Publicado em 13 de setembro de 2018 por
Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Candidato do PSL foi submetido a cirurgia de emergência para desobstruir o intestino na noite de quarta. Segundo médicos, ele passa bem e não sentiu dores nem náusea.

bolsonaro-hospital-rogerO candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, evolui bem após passar por cirurgia de emergência para desobstruir o intestino na noite de quarta-feira (12), informou boletim médico divulgado na manhã desta quinta-feira (13) pelo Hospital Albert Einstein.

O candidato está internado desde sexta (7) no hospital da Zona Sul de São Paulo, após ser vítima de uma facada durante ato de campanhaem Juiz de Fora, Minas Gerais.

O procedimento durou duas horas e terminou por volta das 23h30. Segundo os médicos, a nova intervenção foi bem-sucedida e o candidato passa bem. Ele não sentiu dores nem teve náusea durante a madrugada. Bolsonaro foi levado para o mesmo leito onde estava antes da cirurgia, e voltou a ter o protocolo de cuidados de UTI.

Carlos Bolsonaro, um dos filhos do candidato, fez na manhã desta quinta um post nas redes sociais sobre a cirurgia.

 @CarlosBolsonaro

 Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem; estou vendo de perto o trabalho dessas pessoas desde o início e só temos a agradecer! Noite delicada, mas 100% contornada. O velho é forte como um cavalo, não é a toa que seu apelido de Exército é “cavalão”!

Cirurgia

Na noite de quarta, o hospital informou que Bolsonaro teve “distensão abdominal progressiva e náuseas”, e precisou passar por uma tomografia no abdômen. O exame identificou presença de aderência obstruindo o intestino delgado. Segundo o hospital, a solução do problema era cirúrgica.

Em uma das três perfurações sofridas no intestino delgado, formou-se uma fístula, um pequeno orifício, que provocou inflamação e gerou o quadro de aderência, que é uma obstrução intestinal.

De acordo com médicos especialistas, a aderência (ou a união de dois tecidos do corpo) ocorreu em decorrência da cicatrização interna em áreas que sofreram incisão cirúrgica, no caso, a realizada após a facada.

Novo boletim médico do candidato Jair Bolsonaro — Foto: ReproduçãoNovo boletim médico do candidato Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução

A aderência foi causada pela inflamação decorrente do trauma e dificultou a passagem de alimentos pelo intestino. Na cirurgia, as fístulas foram suturadas e as aderências foram liberadas.

“Além disso, constatou-se um extravasamento de secreção entérica (secreção intestinal) a montante do ponto de obstrução em uma das suturas realizadas anteriormente para correção dos ferimentos intestinais. Em grandes traumas abdominais esta complicação é mais frequente do que em cirurgias programadas”, diz o boletim da manhã desta terça (leia a íntegra acima). “A limpeza abdominal foi realizada como feito rotineiramente.”

Todos os pontos de possível obstrução foram tratados para reduzir a chance de novos problemas na região.

A alimentação voltou a ser parenteral (endovenosa) desde a tarde de quarta. A dieta será liberada quando se reestabelecer o trânsito gástrico. O tipo de dieta será decidido após a liberação.

Bolsonaro sofreu um atentado na última quinta-feira (6) e foi atingido por uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Bolsonaro precisou passar por cirurgia após sofrer lesões nos intestinos delgado e grosso, e foi encaminhado para o Albert Einstein no dia seguinte.

Recuperação em hospital de SP

A previsão inicial de internação era de sete a dez dias. Médicos e parentes do presidenciável disseram que a nova cirurgia, porém, deve atrasar a alta.

Depois de sair do hospital, o candidato será submetido a outra cirurgia de grande porte para “reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”.

A realização da operação já estava prevista para depois que o candidato tiver alta. Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia só deve acontecer daqui a dois meses. Nesse meio tempo, Bolsonaro seguirá com a bolsa externa ligada à barriga.

Leia Mais Bolsonaro evolui bem após cirurgia no intestino, diz boletim médico

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Delegada diz que Joel Cunha Silva, 21, cometeu crime com crueldade, furando os olhos do companheiro; ele foi capturado em Anápolis, onde morava nas ruas.

Joel Silva foi preso suspeito de matar o namorado em Goiânia — Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoJoel Silva foi preso suspeito de matar o namorado em Goiânia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Um jovem de 21 anos foi preso suspeito de matar a facadas o namorado, Doasley Ferreira de Souza, de 34 anos, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, Joel Cunha Silva, de 21 anos, cometeu o crime com crueldade, furando os olhos do companheiro e gravando as iniciais do próprio nome na barriga do companheiro.

A delegada responsável pelo caso, Magda D’Ávila, disse que Joel e Doasley mantinham um relacionamento há alguns meses. Ela afirma que o jovem confessou o crime, mas negou que os dois fossem namorados. A investigadora acredita que o crime tenha sido motivado por ódio e por “não aceitação da própria orientação sexual”.

