia.

Debate

Nesta quarta-feira, Bolsonaro desistiu de participar do debate da TV Globo, marcado para esta quinta (4), por recomendação médica. Em 6 de setembro, ele levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) e, no último sábado (29), recebeu alta.

Respeito ao resultado

No mês passado, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, afirmou que críticas à urna eletrônica são “desconectadas da realidade”.

Também no mês passado, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), contestou críticas às urnas, acrescentando que Bolsonaro “sempre foi eleito” por meio desse equipamento.

Na última sexta, mesmo dia em que Bolsonaro deu a declaração sobre não respeitar o resultado da eleição, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, divulgou uma nota defendendo que todas as forças políticas assumam o compromisso de respeitar o resultado.

“Todas as forças políticas envolvidas no processo eleitoral precisam assumir, desde já, o compromisso de aceitar o resultado das urnas e de trabalhar em favor do Brasil depois do pleito, seja atuando como situação ou como oposição”, afirmou Lamachia.

Debate

Nesta quarta-feira, Bolsonaro desistiu de participar do debate da TV Globo, marcado para esta quinta (4), por recomendação médica. Em 6 de setembro, ele levou uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) e, no último sábado (29), recebeu alta.

Leia Mais Bolsonaro diz que respeita resultado da eleição, mas desconfia da ‘lisura’ do processo

Publicado em 4 de outubro de 2018 por

 

Calendário estabelecido pelo TSE traz informações com o que é permitido ou proibido antes das eleições no domingo.

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Com as eleições cada vez mais próximas, a última semana antes do pleito tem uma agenda com datas importantes e prazos finais, estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira os principais acontecimentos dos dias antes da eleição:

Terça-feira (2)

  • A partir deste dia, nenhum eleitor poderá ser preso. Segundo o TSE, a medida serve para garantir o equilíbrio da disputa e prevenir que prisões sejam usadas como manobra para prejudicar um determinado candidato. Há exceções: se alguém é condenado por crime inafiançável, pego em flagrante ou por desrespeito de salvo-conduto.
  • É também o último dia para pedido de verificação das assinaturas digitais do Sistema de Transporte de Arquivos da Urna Eletrônica, do Subsistema de Instalação e Segurança e da Solução JE-Connect instalados nos equipamentos da Justiça Eleitoral. O pedido pode ser feito por membros das coligações e dos partidos políticos, Ministério Público (MP) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

    Quinta-feira (4)

    • Último dia de transmissão da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. É também o prazo final de propaganda política com comícios e aparelho de som fixo.
    • Último dia para debate entre os candidatos no rádio e na TV. Nesta data, a Globo transmite o debate entre os candidatos à Presidência.

    Sexta-feira (5)

    • Data final para a divulgação paga de propaganda eleitoral na imprensa escrita, incluindo a divulgação das edições impressas na internet.

    Sábado (6)

    • Último dia para uso de alto-falantes, distribuição de material impresso (como santinhos), realização de carreatas, caminhadas ou passeatas.
    • Data em que a Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica deverá promover, em local e horário previamente divulgados, os sorteios das seções eleitorais em que as urnas serão submetidas aos procedimentos de auditoria da votação eletrônica. É também neste dia que será realizada a verificação, pelo TSE, dos sistemas de Gerenciamento, Preparação e Receptor de Arquivos da Urna.

    Domingo (7) — Dia da eleição

    A partir das 7h serão instaladas as seções eleitorais, com a emissão dos relatórios das urnas eletrônicas instaladas. O pleito começa às 8h e termina às 17h, com os boletins de urna podendo ser emitidos a partir das 17h.

Leia Mais Veja o que acontece nos dias da última semana antes das eleições

Publicado em 4 de outubro de 2018 por

No início, os moradores desesperados foram autorizados pelas autoridades a levar comida das lojas já que a ajuda humanitária ainda não havia chegado à região, mas foi avisado que não seria mais permitido esse tipo de ação.

