Publicado em 15 de setembro de 2018 por

Mais cedo, hospital havia informado que candidato à Presidência da República não tinha sinais de infecção. Ele levou uma facada no abdômen na última sexta-feira e passou por duas cirurgias.

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fez fisioterapia nesta sexta-feira (14) e caminhou pelo quarto sem apresentar dor, segundo informou boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, na noite desta sexta-feira (14).

Bolsonaro está internado no Einstein desde o último sábado (9), um dia após ele sofrer ataque com facada no abdômen durante ato de campanha e passar por cirurgia em Juiz de Fora (MG).

Segundo o boletim, o candidato permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do centro médico “mantendo estabilidade clínica e sem complicações”. Ele também continua sem febre e sem outros sinais de infecção. “Por ordem médica, o paciente segue com visitas restritas e somente a pessoas autorizadas pela família”, completa o boletim.

Boletim médico de Jair Bolsonaro divulgado pelo Hospital Albert Einstein às 18h50 desta sexta-feira (14) — Foto: ReproduçãoBoletim médico de Jair Bolsonaro divulgado pelo Hospital Albert Einstein às 18h50 desta sexta-feira (14) — Foto: Reprodução

Nesta manhã, outro boletim divulgado pelo hospital informava que o candidato reiniciaria fisioterapia e que seguia sem febre ou sinais de infecção. O centro médico também havia informado que as condições clínicas de Bolsonaro eram “estáveis e sem complicações” e que a alimentação dele está sendo na veia.

Na noite de quarta (12), o presidenciável foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma obstrução no intestino delgado (veja como foi e assista a vídeo abaixo). O procedimento durou duas horas e, segundo os médicos, foi bem-sucedido.

Do hospital, Bolsonaro tem movimentado as suas redes sociais. Nesta manhã, ele publicou em sua conta no Twitter que o “Nordeste brasileiro tem grande potencial para produzir, gerar emprego, e prosperar.”

@jairbolsonaro

 Estivemos em Israel e vimos de perto o que eles não tem e o que eles são, mesmo no meio do deserto. O Nordeste brasileiro tem grande potencial para produzir, gerar empregos e prosperar, principalmente quando falamos em agricultura e energia limpa. É onde pretendemos avançar!

Cirurgia de quarta-feira

Na noite de quarta, o hospital Albert Einstein informou que Bolsonaro teve “distensão abdominal progressiva e náuseas”, e precisou passar por uma tomografia no abdômen. O exame identificou presença de aderência obstruindo o intestino delgado. Segundo o hospital, a solução do problema era cirúrgica.

Em uma das três perfurações sofridas no intestino delgado, formou-se uma fístula, um pequeno orifício, que provocou inflamação e gerou o quadro de aderência, que é uma obstrução intestinal.

De acordo com médicos especialistas, a aderência (ou a união de dois tecidos do corpo) ocorreu em decorrência da cicatrização interna em áreas que sofreram incisão cirúrgica, no caso, o procedimento realizado logo após a facada.

Jair Bolsonaro se recupera de cirurgia.

Leia Mais Bolsonaro faz fisioterapia e caminha sem dor, diz boletim médico

Publicado em 15 de setembro de 2018 por

Ex-prefeito de SP afirmou que ‘sabotagem’ do PSDB teve mais influência na recessão econômica que erros do governo Dilma Rousseff. Ele substituiu Lula como candidato a presidente pelo PT.

O candidato a presidente Fernando Haddad afirmou nesta sexta-feira (14) em entrevista ao Jornal Nacional que o modelo de financiamento empresarial de campanhas criou as condições para que “pessoas” tentassem ajudar o PT de forma irregular, mas não admitiu corrupção do partido.

Haddad fez a declaração ao ser confrontado, em uma pergunta do jornalista William Bonner, com informações sobre membros do PT – entre os quais os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, e Dilma Rousseff, ex-ministros, tesoureiros e dirigentes partidários – que são condenados, réus ou investigados na Operação Lava Jato. “Eu gostaria de saber, como é que o senhor se contrapõe a essa evidência”, disse o jornalista.

“Na verdade, o financiamento empresarial de campanhas criou uma série de brechas que permitiram a pessoas, algumas tentarem ajudar o partido de forma irregular e outras enriquecerem pessoalmente. Agora, eu não condeno ninguém por antecipação. Você citou pessoas que já foram, inclusive, excluídas de processos penais”, afirmou Haddad.

Registrado na última terça-feira (11) como candidato do PT em substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso, Fernando Haddad foi o quinto e último entrevistado da série do JN com presidenciáveis. O primeiro foi Ciro Gomes (PDT); o segundo, Jair Bolsonaro (PSL); o terceiro, Geraldo Alckmin (PSDB); e a quarta, Marina Silva (Rede).

Na entrevista, Haddad também respondeu sobre os motivos pelos quais foi derrotado na eleição de 2016 e não conseguiu se reeleger prefeito de São Paulo. Segundo ele, o eleitor foi “induzido a erro”.

Para Haddad, 2016 foi um ano “muito atípico” na cidade de São Paulo. Na interpretação do ex-prefeito, naquele ano estava criado um “clima” de antipetismo no Brasil e havia informações represadas sobre outros partidos.