“Foi um crime horrível, com requintes de crueldade. Ele esfaqueou os olhos do namorado, o perfurou por várias partes do corpo e ainda escreveu ‘Jo’ na barriga dele. Ele diz que matou o Doasley porque havia pedido dinheiro para ele, mas ele não havia entregado. Nós apuramos que sim, eles tinham um relacionamento, eram namorados, o que ele nega veementemente”.

 “Trata-se de um crime cometido com muito ódio. A gente percebe que ele estava neste relacionamento, mas tinha raiva, não aceitava a própria orientação sexual”, disse a investigadora.

Não conseguimos localizar a defesa de Joel.

O crime ocorreu no dia 14 de abril deste ano, na quitinete em que Doesley morava, no Setor dos Funcionários, região central de Goiânia.

Conforme a delegada, no local estavam Joel, Doesley e um amigo do casal, Luiz Roberto de Morais, quando uma discussão começou. Durante a briga, conforme a investigadora, Joel esfaqueou o namorado e fugiu. O corpo foi encontrado por colegas de trabalho da vítima.

Segundo a delegada, Luiz Roberto foi localizado em junho, dois meses após o crime, e chegou a ser preso suspeito do crime. Ele negou ter participado e indicou o nome de Joel como sendo o autor das facadas. A investigação concluiu que Luiz não teve participação na morte, o inocentou do homicídio, mas o indiciou por omissão de socorro.

“Foi por meio do Luiz Roberto que nós encontramos Joel. Ele negou o fato, disse que o Joel havia sido o autor. Dois meses depois, quatro meses de pois do crime, a Inteligência da polícia localizou o autor, que estava morando as ruas em Anápolis. Ele, além de confessar, disse que Luiz Roberto realmente não cometeu o crime e, inclusive, tentou apartar a briga”, contou a delegada.

Joel foi indiciado por homicídio duplamente qualificado. Já Luiz Roberto, como a investigadora explicou, vai responder por omissão de socorro, por ter fugido do local após o crime.

Leia Mais Jovem é preso suspeito de matar namorado a facadas e riscar iniciais do próprio nome na barriga da vítima

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Segundo a Delegacia de Defesa da Mulher, jovem aparenta estar arrependida de denunciar o pai, de quem engravidou duas vezes. Advogados foram contratados pela filha para tentar tirá-lo da cadeia.Violência-doméstica-contra-crianças-e-idosos

A jovem que foi abusada pelo pai desde criança vivia um relacionamento “de marido e mulher” com ele, segundo apuração da Delegacia de Defesa da Mulher da Mulher (DDM) de Jundiaí (SP). O homem está preso temporariamente desde segunda-feira (10), no Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista (SP).

Em entrevista, a investigadora responsável pelo caso afirmou que a mulher, hoje com 27 anos, tinha um relacionamento com o pai desde os 15.

“Eles viviam como marido e mulher. Muitas pessoas sabiam e faziam ‘vista grossa’, porque ela aceitava a situação e não era forçada a isso”, explica a investigadora Lilian Picchi.

O caso chegou à DDM apenas no fim de agosto, quando a vítima procurou ajuda por influência de uma amiga. Ela disse que começou a ser estuprada quando tinha 7 anos e que os abusos aconteciam com frequência na casa onde morava com o pai, a mãe, dois irmãos e uma irmã.

Durante o período dos abusos, a vítima ficou grávida duas vezes – o primerio filho morreu ao nascer e o segundo está com 7 anos. Ainda segundo a polícia, após os 15 anos, o relacionamento teria sido consentido entre pai e filha.

Segundo Lilian, a mulher aparenta estar arrependida de ter denunciado o pai, já que, ao saber da prisão dele, saiu de um abrigo da prefeitura, onde recebia atendimento psicológico e assistência social, para contratar um advogado para defendê-lo e tentar tirá-lo da prisão.

Em depoimento à polícia, a jovem afirmou que chegou a ter alguns namorados, mas contou que os relacionamentos nunca davam certo, porque o pai era muito ciumento e “ficava em cima” quando ela saía com os rapazes.

A mãe da jovem só foi saber do caso em 2017, quando a filha revelou que o pai era progenitor do filho dela. Após a revelação, o homem teria saído de casa e voltado algum tempo depois. Neste período, eles continuaram tendo relações sexuais.

Apesar de morar com a esposa, a polícia afirma que o homem não tinha mais nenhum tipo de relacionamento amoroso com ela.

A DDM afirmou que a mulher não pode retirar a queixa, já que os abusos começaram quando ela ainda era uma criança.

‘Nunca vi caso assim’

Lilian afirmou que o desenrolar do caso surpreendeu a ela e a todos da DDM. A família não teve a identidade revelada à imprensa, mas o G1 tenta contato com o advogado contratado pela mulher.

“Em 20 anos de trabalho nós nunca vimos um caso assim. É muita reviravolta, uma situação difícil de compreender”, conta.