Militares indonésios distribuíram ajuda humanitária no aeroporto de Mutiara Sis Al-Jufri — Foto: Tatan Syuflana / AP PhotoMilitares indonésios distribuíram ajuda humanitária no aeroporto de Mutiara Sis Al-Jufri — Foto: Tatan Syuflana / AP Photo

Sete dias depois do tremor seguido de tsunami que atingiu a ilha de Sulawesi, na Indonésia, milhares de pessoas estão vivendo em acampamentos e sofrem com a lentidão na distribuição da ajuda humanitária. As autoridades reforçaram a segurança nas áreas afetadas e pelo menos 92 pessoas foram detidas por participar de saques.

Mais de 70 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas na sexta-feira (28) depois do terremoto de 7,5 de magnitude e do tsunami, que destruíram as cidades costeiras. O número de mortes subiu nesta quinta-feira (4) para 1.424 mortes.

O Exército indonésio deslocou vários soldados para ficar na frente das lojas, caixas eletrônicos, postos de gasolina e aeroportos.

No início, os moradores desesperados foram autorizados pelas autoridades a levar comida das lojas já que a ajuda humanitária ainda não havia chegado à região, mas foi avisado que não seria mais permitido esse tipo de ação.

Na quarta-feira, em Palu, a cidade mais atingida pela tragédia, a polícia chegou a dar tiros de advertência e a usar gás lacrimogêneo para dispersar moradores que saqueavam lojas.

O porta-voz da polícia, Dedi Prasetyo, disse que as prisões foram feitas por causa de roubo de carros, motocicletas, cigarros, café e alimentos nas cidades de Palu, Sigi, Tolitoli e Donggala. Ele esclareceu que a manutenção da segurança é necessária para que seja retomada a atividade econômica na região.

Leia Mais Polícia prende 92 pessoas por saques após terremoto e tsunami na Indonésia

Publicado em 27 de setembro de 2018 por
General Mourão questionou pagamento do direito e de abono de férias durante palestra
Candidato à Presidência do Brasil Jair Bolsonaro com o candidato a vice general Hamilton Mourão – Antonio Scorza / Agência O Globo

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) rebateu o próprio vice, general Hamilton Mourão (PRTB), que criticou o pagamento de décimo-terceiro salário e o abono de férias durante palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS). O parceiro de chapa do deputado federal destacou que tais direitos eram “jabuticabas brasileiras” ao criticar os custos do trabalhador no discurso.

Bolsonaro usou as redes sociais para frisar que o décimo-terceiro está previsto na Constituição. O candidato destacou que criticar este direito é uma “ofensa a quem trabalha” e configura uma “confissão de desconhecimento” sobre o texto constitucional.

“O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa à quem trabalha (sic), confessa desconhecer a Constituição”, escreveu Bolsonaro.

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A declaração de Mourão foi dada em palestra na última quarta-feira. O general disse que esses benefícios da lei trabalhista são um peso para o empresário.

– Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada 12 (meses), como é que nós pagamos 14? É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil – disse Mourão.

– São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo. Leia Mais Após vice defender fim do 13º, Bolsonaro rebate e diz que proposta é ‘ofensa a quem trabalha’

Publicado em 27 de setembro de 2018 por

No jogo que definirá a classificação final da chave, a seleção não terá o técnico Renan Dal Zotto

usacelebrateFoto: Divulgação FIVB

O Brasil folgou nesta quinta-feira, mas garantiu a classificação para as semifinais do Mundial masculino de vôlei graças aos Estados Unidos. A seleção americana, única invicta na competição até o momento, manteve o histórico irretocável ao vencer a Rússia no Pala Alpitour, em Turim, por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/23 e 25/23. O resultado, somado à derrota para a seleção brasileira na véspera, eliminou os russos na 3ª fase do evento.