“Pergunte aos brasileiros o que acham do Temer e aí você vai saber o que aconteceu em 2016. Aconteceu uma indução a erro. O eleitor foi induzido a erro. As informações que ele tinha era que o PSDB era de santos, o PMDB era de santos, o PP era de santos e o demônio do país virou o PT. E isso se provou errado”, disse.

Leia Mais No JN, Haddad atribui corrupção a ‘pessoas’ e não ao PT e diz que não se reelegeu porque eleitor foi ‘induzido a erro’

Publicado em 14 de setembro de 2018 por

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Na quinta-feira (13) o programa SABATINA da radio Comunidade FM entrevistou o publicitário Sílvio Nascimento, um dos coordenadores da campanha de Jair Bolsonaro em Pernambuco. Confira trechos da entrevista, conduzida por César Mello e Jason Lagos.

SABATINA: Como tem sido gerenciar a campanha desde a ultima quinta-feira dia 06 deste mês de setembro?

SILVIO NASCIMENTO: Tem sido bem difícil. A gente vinha num ritmo, a gente tinha o Capitão nas ruas, como ele gosta de fazer, junto com o povo, junto das multidões, que recebiam ele nos aeroportos, enfim em todas as cidades que ele ia. Sei que ele irá cumprir uma agenda pós-eleição pra falar com essas pessoas, mas é muito mais fácil você fazer uma campanha com a presença física do candidato. A partir do momento daquele atentado, e aí eu gosto realmente de chamar de atentado, eu digo; uma tentativa de assassinato, porque vejo por vezes, porque  eu sou de imprensa, já trabalhei muito tempo na  imprensa , mas vejo colegas chamando o fato de acidente, de incidente. Na verdade não se trata de um acidente e nem incidente, se trata de uma tentativa de assassinato. Então, depois dessa tentativa de assassinato, que tira o Capitão das ruas, que é onde ele gosta de estar, fica muito mais difícil pra gente coordenar uma campanha dessa forma, sem a presença dele. Por exemplo, ele estaria em Pernambuco nos dias 11 e 12. Dia 11 ele estaria em Recife e dia 12 em Caruaru. a passagem dele por Caruaru ia ser bastante  rápida , mais muito rápida mesmo. Por quê? Porque ele não voa em avião fretado, é uma campanha de parcos recursos, entendeu? Por isso que ele não voa de voos fretados, mas comerciais, e ele tem que ficar na faixa de 6 a 8 horas em cada Estado. Ele tinha aberto uma exceção aqui em Pernambuco pra fazer a capital e uma cidade do interior pra convergir com as demais. No caso, Caruaru converge com toda essa região do Agreste Setentrional . Mas, infelizmente ocorreu o que ocorreu e a gente fica na ausência da presença física dele.

SABATINA: O que é que fez, na sua visão, Jair Bolsonaro chegar a ser um fenômeno político?

SILVIO NASCIMENTO: Primeiro uma necessidade que o brasileiro tem hoje de promover uma mudança. Hoje é premente que se precisa mudar alguma coisa. Não é possível que a gente continuasse passivos a tanta corrupção, a tanta insegurança que o Brasil vive hoje, e a gente ficasse passivos a tanta inversões de valores. Esse é o primeiro fator: uma necessidade urgente de mudança.  E o segundo fator é que Jair Bolsonaro é uma pessoa autêntica, ele não precisa ser falso, ele não precisa mentir pra ninguém, ele diz o que pensa com autoridade e autenticidade. Ele não precisa tá agradando ninguém. Ele chegou, inclusive, por várias vezes dizer: “se quiser continuar votando em corruptos escolha outro, se quiser votar num cara que não decide, que não tem pulso, escolha outro, porque aqui comigo é desse jeito. Vou falar o que eu penso, fazendo o que eu acho que é correto”.  E o que ele acha correto está também alinhado com que a gente acha que é correto, o que a população acha que é correto. Veja que situação que a gente vive hoje em Santa Cruz, Caruaru, Pernambuco e Brasil: a gente vive hoje uma situação onde professor tem medo do aluno, não é verdade? A gente vive hoje numa situação que o bandido é muito, muito, muito melhor aparelhado do que a policia. Olha, eu não queria dizer isso aqui, mais foi um sucesso a ação dos bandidos na penitenciária de João Pessoa, foi um sucesso Cesar, foi um sucesso. Você veja, os caras tinham um projeto e realizaram o projeto, tendo muita convicção que o projeto ia dar certo. E eles só estavam convictos que esse projeto iria dar certo porque justamente eles sabem que estão muito melhor aparelhados e equipados do que a própria policia. Nós vivemos hoje realmente uma inversão de valores. A inversão de valores é tão grande que, veja, nós não temos a pena de morte e ainda não foi a provado a redução da maioridade penal, mas em compensação parte da população, aqueles mais ligados a esquerda são a favor do aborto. “Ah, porque o corpo é da mulher e a mulher faz do corpo o que quiser”. Mas veja, dentro dela não tem outro corpo? Que é o corpo do filho? E não pertence ao filho não? Então a gente hoje vive uma inversão de valores. Jair Bolsonaro é um fenômeno principalmente pela necessidade urgente de mudança que nós temos, e também pela autenticidade que ele transmite e dá aos eleitores e apoiadores. Me diga qual pesquisa coloca um ponto a menos de Jair Bolsonaro? De uma pesquisa para outra, vamos comparar, óbvio no mesmo instituto, seja inclusive o “Datafoice” assim como a gente chama entendeu? Até o Datafolha na pesquisa anterior e na pesquisa seguinte Bolsonaro cresce. Então, está aí demonstrado claramente o desejo de mudança. A gente não quer mais políticos corruptos, a gente tem que extirpar, tirar esse câncer que o Brasil tem chamado corrupção, que ta entranhado em todas as esferas do poder.