O homem deve permanecer preso por 30 dias até que o inquérito seja analisado por um juiz. A investigadora disse que o advogado contratado pela filha deve entrar com um habeas corpus para tentar liberar o homem.

A DDM afirmou que, apesar de ter deixado o abrigo mantido pela prefeitura, a vítima continua recebendo atendimento psicológico.

Leia Mais ‘Viviam como marido e mulher’, diz DDM sobre filha abusada pelo pai durante anos

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Ele está preso na penitenciária em Tremembé (SP) condenado pelo assassinato da ex-namorada Mércia Nakashima. Crime foi em 2010. MP deu parecer contrário ao pedido na última terça-feira (11).

Mércia Nakashima e Mizael Souza foram namorados e ele acabou condenado pela morte dela; assassinato foi em 2010 — Foto: Arquivo/Reprodução/TV Globo/Juliana Cardilli/G1Mércia Nakashima e Mizael Souza foram namorados e ele acabou condenado pela morte dela; assassinato foi em 2010 — Foto: Arquivo/Reprodução/TV Globo/Juliana Cardilli/G1

O detento Mizael Bispo de Souza, condenado a 22 anos e oito meses pela morte da ex-namorada Mércia Nakashima, recorreu à Justiça para ter assistência médica fora do presídio em Tremembé (SP), onde cumpre pena pelo assassinato desde agosto de 2015. O crime foi em 2010.

O pedido foi feito no fim do ano passado e submetido a esclarecimentos da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) sobre a saúde do presidiário. No último dia 11, com as informações do Estado, o Ministério Publico (MP-SP) deu parecer contrário ao requerimento de Mizael. Não há prazo para decisão da Vara de Execuções Criminais (VEC).

No pedido feito pelo advogado de Mizael, Marcos Vinícius Cesar Doria, ele diz que o detento precisa fazer exames cardiológios em ‘estabelecimento adequado’ e solicita escolta policial para acompanhar o condenado.

A SAP informou ao judiciário que Mizael faz acompanhamento com médico cardiologista desde março de 2017, que passa por consultas períodicas e atualmente tem estado de saúde considerado estável, mantendo medicação contínua. Ele toma medicamentos como losartana, para hipertensão, e atenolol, para doenças vasculares.

A pasta afirmou ainda que Mizael fez teste ergométrico e ecocardiograma em março deste ano, com resultados dentro da normalidade.

Com base neste documento da SAP, o promotor Luiz Marcelo Negrini, considerou que Mizael já recebe o atendimento médico necessário dentro do sistema prisional e não tem qualquer problema que afete seu estado clínico – por isso, o MP deu parecer contrário à saída do preso para fazer exame.

Antes do pedido para deixar a prisão para fazer exames, Mizael já tentou cumprir pena domiciliar, alegando risco de vida na unidade onde está preso; e também pediu progressão para o regime semiaberto em 2016. Os dois pedidos foram negados pela Justiça.

G1 procurou o advogado de Mizael, Marcos Vinícius Cesar Doria, que reforçou que o pedido “é um direito comum a todos os detentos”.

Leia Mais Com problema cardíaco, Mizael vai a Justiça por assistência médica fora do presídio

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

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A menina de 11 anos, que foi estuprada pelo irmão dentro de casa, está internada em estado grave no Hospital Municipal de Serrinha, a cerca de 175 km de Salvador, nesta quinta-feira (13).

A polícia informou, com base no boletim médico fornecido pela unidade de saúde, que a criança teve hemorragia interna devido a uma laceração na região íntima, após ser violentada.

Bruno Cordeiro Reis, de 20 anos, violentou a criança durante uma visita. O jovem foi preso na casa onde estuprou a vítima, poucas horas depois do crime, e confessou o abuso.

Ele é irmão da garota apenas por parte de mãe, e esteve na casa para visitar a família. Segundo a polícia, ele aproveitou a ausência da mãe para atacar a criança.

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Publicado em 13 de setembro de 2018 por
Publicado em 13 de setembro de 2018 por
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Na terça-feira (11) o programa SABATINA da radio Comunidade FM entrevistou o ex-ministro das Cidades e candidato ao senado Bruno Araújo. Confira trechos da entrevista, conduzida por César Mello e Jason Lagos.

SABATINA: Espalhou-se no dia de ontem um boato indicando que o senhor poderia abrir mão da candidatura ao senado e ir para uma outra posição nessa eleição. Tem possibilidade de isso vir a acontecer, deputado?