Os Estados Unidos, neste momento, lideram o Grupo I com uma vitória e três pontos, enquanto o Brasil soma apenas dois, uma vez que bateu os russos apenas no tie-break. As duas seleções se enfrentam nesta sexta-feira, às 12h (horário de Brasília), em jogo que definirá a liderança da chave e o cruzamento para a semifinal.

Para o confronto, o Brasil não poderá contar com o técnico Renan Dal Zotto. O treinador foi suspenso por um jogo pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) sob a acusação de conduta inapropriada. Imagens divulgadas pela FIVB mostram Renan soltando uma bola em direção à quadra no tie-break entre Brasil e Rússia, com um ponto em andamento. Renan afirmou que a ação foi não intencional, mas que respeitava a decisão da entidade. Assim, os campeões olímpicos serão orientados à beira da quadra pelo auxiliar Marcelo Fronckowiak.

Se esta chave da 3ª fase do Mundial está definida, a outra está em aberto. No Grupo J, Itália, Sérvia e Polônia ainda disputam as vagas na semifinal. Como os italianos, derrotados nesta quarta-feira, não jogam nesta quinta-feira, a classificação só será finalizada na sexta-feira no confronto entre os donos da casa e a Polônia.

O americano Russell ataca na partida contra a Rússia — Foto: Divulgação FIVBO americano Russell ataca na partida contra a Rússia — Foto: Divulgação FIVB

Leia Mais EUA vencem a Rússia e garantem o Brasil nas semifinais do Mundial

Publicado em 27 de setembro de 2018 por

Tara Fares, de 22 anos, levou três tiros. Ministério do Interior confirma morte da modelo e diz que crime será investigado.

missTara havia postado esta imagem há 4 dias no Instagram. — Foto: Reprodução/Instagram/Omar Moner

A modelo iraquiana Tara Fares, de 22 anos, foi vítima de uma emboscada e morta a tiros em Bagdá, segundo o Ministério do Interior do Iraque. De acordo com o comunicado oficial, o corpo da jovem chegou ao hospital por volta das 17h45 (horário local) desta quinta-feira (27), com ferimentos letais causados por três balas. O crime está sendo investigado.

Tara venceu o concurso Miss Bagdá em 2015. Ela fazia sucesso nas redes sociais – sua conta no Instagram tem mais de 2,6 milhões de seguidores.

Nesse perfil, inclusive, há uma publicação póstuma, com uma foto em preto e branco da modelo. Na legenda, um texto religioso pede para “Alá perdoá-la e concedê-la com Sua grande misericórdia”.

Publicado em 27 de setembro de 2018 por

Decisão do TSE barrou a candidatura ao governo do RJ com base na Lei da Ficha Limpa. ‘Tirar um candidato que está subindo nas pesquisas rumo à vitória a dez dias da eleição é covardia’.

Garotinho se pronunciou em transmissão ao vivo pelas redes sociais — Foto: Reprodução/Facebook Garotinho se pronunciou em transmissão ao vivo pelas redes sociais — Foto: Reprodução/Facebook

Anthony Garotinho, cuja candidatura ao governo do Estado do Rio pelo PRP foi rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na manhã desta quinta-feira (27), afirmou que a decisão foi motivada pelo seu desempenho nas pesquisas eleitoriais recentes.

O ex-governador acrescentou que segue, ainda nesta quinta, para Brasília a fim de procurar entrar com recursos que garantam a continuidade da sua campanha.

“Se eu tinha a mínima dúvida que pudesse restar de que a minha candidatura é uma pedra no sapato do esquema de corrupção do Rio, agora não resta mais. Se eu tinha a mínima dúvida de que tinha gente do Judiciário do Rio no esquema do Sérgio Cabral, agora eu não tenho a menor dúvida, agora eu tenho certeza. O TSE julgou como foi mandado para lá. As provas foram constituídas aqui no Rio de Janeiro”, afirmou Garotinho.

Na decisão do TSE, todos os sete membros da Corte votaram por negar recurso da defesa contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que já havia barrado a candidatura com base na Lei da Ficha Limpa.