SABATINA: Da mesma forma que ele é visto como um fenômeno eleitoral, ele também é visto como um politico que tem muitas pechas atreladas a ele, como machista, homofóbico, racista, xenófobo, etc,. O que fazer pra desmistificar e contrapontear essas pechas que são usadas contra Bolsonaro?

SILVIO NASCIMENTO: Com a propaganda oficial a gente não pode agir de outra forma, senão buscar a Justiça Eleitoral. Se existe uma propaganda oficial chamando Jair de homofóbico, racista, de sexista, tem que realmente procurar os meios legais. Com relação a esse, digamos, assassinato de reputação que a esquerda tende a fazer, a gente já vem promovendo um trabalho  muito grande, tanto no boca a boca, que é nossa maior arma, quanto nas redes sociais, que também é uma grande arma que nós temos. Vamos lá: se dizer que é contra o “kit gay” nas escolas, é ser homofóbico? Eu, Silvo Nascimento, seria um homofôbico. Eu sou radicalmente contra o “kit gay”. O que ele não quer é esse ativismo LGBT desde a infância, ele não quer que a escola ensine o menino a brincar de boneca ou a menina a brincar de carrinho etc,. O que Bolsonaro defende é que menino nasce menino e menina nasce menina. É isso, mas se isso é ser homofôbico eu sou, e grande parte da população seria também. Então o que nós temos feito é usar as redes sociais pra mostrar a verdade, e mostrar o quanto a esquerda quer fazer esse assassinato de reputação.

SABATINA: Pra finalizar: Bolsonaro irá em busca de agremiações partidárias para apoiá-lo no segundo turno ou ele pretende recusar apoios?

SILVIO NASCIMENTO: Veja, eu acho que pode recusar apoios, entendeu?  Ele vai recusar apoio de corrupto, ele vai recusar apoio de quem esteja indiciado, vai recusar apoio daqueles que estejam em delação premiada na Lava Jato. Eu não acho que ele queira que exista um consenso na política, mas tenho certeza absoluta  que ele vai continuar nesse alinhamento de pensamento  da direita, desse exercício de mudança que nós temos que fazer,  e perto dele só pessoas de bem. Leia Mais Programa Sabatina

Publicado em 14 de setembro de 2018 por

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Na quarta-feira (10) o programa SABATINA da radio Comunidade FM entrevistou o prefeito de Taquaritinga do Norte Ivanildo Lero. Confira trechos da entrevista, conduzida por César Mello e Jason Lagos.

SABATINA: Prefeito, como tem sido para o senhor esse período eleitoral de 2018, onde repete a dupla de apoiados de 2014, com Ricardo Teobaldo e Diogo Moraes, candidatos a deputados federal e Estadual, respectivamente, mas para o governo você apoia  Paulo Câmara, ao invés de Armando Monteiro que você apoiou 4 anos atrás?

LERO: Na realidade, a gente toma essas decisões em nome de um grupo.  Quatro anos atrás, nós tínhamos um compromisso com o senador Armando Monteiro, e esse compromisso a gente honrou, apoiando. Fizemos um bom trabalho, infelizmente não deu pra ele sair eleito, mas continuou com o mesmo respeito e carinho pelo senador. Mas aí temos que seguir a nossa liderança maior, de dentro da nossa cidade, dentro do nosso grupo político, que é o deputado Diogo Moraes.

SABATINA: Nesse caso, a sua mudança de Armando Monteiro para Paulo Câmara foi mais pela perspectiva de receber obras do governo do Estado do que mesmo por convicção?

LERO: Não. Eu, como prefeito, preciso que as coisas cheguem na minha cidade. Então, em nome de trazer melhorias para a cidade, precisei procurar o caminho que realmente eu conseguisse trazer as emendas para Taquaritinga, e o caminho do candidato que olhou para Taquaritinga do Norte foi o do governador Paulo Câmara. Então, se o governador nos olhou com carinho, está nos ajudando a governar, através do nosso Deputado Diogo Moraes, eu acredito que em nome da infraestrutura de Taquaritinga foi que segui esse caminho.

SABATINA: Foi divulgado pela imprensa da região, algumas semanas ou meses atrás, que você teria dado um “murro na mesa” e teria exigido que todos  do escalação superior do governo lhe acompanhassem  nas suas escolhas. Isso de fato aconteceu ou a imprensa exagerou, ou inventou?

LERO: Veja só, isso aconteceu. E pra deixar bem claro que a imprensa não fantasiou, realmente isso aconteceu, quando eu realmente citei que o nosso grupo tinha o compromisso de seguir a nossa liderança maior e acompanhar a gestão, mas você sabe que na politica nós somos grupo, tendo que sentar, conversar e reavaliar as ações.