BRUNO ARAÚJO: Isso é falsa propaganda, uma fake news, pois quem me conhece sabe que quando tomo uma decisão, vou em frente com firmeza. Há 30 dias que começamos uma campanha pra senador.  Lógico que fomos o ultimo a entrar, todos os outros candidatos entraram há bem mais tempo. Todos eles são candidatos que já foram majoritários  no Estado, pro Senado, pro Governo , pra Recife, todos os 5 mais bem colocados.  Eu estou pela primeira vez na disputa para o Senado, numa eleição em que todos sabem que a população esta muito desconectada, desiludida. O tempo de televisão diminuiu bastante, não tem mais carro de som e eu que sou muito conhecido nesta região do Agreste, tenho um grande desafio de me tornar conhecido no resto do Estado. Neste pedaço especial nosso que é o Agreste eu sou o candidato ao senado mais pontuado ao lado de Mendonça. Meu desafio agora é ser conhecido pelo resto do Estado. Então, o que se espalhou ontem foi contrapropaganda, a chamada hoje fake news , a notícia falsa, mas nós estamos seguindo firme  e muito motivado de poder levar nossa mensagem a todo o Estado, pois só sou conhecido por 18 % do eleitorado pernambucano e esse é o desafio que a televisão , o rádio e a campanha de rua nos leva para poder avançar no conhecimento eleitorado.

SABATINA: O que fazer pra reverter esse quadro, pra mudar esse jogo faltando 25, 26 dias apenas para as eleições?

BRUNO ARAÚJO: Campanha ! Fazer campanha, estar na rua. Obviamente que  hoje ninguém consegue  em vinte 20 dias  fazer 184 municípios , por isso a importância da televisão , redes sociais, trabalhar nossas propostas  para que ela avance. Obviamente o tamanho do apoiamento; as próprias pesquisas não refletem o apoiamento que nós temos em Pernambuco, no grande número  de prefeitos  e de municípios na oposição. De todos os 184 municípios em Pernambuco, só 10 hoje nós não temos um ponto de apoio, de modo que é uma estrutura politica que aparece sempre quando é mais próxima da eleição . Todos nós acompanhamos  o nosso Senador  Fernando Bezerra Coelho, pai de nosso hoje candidato Federal  em Santa Cruz do Capibaribe, Fernando Filho, que perdia  por muitos pontos  de João Paulo a 4, 5 dias da eleição. Aí as coisas mudaram, no momento em que o voto do senador é a ultima escolha do eleitor, estando sempre em primeiro lugar as dos candidatos a estadual e federal , que são as escolhas locais do município. Depois a presidente e governador, sendo o senador ultimo processo de escolha.

SABATINA: O senhor acha que tem  como Armando Monteiro Neto, Bruno Araújo e Mendonça Filho  se equipararem politicamente e eleitoralmente à frente popular  em Recife e na região metropolitana?

BRUNO ARAÚJO: O  que é a minha sensação?Andando o Estado inteiro e vivendo de perto  nosso sertão,  nosso agreste, há uma nítida impressão de expressiva  vitória no Sertão e todo Agreste de Pernambuco. Digo que temos que nos dedicar mais à região metropolitana, e se você perguntar a minha opinião do por quê, digo para aqueles  que nos  ouvem  aqui em santa Cruz e região, que as pessoas que vivem no Recife, não conhecem os problemas das estradas em Pernambuco, como a infraestrutura  da malha rodoviária de Pernambuco que se acabou. Quem vive na área metropolitana não conhece isso. Quem vive no recife e região metropolitana não sabe o drama de uma moto apreendida, tirada de um trabalhador que sustenta a sua família e que não está em dias com o IPVA altíssimo e injusto, cobrado  pelo governo. Eles não sabem o que está acontecendo com a apreensão de dezenas, centenas de milhares de motos  dos trabalhadores, homens e mulheres do interior . Lá no Recife não se sabe do drama do sertanejo, onde carros pipas não recebem o pagamento do Estado há quase 2 anos.  Enfim, quem tá no Recife não conhece muito de como o governo de Paulo Câmara abandonou o Sertão e o Agreste. Obviamente, Recife sente as dificuldades da saúde que ainda é um pouco menos  humilhante do que pessoas que têm  que viajar 300, 400, 500, 700 quilômetros  pra sair de sua casa no interior e ir  para o  hospital  no Recife. É nesse entendimento que a campanha no Recife, andando, olho no olho, com mobilização, que nós vamos seguramente fazer com que a região metropolitana  possa crescer nas intensões de voto.

SABATINA: A força eleitoral de Lula , tido como um semideus  da política em Pernambuco, intimida o apoio de lideranças, de prefeitos, de deputados, a outros candidatos  à presidência  com medo de perder votos ? O senhor tem feito  claramente a campanha de seu candidato a presidente  Geraldo Alckmin ?

BRUNO ARAÚJO: Tenho, mas obviamente que uma andorinha só não faz verão. O PSDB teve dificuldade nesta eleição muito consistente de avançar  com apoios locais em relação ao nosso candidato nacional. Mas quem me assiste nos meus programas de televisão vai ver que em todos eles  eu tenho a posição, a assinatura, a marca com Geraldo Alckmim, e todos os prefeitos que me conhecem sabem da nossa ligação e da nossa posição partidária. O que Pernambuco precisa perder, e que não faz bem a ninguém,  que qualquer posição em que todos convergem para uma única alternativa, isso nunca faz bem à democracia ou a um Estado. Às vezes as pessoas perguntam : “ qual partido que bruno está? ” Digo: nunca estive em outro partido, sempre fui coerente , fui à vida inteira PSDB. Quando Edson (Vieira) disputou em 98 as eleições para deputado, a primeira que disputamos juntos, eu já era do PSDB. Ou seja, eu tenho mais de 25 anos de partido, nunca tive outra filiação partidária.