Ainda segundo ele, a decisão teria sido motivada pelo seu bom desempenho nas pesquisas eleitorais. “Tirar um candidato que está subindo nas pesquisas rumo a vitória a dez dias da eleição é covardia. Fizeram esse julgamento hoje para não deixarem eu participar do debate que vai ter. Sendo que tem outras pessoas que estão na minha frente concorrendo com liminar. Fizeram esse julgamento às pressas porque eu subi nas pesquisas”, disse Garotinho.

Leia Mais Garotinho vai a Brasília para recorrer de decisão do TSE; desempenho nas pesquisas motivou inelegibilidade, diz

Publicado em 27 de setembro de 2018 por

Ele já havia sido barrado pelo Tribunal Regional Eleitoral do RJ e recorreu ao TSE para tentar se manter na disputa. Ministros levaram em conta condenação por improbidade administrativa.

O candidato Anthony Garotinho durante ato de campanha em Seropédica (RJ) nesta quarta-feira (26) — Foto: Reprodução/TV GloboO candidato Anthony Garotinho durante ato de campanha em Seropédica (RJ) nesta quarta-feira (26) — Foto: Reprodução/TV Globo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (27), por unanimidade, o registro da candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio de Janeiro.

Todos os 7 membros da Corte votaram por negar recurso da defesa contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que já havia barrado a candidatura, com base na lei da Ficha Limpa.

Em tese, Garotinho ainda poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas a decisão do TSE terá efeito imediato. Com isso, o ex-governador foi impedido de fazer campanha e veicular propaganda no rádio e na TV.

Na sessão do TSE, a ministra Rosa Weber votou a favor de Garotinho manter a campanha enquanto ainda houver possibilidade de recurso, mas foi vencida pelos outros seis ministros.

A defesa de Garotinho informou que deverá recorrer da decisão do TSE. A estratégia é tentar obter decisões liminares na Justiça que revertam a condenação do ex-governador por improbidade administrativa.

“A defesa vai recorrer, está definindo quais as medidas que vamos tomar. Estamos buscando decisões liminares para reverter a condenação. Tem a possibilidade de embargos de declaração”, disse a advogada Gabriela Rollemberg.

Embargos de declaração são recursos que podem ser apresentados ao próprio TSE, com objetivo de esclarecer alguma omissão, obscuridade ou contradição no julgamento desta quinta.

Os advogados também tentarão reverter outra condenação, criminal, por calúnia, que também pesou no indeferimento de registro de Garotinho.

Os ministros também decidiram que a coligação de Garotinho não precisará devolver os recursos públicos já usados na campanha. No entanto, não poderá mais usar a verba para promover a candidatura.

Votaram contra a candidatura de Garotinho no TSE: o relator do caso, Og Fernandes, e os ministros Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Jorge Mussi e Rosa Weber.

Na mais recente pesquisa Ibope para o governo do Rio, divulgada na terça (25), Garotinho apareceu empatado em 2º lugar com Romário (Podemos). Ambos têm 16%. O candidato do DEM, Eduardo Paes, lidera com 24% das intenções de voto.

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Publicado em 27 de setembro de 2018 por
Publicado em 26 de setembro de 2018 por
Publicado em 26 de setembro de 2018 por

Candidato à Presidência pelo PSL segue internado no Hospital Albert Einstein se recuperando de facada recebida no começo do mês.bolsonaro-hospital-roger

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse nas redes sociais, na manhã desta quarta-feira (26), que o povo quer saber de emprego e segurança, e não de “falácias” sobre a ditadura.

O candidato se recupera desde 7 de setembro no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, após sofrer uma facada no abdômem durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), um dia antes.

Ele precisou passar por duas cirurgias desde então. O último boletim médico divulgado pelo hospital, na tarde desta terça (25), afirma que Bolsonaro iniciou “dieta branda”, com boa aceitação.