SABATINA: Como é a sua relação política com o presidente da Câmara Heraldo da Pedra Preta e com o professor Jurandir? Você os tem como aliados ou adversários?

LERO: Eu tenho eles como aliados, pois foram eleitos no nosso palanque, tanto o professor Jurandir como o presidente da Câmara Heraldo, vereadores esses que tem uma  divergência entre eles  lá na câmara. Eu respeito cada um deles, e como prefeito eu não me meto nas divergências da câmara. Lá eles se resolvem , pois os mesmo têm o poder de legislar e eu, junto com os meus secretários, temos o poder de governar e trabalhar por Taquaritinga do Norte.

SABATINA: Na semana passada  esteve aqui no programa SABATINA o ex-prefeito Jânio Arruda, e o mesmo disse que foi chamado pelo governador para uma conversa no Palácio, e o governador teria se comprometido a ter uma relação diferente com ele , atendendo aos seus pleitos. Se realmente isso aconteceu, isso lhe contrariou? Ou você não acredita que foi assim?

LERO: Se você for escutar as estórias desse ex-vereador de Taquaritinga, de dez, onze é mentira. Não tenho dúvida: isso é mais uma. Veja, ele foi vereador por 4 anos, e eu desafio ele a dizer uma pedra que ele trouxe para Taquaritinga. Paulo Câmara tá terminando seu primeiro mandato, e veja se através do governador esse ex-vereador trouxe alguma coisa para Taquaritinga. Eu acredito que tudo que venha do governo para Taquaritinga venha por Diogo Moraes. Veja, eu sou prefeito de Taquaritinga, sei que as verbas do governo vêm através de Diogo Moraes para a prefeitura. Eu não sei agora se esse ex-vereador tem poder politico dentro do governo do Estado maior do que Diogo. Porque nem eu como prefeito, tenho muita humildade em dizer, que realmente o nosso líder político, e que nos representa no governo é Diogo Moraes. Agora, se ele veio com essa conversa, que ele prove e diga alguma ação que ele fez para Taquaritinga do Norte Leia Mais Programa Sabatina

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Candidato do PSL foi submetido a cirurgia de emergência para desobstruir o intestino na noite de quarta. Segundo médicos, ele passa bem e não sentiu dores nem náusea.

bolsonaro-hospital-rogerO candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, evolui bem após passar por cirurgia de emergência para desobstruir o intestino na noite de quarta-feira (12), informou boletim médico divulgado na manhã desta quinta-feira (13) pelo Hospital Albert Einstein.

O candidato está internado desde sexta (7) no hospital da Zona Sul de São Paulo, após ser vítima de uma facada durante ato de campanhaem Juiz de Fora, Minas Gerais.

O procedimento durou duas horas e terminou por volta das 23h30. Segundo os médicos, a nova intervenção foi bem-sucedida e o candidato passa bem. Ele não sentiu dores nem teve náusea durante a madrugada. Bolsonaro foi levado para o mesmo leito onde estava antes da cirurgia, e voltou a ter o protocolo de cuidados de UTI.

Carlos Bolsonaro, um dos filhos do candidato, fez na manhã desta quinta um post nas redes sociais sobre a cirurgia.

 @CarlosBolsonaro

 Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem; estou vendo de perto o trabalho dessas pessoas desde o início e só temos a agradecer! Noite delicada, mas 100% contornada. O velho é forte como um cavalo, não é a toa que seu apelido de Exército é “cavalão”!

Cirurgia

Na noite de quarta, o hospital informou que Bolsonaro teve “distensão abdominal progressiva e náuseas”, e precisou passar por uma tomografia no abdômen. O exame identificou presença de aderência obstruindo o intestino delgado. Segundo o hospital, a solução do problema era cirúrgica.

Em uma das três perfurações sofridas no intestino delgado, formou-se uma fístula, um pequeno orifício, que provocou inflamação e gerou o quadro de aderência, que é uma obstrução intestinal.

De acordo com médicos especialistas, a aderência (ou a união de dois tecidos do corpo) ocorreu em decorrência da cicatrização interna em áreas que sofreram incisão cirúrgica, no caso, a realizada após a facada.

Novo boletim médico do candidato Jair Bolsonaro — Foto: ReproduçãoNovo boletim médico do candidato Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução

A aderência foi causada pela inflamação decorrente do trauma e dificultou a passagem de alimentos pelo intestino. Na cirurgia, as fístulas foram suturadas e as aderências foram liberadas.

“Além disso, constatou-se um extravasamento de secreção entérica (secreção intestinal) a montante do ponto de obstrução em uma das suturas realizadas anteriormente para correção dos ferimentos intestinais. Em grandes traumas abdominais esta complicação é mais frequente do que em cirurgias programadas”, diz o boletim da manhã desta terça (leia a íntegra acima). “A limpeza abdominal foi realizada como feito rotineiramente.”

Todos os pontos de possível obstrução foram tratados para reduzir a chance de novos problemas na região.

A alimentação voltou a ser parenteral (endovenosa) desde a tarde de quarta. A dieta será liberada quando se reestabelecer o trânsito gástrico. O tipo de dieta será decidido após a liberação.

Bolsonaro sofreu um atentado na última quinta-feira (6) e foi atingido por uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Bolsonaro precisou passar por cirurgia após sofrer lesões nos intestinos delgado e grosso, e foi encaminhado para o Albert Einstein no dia seguinte.