SABATINA: O senhor acredita que num segundo turno , Bolsonaro versus Alckmim ou Bolsonaro versus um candidato de esquerda, alguma força politica se aliaria ao candidato Jair Bolsonaro?

BRUNO ARAÚJO: Nós temos que ver, aguardar o que as pesquisas apontam , pois elas dizem que Bolsonaro  teria dificuldade no segundo turno .

SABATINA: Isso numa condição de isolamento , concorda? Mas se ele tiver apoio significativo já muda tudo, não é?

BRUNO ARAÚJO: Veja: ele pode ser presidente mesmo sem apoio nenhum. Alguém que hoje tem 30% das intensões de voto para a presidência, que não tem uma bandeira, não tem um partido consistente fazendo campanha em qualquer lugar no Brasil, não tem tempo na televisão, não tem nada, mas tem o principal, o povo, então ele pode ser presidente sem apoio de um Governador, pode ser presidente com o apoio de um único partido, pode ser presidente sem apoio de qualquer coisa, pois o principal ele tem, o povo. Bolsonaro não tem televisão, militância, nem estrutura nas ruas com bandeiras da militância tradicional e tá no tamanho que tá, pois a politica nacional tá mudando e a tradicional tá perdendo importância, e quem tiver na vida pública vai ter que entender isso e se adequar. Leia Mais Programa Sabatina

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

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Na segunda-feira (10) o programa SABATINA da radio Comunidade FM entrevistou o ex-ministro da Educação e candidato ao senado Mendonça Filho. Confira trechos da entrevista, conduzida por César Mello e Jason Lagos.

SABATINA: Como tem sido essa corrida pelo senado para o senhor que já foi governador do Estado, deputado federal, e ministro?

MENDONÇA: Bem interessante e bem intensa, pois tenho me desdobrado de forma muito forte para que eu posa estar presente em todas as regiões do Estado, levando minha mensagem, falando um pouco sobre meu trabalho de 32 anos da minha vida pública, o meu trabalho recente como ministro da educação, as obras realizadas e ao mesmo tempo reafirmando meus compromissos como senador,  para que eu possa continuar defendendo a educação, sendo o Senador da Educação e trabalhando pelos projetos e interesses de Pernambuco.

SABATINA: Os números das pesquisas lhe mostram numa condição de quase empate numérico com Humberto Costa.  Como é que o senhor tem avaliado essas pesquisas?

MENDONÇA: Eu, na verdade, tenho como habito e até como histórico de vida nunca ficar analisando pesquisa, pois eu acho que a pesquisa não retrata o determinado momento, pois uma pesquisa para Senador tem um complicador a mais, porque ela é muito imprecisa não dando uma clareza muito grande  em  relação  a precisão dos números, por serem duas vagas.  Portanto, as disputas de primeiro e segundo voto alteram muitas vezes o resultado, tanto é que nas ultimas eleições houve muitas surpresas em Pernambuco e fora daqui. O que eu posso lhe dizer  é o que eu sinto nas ruas, do meu contato direto com a população. Tem sido muito positivo e também tenho percebido uma aceitação bastante grande a respeito do meu nome como candidato ao senado, e eu espero  que naturalmente isso possa se traduzir na minha vitória no dia 07 de Outubro.

SABATINA: O discurso da oposição, taxando o palanque de Armando Monteiro, e consequentemente também os candidatos ao senado, como Turma de Temer, tem produzido efeito na campanha?

MENDONÇA: Não, não, até porque a população compreende que é apenas uma tática pra desviar o assunto de debates do interesse da população como um todo. Você pode ver o quadro como um todo, que é um quadro de muita dificuldade para o povo em geral; na saúde que vai muito mal, na estrutura física que sabemos que hoje Pernambuco tem uma estrutura muito deteriorada, estradas mal cuidadas, na segurança que hoje o quadro da violência tomou conta de Pernambuco, assaltos a bancos, recordes de homicídios, tendo realmente um quadro bem complicado e que demonstra claramente que o palanque  do Governo quer  é  apenas desviar a atenção. Mas são os debates que interessam à população. Essa questão de turma disso ou daquilo outro eu acho que não tem nenhum significado pra quem quer ter um governo eficiente e que trabalhe em favor do povo.

SABATINA: A intolerância política fez a primeira vítima, o candidato Jair Bolsonaro. Como o senhor vê esse quadro de radicalização de intolerância que existe hoje no país?