Na segunda (24), o candidato deu entrevista à rádio Jovem Pan. Na conversa, gravada no quarto onde está internado, disse que, se eleito, “não haverá espaço” para indicações políticas em ministérios.

Questionado sobre críticas que o classificam como um “risco” à democracia, o presidenciável afirmou que é um “risco aos esquemas deles”, citando indicações políticas.

“Essa maneira, de não aceitar indicação política, como eu tenho conversado com parlamentares, é uma maneira de resgatar, buscar o resgate da credibilidade do deputado. Não tem como aceitar”, declarou.

Bolsonaro em entrevista no quarto do hospital — Foto: Reprodução/Jovem PanBolsonaro em entrevista no quarto do hospital — Foto: Reprodução/Jovem Pan

Imposto de renda

Também na entrevista de segunda-feira à Jovem Pan, Bolsonaro defendeu a proposta de seu principal assessor econômico, Paulo Guedes, que isenta do Imposto de Renda quem ganha até cinco salários mínimos. Pela proposta, para quem ganha acima disso, será cobrada uma alíquota única de 20%.

“A proposta do Paulo Guedes do Imposto de Renda, eu até falei: ‘Você está sendo ousado’. A proposta dele é o seguinte: quem ganha até cinco salários mínimos não paga imposto de renda. E, dali para frente, uma alíquota única de 20%”, disse o presidenciável.

Segundo o candidato, a medida geraria uma perda de arrecadação, mas daria “gás” às empresas e por isso, afirmou, compensa.

“A União perderia arrecadação, sim, mas o gás que você daria para as empresas, para os comerciantes, produtores rurais, para empregar gente, desonerando a folha de pagamento, compensa e muito”, afirmou Bolsonaro.

“Vamos mexer na economia nessa área, sem sacrifício para ninguém. Se a alíquota de 20% estiver alta para alguns, eu converso com o Paulo Guedes. ‘Ô Paulo, em vez de ser acima de cinco, 20; até 10, 15; e dali para a frente’. Resolve essa parada aqui. Eu só falei uma coisa. Eu falei: ‘Paulo, eu só quero uma coisa: que a União arrecade menos'”, declarou.

Impacto da mexida proposta no Imposto de Renda

De acordo com dados da Receita Federal, 18,753 milhões dos brasileiros que declararam imposto de renda em 2017 (ano-calendário 2016) ganhavam até 5 salários mínimos mensais, o equivalente a R$ 4.777.

Este grupo ficaria isento pela proposta de Bolsonaro. No ano passado, o governo federal arrecadou R$ 153,98 bilhões com o pagamento de imposto de renda de pessoas físicas. Desse total, R$ 3,612 bilhões representam a arrecadação da faixa de renda até 5 salários mínimos.

Pela tabela em vigor hoje, estão isentos do Imposto de Renda os contribuintes que recebem por mês até R$ 1.903,98 [pouco menos que dois salários mínimos], descontada a contribuição previdenciária.

A partir desse valor, as retenções são calculadas com base em alíquotas de 7,5%, 15%, 22,5% ou 27,5% sobre o valor dos rendimentos, descontada a parcela dedutível (desconto fixo) para cada faixa de rendimento. Hoje, a alíquota de 27,5% é a mesma para todos os contribuintes que recebem mais de R$ 4.664,68. Ou seja, pela proposta de Bolsonaro, quem hoje paga 7,5%, 15% ou 22,5% ficaria isento. E quem paga 27,5% passaria a pagar apenas 20%.

Pela proposta apresentada por Jair Bolsonaro, todos os que tiverem salários acima de R$ 5.030 terão alíquota de 20% de imposto de renda – levando em conta o salário mínimo de R$ 1.006 proposto pelo atual governo para 2019.