Recuperação em hospital de SP

A previsão inicial de internação era de sete a dez dias. Médicos e parentes do presidenciável disseram que a nova cirurgia, porém, deve atrasar a alta.

Depois de sair do hospital, o candidato será submetido a outra cirurgia de grande porte para “reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”.

A realização da operação já estava prevista para depois que o candidato tiver alta. Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia só deve acontecer daqui a dois meses. Nesse meio tempo, Bolsonaro seguirá com a bolsa externa ligada à barriga.

Leia Mais Bolsonaro evolui bem após cirurgia no intestino, diz boletim médico

Publicado em 13 de setembro de 2018 por
Publicado em 13 de setembro de 2018 por

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Na terça-feira (11) o programa SABATINA da radio Comunidade FM entrevistou o ex-ministro das Cidades e candidato ao senado Bruno Araújo. Confira trechos da entrevista, conduzida por César Mello e Jason Lagos.

SABATINA: Espalhou-se no dia de ontem um boato indicando que o senhor poderia abrir mão da candidatura ao senado e ir para uma outra posição nessa eleição. Tem possibilidade de isso vir a acontecer, deputado?

BRUNO ARAÚJO: Isso é falsa propaganda, uma fake news, pois quem me conhece sabe que quando tomo uma decisão, vou em frente com firmeza. Há 30 dias que começamos uma campanha pra senador.  Lógico que fomos o ultimo a entrar, todos os outros candidatos entraram há bem mais tempo. Todos eles são candidatos que já foram majoritários  no Estado, pro Senado, pro Governo , pra Recife, todos os 5 mais bem colocados.  Eu estou pela primeira vez na disputa para o Senado, numa eleição em que todos sabem que a população esta muito desconectada, desiludida. O tempo de televisão diminuiu bastante, não tem mais carro de som e eu que sou muito conhecido nesta região do Agreste, tenho um grande desafio de me tornar conhecido no resto do Estado. Neste pedaço especial nosso que é o Agreste eu sou o candidato ao senado mais pontuado ao lado de Mendonça. Meu desafio agora é ser conhecido pelo resto do Estado. Então, o que se espalhou ontem foi contrapropaganda, a chamada hoje fake news , a notícia falsa, mas nós estamos seguindo firme  e muito motivado de poder levar nossa mensagem a todo o Estado, pois só sou conhecido por 18 % do eleitorado pernambucano e esse é o desafio que a televisão , o rádio e a campanha de rua nos leva para poder avançar no conhecimento eleitorado.

SABATINA: O que fazer pra reverter esse quadro, pra mudar esse jogo faltando 25, 26 dias apenas para as eleições?

BRUNO ARAÚJO: Campanha ! Fazer campanha, estar na rua. Obviamente que  hoje ninguém consegue  em vinte 20 dias  fazer 184 municípios , por isso a importância da televisão , redes sociais, trabalhar nossas propostas  para que ela avance. Obviamente o tamanho do apoiamento; as próprias pesquisas não refletem o apoiamento que nós temos em Pernambuco, no grande número  de prefeitos  e de municípios na oposição. De todos os 184 municípios em Pernambuco, só 10 hoje nós não temos um ponto de apoio, de modo que é uma estrutura politica que aparece sempre quando é mais próxima da eleição . Todos nós acompanhamos  o nosso Senador  Fernando Bezerra Coelho, pai de nosso hoje candidato Federal  em Santa Cruz do Capibaribe, Fernando Filho, que perdia  por muitos pontos  de João Paulo a 4, 5 dias da eleição. Aí as coisas mudaram, no momento em que o voto do senador é a ultima escolha do eleitor, estando sempre em primeiro lugar as dos candidatos a estadual e federal , que são as escolhas locais do município. Depois a presidente e governador, sendo o senador ultimo processo de escolha.

SABATINA: O senhor acha que tem  como Armando Monteiro Neto, Bruno Araújo e Mendonça Filho  se equipararem politicamente e eleitoralmente à frente popular  em Recife e na região metropolitana?

BRUNO ARAÚJO: O  que é a minha sensação?Andando o Estado inteiro e vivendo de perto  nosso sertão,  nosso agreste, há uma nítida impressão de expressiva  vitória no Sertão e todo Agreste de Pernambuco. Digo que temos que nos dedicar mais à região metropolitana, e se você perguntar a minha opinião do por quê, digo para aqueles  que nos  ouvem  aqui em santa Cruz e região, que as pessoas que vivem no Recife, não conhecem os problemas das estradas em Pernambuco, como a infraestrutura  da malha rodoviária de Pernambuco que se acabou. Quem vive na área metropolitana não conhece isso. Quem vive no recife e região metropolitana não sabe o drama de uma moto apreendida, tirada de um trabalhador que sustenta a sua família e que não está em dias com o IPVA altíssimo e injusto, cobrado  pelo governo. Eles não sabem o que está acontecendo com a apreensão de dezenas, centenas de milhares de motos  dos trabalhadores, homens e mulheres do interior . Lá no Recife não se sabe do drama do sertanejo, onde carros pipas não recebem o pagamento do Estado há quase 2 anos.  Enfim, quem tá no Recife não conhece muito de como o governo de Paulo Câmara abandonou o Sertão e o Agreste. Obviamente, Recife sente as dificuldades da saúde que ainda é um pouco menos  humilhante do que pessoas que têm  que viajar 300, 400, 500, 700 quilômetros  pra sair de sua casa no interior e ir  para o  hospital  no Recife. É nesse entendimento que a campanha no Recife, andando, olho no olho, com mobilização, que nós vamos seguramente fazer com que a região metropolitana  possa crescer nas intensões de voto.