MENDONÇA: Eu lamento, pois a disputa politica é sempre importante, mas a radicalização e o extremismo não leva a nada, muitas vezes deixa a situação onde você tem o confronto físico e isso demonstra a falência do princípio democrático e o respeito ao contraditório e a opinião divergente. Eu acho lamentável o que aconteceu com o candidato a presidência Jair Bolsonaro e espero que possamos superar esse tipo de situação reavaliando todo o quadro político brasileiro à luz de uma democracia  que seja respeitosa  entre aqueles que disputam, mesmo na divergência. Acho que você não pode jamais ir para uma situação de desgaste do ponto de vista de palavras de quem quer que seja , muito menos partir para a desmoralização ou a agressão física.

SABATINA: E como foi a sua experiência com a intolerância política na sua passagem pelo Ministério da Educação, sobretudo em universidades onde o senhor teve dificuldade até pra falar?

MENDONÇA: Eu acho que minha experiência demostrou que muitas vezes numa postura pacífica, acautelada, mas firme e convicta , você supera esses adversários radicais , pessoas intolerantes. Então o que eu demonstro com isso é que a capacidade de saber ouvir, até mesmo os radicais, respeitando-os, você os desmoraliza, mostrando que a ação do debate politico tem que ser sempre na linha do respeito mútuo, pois do contrario não há democracia.

SABATINA: Mendonça, a insistência do PT em levar o nome de Lula como figura integrante de uma chapa sem que ele pudesse ser candidato, até que ponto lhe surpreende e lhe incomoda , sendo o senhor um opositor a Lula tanto no campo nacional como no local?

MENDONÇA: Não me incomoda em nada. Eu acho que é o espaço do tempo deles e eu respeito. Minha divergência com o PT não é pessoal, diferentemente de Jarbas  que diz que torcia e ia vibrar no dia em que Lula fosse preso. Eu nunca disse nada semelhante em relação a Lula, nem perto disso, pois não faço política pro lado pessoal, entendeu? Eu respeito às pessoas, respeito quem pensa diferente, e cada um tem seu espaço e tem a sua responsabilidade. Leia Mais Programa Sabatina

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

Campanha do PSDB utilizou trecho de fala de Bolsonaro sobre a PEC das Domésticas, mas omitiu parte da declaração. Para ministro Luis Felipe Salomão, montagem foi divulgação de ‘fato distorcido’.

Os candidatos à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) — Foto: Adriana Spaca/Framephoto/Estadão Conteúdo / Myke Sena/Framphoto/Estadão ConteúdoOs candidatos à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) — Foto: Adriana Spaca/Framephoto/Estadão Conteúdo / Myke Sena/Framphoto/Estadão Conteúdo

O ministro Luis Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu nesta quarta-feira (12) direito de resposta ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) na propaganda de rádio do adversário Geraldo Alckmin (PSDB).

Segundo a coligação de Bolsonaro, houve montagem da campanha do tucano ao reproduzir entrevista concedida por ele ao Jornal Nacional sobre a PEC das Domésticas.

Na propaganda, a campanha de Alckmin reproduz um trecho da resposta de Bolsonaro, no qual o candidato do PSL afirmou ter sido o único deputado a votar contra a proposta, que deu mais direitos a empregados domésticos.

A propaganda de Alckmin, porém, não mostra o restante da resposta, no qual Bolsonaro explica os motivos que o levaram a votar contra a PEC (leia a transcrição abaixo).

Para o ministro, a propaganda utilizou apenas um trecho da entrevista com o intuito de “apresentá-lo [Bolsonaro] como alguém contrário à classe das empregadas domésticas e aos pobres” e “ultrapassou a esfera da mera crítica política, espraiando-se em verdadeira divulgação de fato distorcido, perceptível de plano”.

Pela decisão, Bolsonaro terá um minuto e catorze segundos para apresentar resposta, no período diurno, dentro do horário reservado a Alckmin. A data da veiculação não foi definida na decisão.

Propaganda de Alckmin

Veja trecho da propaganda de Alckmin questionado pela coligação de Bolsonaro reproduzido na decisão:

Personagem 1: Olá! Muito obrigado pelo carinho, muito obrigado pela atenção, e agora tira essa trilha, eu quero falar diretamente viu. Olha a situação está muito feia, você ouviu, tá vendo, acompanhando, o candidato Bolsonaro? Ele foi ao Jornal Nacional e disse que votou contra os direitos das empregadas domésticas. William Bonner perguntou e olha só como ele respondeu.

Bolsonaro: Eu sou o único a votar contra, em dois turnos, então não houve erro da minha parte.

Personagem 1: E ele ainda se orgulha. Toca de novo.

Bolsonaro: Eu sou o único a votar contra, em dois turnos, então não houve erro da minha parte.

Personagem 1: Olha, ainda bem que o Bonner perguntou, porque a gente já tinha até esquecido viu. Se dependesse do Bolsonaro, as domésticas, você querida, ia ficar até hoje sem carteira assinada sem décimo terceiro, sem férias, sem direito nenhum. Ô Bolsonaro, escuta, vem cá, o que você tem contra pobre hein? O que você tem contra pobre? E ainda quer ser presidente. Vai vendo.