A seguir, veja uma simulação de como será o pagamento de Imposto de Renda em 2019 levando em conta a regra atual e o que Bolsonaro propôs:

  • Quem ganha R$ 5.030: pagará R$ 527,39 (regra atual) ou R$ 0 (proposta de Bolsonaro);
  • Quem ganha R$ 10 mil: pagará R$ 1.880,64 (regra atual) ou R$ 994 (proposta de Bolsonaro);
  • Quem ganha R$ 20 mil: pagará R$ 4.580,64 (regra atual) ou R$ 2.944 (proposta de Bolsonaro);
  • Quem ganha R$ 30 mil: pagará R$ 7.280,64 (regra atual) ou R$ 4.994 (proposta de Bolsonaro).

Os cálculos são da professora de finanças do Insper Juliana Inhasz e não levam em conta possíveis alterações nas deduções, já que o candidato falou apenas na mudança de alíquota.

Leia Mais Bolsonaro diz que povo quer saber de emprego e segurança, e não de ‘falácias’ sobre a ditadura

Publicado em 26 de setembro de 2018 por

O encontro de representantes das quinze nações costuma ser ensaiado e bastante protocolar, tudo o que o líder americano rejeita.

Trump na Assembleia Geral da ONU — Foto: Carlos Barria/ReutersTrump na Assembleia Geral da ONU — Foto: Carlos Barria/Reuters

Nesta quarta-feira (26), o presidente americano Donald Trump preside a reunião do grupo mais seleto da Organização das Nações Unidas, o Conselho de Segurança. A representante dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, já havia especulado na semana passada que a reunião seria a “mais assistida de todos os tempos” – e ela pode estar certa, mas não necessariamente pelas razões esperadas neste tipo de ocasião. O encontro de representantes das quinze nações costuma ser ensaiado e bastante protocolar, tudo o que o líder americano rejeita.

O clima é de tensão e muitas incertezas giram em torno da liderança do presidente Donald Trump no órgão mais exclusivo das Nações Unidas, responsável pela manutenção da paz e da segurança a nível mundial. Inicialmente, estava planejado que a reunião focaria nas violações ao direito internacional do Irã, mas decidiu-se abordar de maneira geral a proliferação de armas nucleares para evitar que seja estabelecido o direito de resposta do presidente iraniano, Hassan Rouhani.

Conselho de Segurança da ONU — Foto: AP Photo/Seth WenigConselho de Segurança da ONU — Foto: AP Photo/Seth Wenig

Ainda não se sabe ao certo se o presidente seguirá o plano, o que pode resultar em uma interação entre Trump e Rouhani. Ainda assim, é improvável que alguma decisão contra o Irã seja tomada no encontro. Os outros quatro membros permanentes do grupo, China, Rússia, Reino Unido e França, mantêm o acordo nuclear que firmaram em 2015 e do qual Trump retirou os Estados Unidos. O tratado suspendeu as sanções contra Teerã em troca de concessões no programa nuclear iraniano. Em todo caso, espera-se que Trump volte a atacar duramente o país.

Confronto com Bolívia

Outra possível interação que chama atenção é com o presidente da Bolívia, Evo Morales. O país iniciou uma participação de dois anos no Conselho de Segurança em 2017. Morales é um feroz crítico de Donald Trump e já chegou a dizer que o presidente americano tem problemas mentais e que tem preconceito contra latino-americanos. Durante os últimos 21 meses, a Bolívia usou seu assento no grupo para alfinetar os americanos sempre que teve oportunidade.

O foco de Trump mudou completamente do ano passado para este ano. Em 2017 as atenções de Trump estavam voltadas para a Coreia do Norte, quando o americano assegurou que Kim Jon-un era um “homem foguete” com uma “missão suicida” e ameaçou destruir o país. Um ano depois, nesta terça-feira (25), Trump elogiou a coragem do líder norte-coreano no processo de diálogo e ignorou evidências de que o país não se afastou do caminho nuclear.