SABATINA: A força eleitoral de Lula , tido como um semideus  da política em Pernambuco, intimida o apoio de lideranças, de prefeitos, de deputados, a outros candidatos  à presidência  com medo de perder votos ? O senhor tem feito  claramente a campanha de seu candidato a presidente  Geraldo Alckmin ?

BRUNO ARAÚJO: Tenho, mas obviamente que uma andorinha só não faz verão. O PSDB teve dificuldade nesta eleição muito consistente de avançar  com apoios locais em relação ao nosso candidato nacional. Mas quem me assiste nos meus programas de televisão vai ver que em todos eles  eu tenho a posição, a assinatura, a marca com Geraldo Alckmim, e todos os prefeitos que me conhecem sabem da nossa ligação e da nossa posição partidária. O que Pernambuco precisa perder, e que não faz bem a ninguém,  que qualquer posição em que todos convergem para uma única alternativa, isso nunca faz bem à democracia ou a um Estado. Às vezes as pessoas perguntam : “ qual partido que bruno está? ” Digo: nunca estive em outro partido, sempre fui coerente , fui à vida inteira PSDB. Quando Edson (Vieira) disputou em 98 as eleições para deputado, a primeira que disputamos juntos, eu já era do PSDB. Ou seja, eu tenho mais de 25 anos de partido, nunca tive outra filiação partidária.

SABATINA: O senhor acredita que num segundo turno , Bolsonaro versus Alckmim ou Bolsonaro versus um candidato de esquerda, alguma força politica se aliaria ao candidato Jair Bolsonaro?

BRUNO ARAÚJO: Nós temos que ver, aguardar o que as pesquisas apontam , pois elas dizem que Bolsonaro  teria dificuldade no segundo turno .

SABATINA: Isso numa condição de isolamento , concorda? Mas se ele tiver apoio significativo já muda tudo, não é?

BRUNO ARAÚJO: Veja: ele pode ser presidente mesmo sem apoio nenhum. Alguém que hoje tem 30% das intensões de voto para a presidência, que não tem uma bandeira, não tem um partido consistente fazendo campanha em qualquer lugar no Brasil, não tem tempo na televisão, não tem nada, mas tem o principal, o povo, então ele pode ser presidente sem apoio de um Governador, pode ser presidente com o apoio de um único partido, pode ser presidente sem apoio de qualquer coisa, pois o principal ele tem, o povo. Bolsonaro não tem televisão, militância, nem estrutura nas ruas com bandeiras da militância tradicional e tá no tamanho que tá, pois a politica nacional tá mudando e a tradicional tá perdendo importância, e quem tiver na vida pública vai ter que entender isso e se adequar. Leia Mais Programa Sabatina

Publicado em 13 de setembro de 2018 por

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Na segunda-feira (10) o programa SABATINA da radio Comunidade FM entrevistou o ex-ministro da Educação e candidato ao senado Mendonça Filho. Confira trechos da entrevista, conduzida por César Mello e Jason Lagos.

SABATINA: Como tem sido essa corrida pelo senado para o senhor que já foi governador do Estado, deputado federal, e ministro?

MENDONÇA: Bem interessante e bem intensa, pois tenho me desdobrado de forma muito forte para que eu posa estar presente em todas as regiões do Estado, levando minha mensagem, falando um pouco sobre meu trabalho de 32 anos da minha vida pública, o meu trabalho recente como ministro da educação, as obras realizadas e ao mesmo tempo reafirmando meus compromissos como senador,  para que eu possa continuar defendendo a educação, sendo o Senador da Educação e trabalhando pelos projetos e interesses de Pernambuco.

SABATINA: Os números das pesquisas lhe mostram numa condição de quase empate numérico com Humberto Costa.  Como é que o senhor tem avaliado essas pesquisas?

MENDONÇA: Eu, na verdade, tenho como habito e até como histórico de vida nunca ficar analisando pesquisa, pois eu acho que a pesquisa não retrata o determinado momento, pois uma pesquisa para Senador tem um complicador a mais, porque ela é muito imprecisa não dando uma clareza muito grande  em  relação  a precisão dos números, por serem duas vagas.  Portanto, as disputas de primeiro e segundo voto alteram muitas vezes o resultado, tanto é que nas ultimas eleições houve muitas surpresas em Pernambuco e fora daqui. O que eu posso lhe dizer  é o que eu sinto nas ruas, do meu contato direto com a população. Tem sido muito positivo e também tenho percebido uma aceitação bastante grande a respeito do meu nome como candidato ao senado, e eu espero  que naturalmente isso possa se traduzir na minha vitória no dia 07 de Outubro.

SABATINA: O discurso da oposição, taxando o palanque de Armando Monteiro, e consequentemente também os candidatos ao senado, como Turma de Temer, tem produzido efeito na campanha?