Entrevista de Bolsonaro ao Jornal Nacional

Leia o trecho da entrevista concedida ao Jornal Nacional e reproduzido parcialmente pela campanha de Alckmin:

William Bonner: O senhor tem verbalizado, candidato… Mas vamos lá. Aparentemente, o senhor concorda com isso. Ainda na questão dos direitos trabalhistas, o Brasil assistiu à aprovação da PEC dos domésticos, e a PEC dos domésticos dignificou a profissão de milhões de trabalhadores brasileiros, né? Deu a eles direitos que até então não tinham. No entanto, o senhor votou contrariamente à PEC dos domésticos. Eu lhe pergunto: por que o senhor considera que esses milhões de cidadãos trabalhadores brasileiros não teriam direito, não mereceriam esses direitos conquistados?

Jair Bolsonaro: Não é o senhor votou contra, eu fui o único a votar contra, em dois turnos, então não houve erro da minha parte. Foi para proteger, o que eu defendia são os mesmos direitos, mas de forma gradativa. Levou milhares, milhões de senhoras e alguns homens que exerciam o trabalho doméstico para ser o quê? Diaristas. E como diaristas não estão, sequer, grande parte deles, recolhendo para a sua Previdência. Então tem que ser devagar. Muita gente teve que demitir, porque não teria como pagar, muitas mulheres perderam o emprego exatamente pelo excesso desses direitos. Essa foi a minha intenção. Nada contra…

À época da entrevista do Bolsonaro ao JN, a equipe do Fato ou Fake checou a declaração do candidato sobre a votação da PEC das Domésticas. A declaração de que foi o único deputado a votar contra a proposta nos dois turnos é #FAKE. Veja o porquê:

 Nenhum deputado votou contra a PEC das Domésticas nos dois turnos de votação no plenário da Câmara. No 1º turno, em 21 de novembro de 2012, Bolsonaro estava ausente e não participou da votação da proposta. Naquela vez, apenas os deputados Roberto Balestra (PP-GO) e Zé Vieira (PR-MA) foram contra a PEC.

No 2º turno, em 4 de dezembro de 2012, dois deputados se posicionaram contra a proposta: o deputado Vanderlei Siraque (PT-SP) e o candidato a presidente pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro, então filiado ao PP do Rio de Janeiro.

Leia Mais TSE dá direito de resposta a Bolsonaro em propaganda de rádio de Alckmin

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

3 em cada 10 homens dizem que vão votar no candidato do PSL, que tem quase 4 em cada 10 dos votantes do Sul; metade dos seus eleitores afirma que não vão mudar o voto.

Jair Bolsonaro dá entrevista após ato de campanha na Ceasa, Zona Norte do Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/TV GloboJair Bolsonaro dá entrevista após ato de campanha na Ceasa, Zona Norte do Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/TV Globo

Jair Bolsonaro (PSL) tem razões para comemorar o último levantamento do Ibope, divulgado na terça-feira (11), a despeito de seus aliados questionarem as pesquisas de intenção de voto de grandes institutos.

Em diferentes recortes, o Ibope traz uma série de boas notícias para o candidato do PSL, que o consolidam na liderança e o fortalecem na disputa da vaga no segundo turno. O campo da pesquisa, é verdade, foi feito na esteira do atentado contra a vida do candidato, na quinta-feira passada (6), o que pode ter captado mais fortemente uma empatia ou comoção do eleitor em relação ao episódio (o Ibope foi feito entre sábado, 8, e segunda-feira, 10, enquanto o Datafolha, apenas na segunda-feira, 10). Ainda assim, mergulhando na pesquisa, há indicativos de que sua vantagem em relação aos concorrentes não é apenas conjuntural.

Em relação ao levantamento do Ibope do começo do mês, Bolsonaro cresceu quatro pontos percentuais, chegando a 26% das intenções de voto. Também aumentou sua votação na pesquisa espontânea (quando não é apresentado o nome do candidato): passou de 17% para 23%. Esse porcentual é importante porque mostra o quão consolidado o nome do candidato está na cabeça do eleitor (32% dos homens falam que votarão nele sem serem questionados). Além disso, 54% dos seus eleitores dizem que não pretendem mudar o voto, uma taxa de convicção mais alta que a de todos os candidatos (na pesquisa anterior era de 41%).

A rejeição também caiu, embora seja especialmente grande entre as mulheres (50% delas dizem que não votam nele). Ele tinha 44% de rejeição, agora tem 41%. A queda na rejeição foi expressiva entre os mais ricos: passou de 46% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos para 39%.

O percentual, no entanto, continua a ser um grande problema para o candidato do PSL no segundo turno, quando o eleitor tende a votar em quem rejeita menos (e pode também alimentar um movimento de voto útil no primeiro turno). Apesar disso, nas simulações de segundo turno do Ibope, Bolsonaro melhorou o desempenho, chegando a empatar em 3 dos 4 cenários – na pesquisa anterior ele perdia em 3 e empatava em 1, contra o candidato do PT, Fernando Haddad. Agora, ele aparece tecnicamente empatado, mas numericamente à frente de Haddad com 40% das intenções de voto contra 36% do petista.