‘Ditadura corrupta do Irã’

O americano focou no Irã. Ele afirmou que os líderes iranianos fazem parte de uma “ditadura corrupta” e buscam semear “caos, morte e destruição”. Trump lançou uma campanha de pressão econômica para impedir o acesso do Irã a fundos para desenvolvimento regional e pediu que as nações aliadas isolem as lideranças iranianas, enquanto ainda houver agressões. Em resposta, Rouhani afirmou que a “segurança internacional não é um brinquedo da política doméstica americana”. Outros líderes, como o francês Emmanuel Macron, adotaram tom mais conciliador e pediram a cooperação internacional.

O assunto da reunião desta quarta-feira foi escolhido pela Casa Branca. Em geral, o país que preside o Conselho é que escolhe a pauta do encontro. Essa será apenas a terceira vez na história que um presidente americano preside a sessão. O democrata Barack Obama presidiu as outras duas reuniões, em 2009 e 2014.

Leia Mais Com Donald Trump, Conselho de Segurança da ONU será imprevisível

Publicado em 26 de setembro de 2018 por

‘Você é uma mulher, véi, tem que aceitar isso!’, diz trecho da gravação. Rapaz, que também é mineiro, foi preso e autuado por dois crimes.

A universitária de Belo Horizonte agredida nos Estados Unidos gravou parte da briga que teve com o namorado, que foi preso e autuado por dois crimes. Na gravação, Melissa Gentz, de 22 anos, é chamada de burra. Em outro trecho, o homem, que seria o também mineiro Erick Bretz, de 25, diz: “você é uma mulher, véi, tem que aceitar isso!”. (Ouça a gravação no vídeo acima)

Melissa contou que no domingo (23) estava na casa de Erick, em Tampa, na Flórida, e que eles assistiam a um filme, mas que o jovem começou a beber. A estudante falou que ele usa remédio para dormir e que não pode ser misturado à bebida alcoólica.

“Depois de um tempo ele começou a ficar agressivo. Pedia sem parar o meu celular. Ele ficou elétrico. Eu queria dormir porque no outro dia eu tinha aula. Eu queria ir embora e ele não deixava”, relembrou Melissa.

No áudio gravado pela jovem, o rapaz diz que era para ela dar o celular quando ele pedisse. “Por que você é tão burra assim? Para de fazer burrice, véi. Você não tem mais noção de p… nenhuma. Já te falei, véi. Para de ser burra! (…) Você não aceita o homem que tem mais dominância do que você. Você não aceita, você acha que é o homem da relação. Mas você não é, você é uma mulher, véi, tem que aceitar isso!”.

Procuramos a família de Bretz, mas até última atualização desta reportagem ninguém havia se manifestado.

Melissa contou que Erick a empurrou várias vezes, prendeu a cabeça dela entre as pernas dele, pegou um vidro de soro fisiológico e virou no rosto de Melissa.

“Ele apertava o meu rosto, chutou o meu rosto, me puxou pelos cabelos pelo apartamento. Ele bateu a minha cara no chão”.

Com muito custo, Melissa conta que conseguiu se desvencilhar de Erick e correu para dentro do banheiro, mas ele arrombou a porta. “Para eu me livrar dele, eu entreguei o celular para ele e saí correndo para a portaria do prédio”.

Melissa disse que o porteiro chamou a polícia e uma ambulância para socorrê-la. Depois de medicada, no mesmo dia, à tarde, Melissa voltou ao apartamento de Erick para buscar os objetos pessoais. Ela estava acompanhada de dois policiais. O rapaz estava dormindo e recebeu voz de prisão.agressao

Fiança

Para se livrar da cadeia, Erick precisará pagar uma fiança de US$ 60 mil dólares – o que equivale a cerca de R$ 240 mil. Caso a fiança seja paga, o jovem ainda terá de entregar o passaporte para responder ao processo nos Estados Unidos.

Melissa foi para Flórida em janeiro de 2015 para estudar biologia celular e molecular. Ela se formaria em dezembro, mas como está muito machucada não tem condições físicas de frequentar as aulas. Ela disse que deve trancar este semestre.