MENDONÇA: Não, não, até porque a população compreende que é apenas uma tática pra desviar o assunto de debates do interesse da população como um todo. Você pode ver o quadro como um todo, que é um quadro de muita dificuldade para o povo em geral; na saúde que vai muito mal, na estrutura física que sabemos que hoje Pernambuco tem uma estrutura muito deteriorada, estradas mal cuidadas, na segurança que hoje o quadro da violência tomou conta de Pernambuco, assaltos a bancos, recordes de homicídios, tendo realmente um quadro bem complicado e que demonstra claramente que o palanque  do Governo quer  é  apenas desviar a atenção. Mas são os debates que interessam à população. Essa questão de turma disso ou daquilo outro eu acho que não tem nenhum significado pra quem quer ter um governo eficiente e que trabalhe em favor do povo.

SABATINA: A intolerância política fez a primeira vítima, o candidato Jair Bolsonaro. Como o senhor vê esse quadro de radicalização de intolerância que existe hoje no país?

MENDONÇA: Eu lamento, pois a disputa politica é sempre importante, mas a radicalização e o extremismo não leva a nada, muitas vezes deixa a situação onde você tem o confronto físico e isso demonstra a falência do princípio democrático e o respeito ao contraditório e a opinião divergente. Eu acho lamentável o que aconteceu com o candidato a presidência Jair Bolsonaro e espero que possamos superar esse tipo de situação reavaliando todo o quadro político brasileiro à luz de uma democracia  que seja respeitosa  entre aqueles que disputam, mesmo na divergência. Acho que você não pode jamais ir para uma situação de desgaste do ponto de vista de palavras de quem quer que seja , muito menos partir para a desmoralização ou a agressão física.

SABATINA: E como foi a sua experiência com a intolerância política na sua passagem pelo Ministério da Educação, sobretudo em universidades onde o senhor teve dificuldade até pra falar?

MENDONÇA: Eu acho que minha experiência demostrou que muitas vezes numa postura pacífica, acautelada, mas firme e convicta , você supera esses adversários radicais , pessoas intolerantes. Então o que eu demonstro com isso é que a capacidade de saber ouvir, até mesmo os radicais, respeitando-os, você os desmoraliza, mostrando que a ação do debate politico tem que ser sempre na linha do respeito mútuo, pois do contrario não há democracia.

SABATINA: Mendonça, a insistência do PT em levar o nome de Lula como figura integrante de uma chapa sem que ele pudesse ser candidato, até que ponto lhe surpreende e lhe incomoda , sendo o senhor um opositor a Lula tanto no campo nacional como no local?

MENDONÇA: Não me incomoda em nada. Eu acho que é o espaço do tempo deles e eu respeito. Minha divergência com o PT não é pessoal, diferentemente de Jarbas  que diz que torcia e ia vibrar no dia em que Lula fosse preso. Eu nunca disse nada semelhante em relação a Lula, nem perto disso, pois não faço política pro lado pessoal, entendeu? Eu respeito às pessoas, respeito quem pensa diferente, e cada um tem seu espaço e tem a sua responsabilidade. Leia Mais Programa Sabatina

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

Campanha do PSDB utilizou trecho de fala de Bolsonaro sobre a PEC das Domésticas, mas omitiu parte da declaração. Para ministro Luis Felipe Salomão, montagem foi divulgação de ‘fato distorcido’.

Os candidatos à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) — Foto: Adriana Spaca/Framephoto/Estadão Conteúdo / Myke Sena/Framphoto/Estadão ConteúdoOs candidatos à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) — Foto: Adriana Spaca/Framephoto/Estadão Conteúdo / Myke Sena/Framphoto/Estadão Conteúdo

O ministro Luis Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu nesta quarta-feira (12) direito de resposta ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) na propaganda de rádio do adversário Geraldo Alckmin (PSDB).

Segundo a coligação de Bolsonaro, houve montagem da campanha do tucano ao reproduzir entrevista concedida por ele ao Jornal Nacional sobre a PEC das Domésticas.

Na propaganda, a campanha de Alckmin reproduz um trecho da resposta de Bolsonaro, no qual o candidato do PSL afirmou ter sido o único deputado a votar contra a proposta, que deu mais direitos a empregados domésticos.

A propaganda de Alckmin, porém, não mostra o restante da resposta, no qual Bolsonaro explica os motivos que o levaram a votar contra a PEC (leia a transcrição abaixo).

Para o ministro, a propaganda utilizou apenas um trecho da entrevista com o intuito de “apresentá-lo [Bolsonaro] como alguém contrário à classe das empregadas domésticas e aos pobres” e “ultrapassou a esfera da mera crítica política, espraiando-se em verdadeira divulgação de fato distorcido, perceptível de plano”.

Pela decisão, Bolsonaro terá um minuto e catorze segundos para apresentar resposta, no período diurno, dentro do horário reservado a Alckmin. A data da veiculação não foi definida na decisão.

Propaganda de Alckmin

Veja trecho da propaganda de Alckmin questionado pela coligação de Bolsonaro reproduzido na decisão:

Personagem 1: Olá! Muito obrigado pelo carinho, muito obrigado pela atenção, e agora tira essa trilha, eu quero falar diretamente viu. Olha a situação está muito feia, você ouviu, tá vendo, acompanhando, o candidato Bolsonaro? Ele foi ao Jornal Nacional e disse que votou contra os direitos das empregadas domésticas. William Bonner perguntou e olha só como ele respondeu.