Bolsonaro cresceu também entre grupos que tinham mais resistência a ele, como o de eleitores acima de 55 anos. Passou de 18% das intenções de voto para 26%, um crescimento de 8 pontos percentuais – ele também cresceu entre todas as faixas etárias de 25 a 54 anos.

Ele foi o candidato que mais ampliou sua intenção de voto pelas diferentes regiões do país, chegando a 37% das intenções de voto no Sul – um crescimento de 14 pontos percentuais. Nessa região, que tradicionalmente votava com o PSDB, Geraldo Alckmin ainda encontra como empecilho o candidato do Podemos, Alvaro Dias, que cria um teto de crescimento para o tucano (os dois têm 8% das intenções de voto). Bolsonaro também teve aumento de 5 pontos percentuais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste/Norte, onde tem respectivamente 29% e 31% das intenções de voto.

De certa maneira, a intenção de voto de Bolsonaro reprisa o desempenho dos tucanos na eleição de 2014, que foram vitoriosos nas regiões Sul e Centro-Oeste, em São Paulo, Espírito Santo e parte da região Norte (o Nordeste votou com o PT). A região Nordeste foi a única em que ele apresentou queda na intenção de voto: passou de 15% para 12%.

 Parafraseando um jargão do mundo político, pesquisa é uma fotografia de momento. Mas, agora, quem está bem na foto é candidato do PSL. Na sexta-feira, haverá novamente pesquisa Datafolha. A ver.

Leia Mais Ibope: Bolsonaro cresce, diminui rejeição, torna voto mais homogêneo e se fortalece para o 2º turno

Publicado em 12 de setembro de 2018 por
Publicado em 12 de setembro de 2018 por

Jair Bolsonaro, na pesquisa exclusiva da Crusoé, aparece com 26,6% do eleitorado.

Ele tem mais do que o dobro dos votos de Ciro Gomes e Marina Silva. E mais do que o triplo de Geraldo Alckmin e Fernando Haddad.PHOTO-2018-09-12-04-31-16-628x353

Às vésperas da eleição presidencial mais decisiva da história da República… Todos querem esconder a verdade de VOCÊ!

Caro leitor,

O atentado a Jair Bolsonaro representa o ápice da degradação do ambiente político no Brasil.

Esse é um fato que precisa estar no seu radar nesta eleição.

O atual processo de sucessão presidencial desponta como o mais frenético e indefinido da história brasileira.

Se por um lado temos um oceano de indecisos que torna impossível antecipar o desfecho destas eleições…

Por outro, não resta a menor dúvida: apenas um desses caminhos irá selar o seu destino pelos próximos anos:

1— Ou o país retoma as rédeas do crescimento, com a aprovação das reformas estruturais necessárias para resgatar a economia do limbo;

2— Ou retrocede à antiga matriz populista, responsável pelas atuais mazelas como desemprego, inflação, falência da indústria e total desajuste nas contas públicas.

Mas, apesar da importância histórica destas eleições, a imprensa não está falando toda a verdade para você.

Não espere até outubro para ser pego de surpresa.

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Leia Mais Bolsonaro é o triplo!

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

Candidato do PSL está internado em São Paulo e não pode comparecer à série de entrevistas com os presidenciáveis. Diante da ausência de Bolsonaro em razão do atentado sofrido durante a campanha, G1 e CBN o convidaram para dar entrevista em outra data neste mês.

Resultado de imagem para bolsonaro no hospital Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, em foto tirada dentro do hospital, após ele ser esfaqueado em Juiz de Fora, MG (Crédito: Reprodução / Instagram)

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, participaria nesta quarta-feira (12), das 8h às 9h, da série de entrevistas do G1 e da CBN com os presidenciáveis. Mas ele continua internado e não pode comparecer ao estúdio da CBN em São Paulo, onde ocorreria a entrevista.

Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde sexta-feira (7), após ser esfaqueado por um homem em Juiz de Fora (MG) na quinta-feira (6).

A data da entrevista com Bolsonaro havia sido acertada em agosto, em sorteio realizado na presença de representantes dos partidos. Conforme explicitado na ocasião, um dos pressupostos para a entrevista ocorrer é a presença física do candidato no estúdio da CBN.

Diante da ausência de Bolsonaro em razão do atentado sofrido durante a campanha, o G1 e a CBN procuraram, na terça-feira (11), a assessoria do candidato e ofereceram a possibilidade de a entrevista presencial ocorrer em outra data neste mês, no mesmo horário das demais: das 8h às 9h. Ainda não houve resposta.

Leia Mais Jair Bolsonaro daria entrevista ao G1 e à CBN nesta quarta-feira, dia 12