Ela contou ainda que houve outros episódios de ciúmes e que ele sempre pegava o celular dela. “Ele gritava, me ameaçava, dizia que eu era louca, que eu era surtada. Eu não podia ficar sem o meu celular porque como moro fora eu preciso do celular”, disse a jovem, que tinha no aparelho um meio de comunicação com os parentes.

Por causa da agressão, os pais e a irmã de Melissa chegaram aos Estados Unidos nesta segunda-feira (24) para acompanhar o caso. Ela e a família vão nesta terça (25) a um escritório de advocacia para tomar conta do caso. “O homem que te bate uma vez não vai mudar mais”, desabafou.

Namoro de três meses

Erick e Melissa namoravam há apenas três meses, desde junho. Segundo ela, o ex foi para os Estados Unidos com a intenção de fazer faculdade de administração. Ele também foi campeão de motocross.

De acordo com o site do Tampa Police Department Bookings – Departamento de Polícia de Tampa –, Bretz foi preso no dia da agressão.

Ainda de acordo com o site, Erick está preso e responde por duas acusações: “domestic battery by strangulation” (violência doméstica por estrangulamento) e “tampering with a witness” (intimidar vítima ou testemunha).

Fotos de Melissa mostram a jovem muito machucada no rosto em um lugar que parece ser o parapeito de uma janela em um banheiro, há um chumaço de cabelos molhados.

No Instagram de Melissa, ela repostou nesta terça-feira (25) uma foto em que veste uma camiseta preta de alcinha e desabafa: “Estou repostando essa foto porque meu ex namorado deletou ela sem eu ver. Ele disse que mulher com namorado não podia ter foto “mostrando os seios” no instagram. Eu peço que TODAS as mulheres possam ter força e coragem para terminar relacionamentos abusivos como o meu último. Começou com reclamações das minhas fotos no Instagram, depois dos comentários nas fotos, mensagens que eu recebia no WhatsApp… até que ele me pegou pelo cabelo e disse que eu precisava aceitar minha realidade porque eu era a mulher da relação. Um homem que te trata assim não te respeita e não te vê nem como ser humano. Ele não vai mudar. Se coloque em primeiro lugar sempre antes que seja tarde demais”.

Melissa Gentz depois de ser espancada — Foto: Melissa Gentiz/Arquivo pessoal Melissa Gentz depois de ser espancada — Foto: Melissa Gentiz/Arquivo pessoal

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Publicado em 20 de setembro de 2018 por
Publicado em 19 de setembro de 2018 por

Fear’ teve 900 mil cópias vendidas apenas no dia de seu lançamento, e é o melhor início já registrado por sua editora. Livro escrito por jornalista que ajudou a revelar caso Watergate, que derrubou Nixon, já teve sua décima impressão encomendada.

Capa do livro ‘Fear: Trump in the White House’, de Bob Woodward — Foto: Simon & Schuster via APCapa do livro ‘Fear: Trump in the White House’, de Bob Woodward — Foto: Simon & Schuster via AP

O livro do célebre jornalista americano Bob Woodward sobre o governo Trump, “Fear” (Medo), vendeu mais de 1,1 milhão de exemplares em sua primeira semana nas livarias, o melhor início já registrado por sua editora Simon and Schuster.

A cifra inclui as vendas de livros impressos, audiolivros e livros digitais, informou a editora, filial do grupo de mídia CBS, em comunicado.

Somente no dia 11 de setembro, quando foi lançado o livro , “Fear” vendeu 900 mil exemplares.

Woodward, o jornalista do “Washington Post” que, junto com Carl Bernstein, ajudou a revelar o escândalo Watergate que derrubou o presidente Richard Nixon em 1974, teve um sucesso maior que o livro “Fire and Fury”, de Michael Wolff, também sobre o governo Trump e com mais de 1 milhão de cópias vendidas na primeira semana.

A editora anunciou que já providenciou a 10ª impressão do livro, o que elevará a quantidade de cópias impressas a 1,2 milhão.

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