Bolsonaro: Eu sou o único a votar contra, em dois turnos, então não houve erro da minha parte.

Personagem 1: E ele ainda se orgulha. Toca de novo.

Bolsonaro: Eu sou o único a votar contra, em dois turnos, então não houve erro da minha parte.

Personagem 1: Olha, ainda bem que o Bonner perguntou, porque a gente já tinha até esquecido viu. Se dependesse do Bolsonaro, as domésticas, você querida, ia ficar até hoje sem carteira assinada sem décimo terceiro, sem férias, sem direito nenhum. Ô Bolsonaro, escuta, vem cá, o que você tem contra pobre hein? O que você tem contra pobre? E ainda quer ser presidente. Vai vendo.

Entrevista de Bolsonaro ao Jornal Nacional

Leia o trecho da entrevista concedida ao Jornal Nacional e reproduzido parcialmente pela campanha de Alckmin:

William Bonner: O senhor tem verbalizado, candidato… Mas vamos lá. Aparentemente, o senhor concorda com isso. Ainda na questão dos direitos trabalhistas, o Brasil assistiu à aprovação da PEC dos domésticos, e a PEC dos domésticos dignificou a profissão de milhões de trabalhadores brasileiros, né? Deu a eles direitos que até então não tinham. No entanto, o senhor votou contrariamente à PEC dos domésticos. Eu lhe pergunto: por que o senhor considera que esses milhões de cidadãos trabalhadores brasileiros não teriam direito, não mereceriam esses direitos conquistados?

Jair Bolsonaro: Não é o senhor votou contra, eu fui o único a votar contra, em dois turnos, então não houve erro da minha parte. Foi para proteger, o que eu defendia são os mesmos direitos, mas de forma gradativa. Levou milhares, milhões de senhoras e alguns homens que exerciam o trabalho doméstico para ser o quê? Diaristas. E como diaristas não estão, sequer, grande parte deles, recolhendo para a sua Previdência. Então tem que ser devagar. Muita gente teve que demitir, porque não teria como pagar, muitas mulheres perderam o emprego exatamente pelo excesso desses direitos. Essa foi a minha intenção. Nada contra…

À época da entrevista do Bolsonaro ao JN, a equipe do Fato ou Fake checou a declaração do candidato sobre a votação da PEC das Domésticas. A declaração de que foi o único deputado a votar contra a proposta nos dois turnos é #FAKE. Veja o porquê:

 Nenhum deputado votou contra a PEC das Domésticas nos dois turnos de votação no plenário da Câmara. No 1º turno, em 21 de novembro de 2012, Bolsonaro estava ausente e não participou da votação da proposta. Naquela vez, apenas os deputados Roberto Balestra (PP-GO) e Zé Vieira (PR-MA) foram contra a PEC.

No 2º turno, em 4 de dezembro de 2012, dois deputados se posicionaram contra a proposta: o deputado Vanderlei Siraque (PT-SP) e o candidato a presidente pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro, então filiado ao PP do Rio de Janeiro.

Leia Mais TSE dá direito de resposta a Bolsonaro em propaganda de rádio de Alckmin

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

3 em cada 10 homens dizem que vão votar no candidato do PSL, que tem quase 4 em cada 10 dos votantes do Sul; metade dos seus eleitores afirma que não vão mudar o voto.

Jair Bolsonaro dá entrevista após ato de campanha na Ceasa, Zona Norte do Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/TV GloboJair Bolsonaro dá entrevista após ato de campanha na Ceasa, Zona Norte do Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/TV Globo

Jair Bolsonaro (PSL) tem razões para comemorar o último levantamento do Ibope, divulgado na terça-feira (11), a despeito de seus aliados questionarem as pesquisas de intenção de voto de grandes institutos.

Em diferentes recortes, o Ibope traz uma série de boas notícias para o candidato do PSL, que o consolidam na liderança e o fortalecem na disputa da vaga no segundo turno. O campo da pesquisa, é verdade, foi feito na esteira do atentado contra a vida do candidato, na quinta-feira passada (6), o que pode ter captado mais fortemente uma empatia ou comoção do eleitor em relação ao episódio (o Ibope foi feito entre sábado, 8, e segunda-feira, 10, enquanto o Datafolha, apenas na segunda-feira, 10). Ainda assim, mergulhando na pesquisa, há indicativos de que sua vantagem em relação aos concorrentes não é apenas conjuntural.

Em relação ao levantamento do Ibope do começo do mês, Bolsonaro cresceu quatro pontos percentuais, chegando a 26% das intenções de voto. Também aumentou sua votação na pesquisa espontânea (quando não é apresentado o nome do candidato): passou de 17% para 23%. Esse porcentual é importante porque mostra o quão consolidado o nome do candidato está na cabeça do eleitor (32% dos homens falam que votarão nele sem serem questionados). Além disso, 54% dos seus eleitores dizem que não pretendem mudar o voto, uma taxa de convicção mais alta que a de todos os candidatos (na pesquisa anterior era de 41%).

A rejeição também caiu, embora seja especialmente grande entre as mulheres (50% delas dizem que não votam nele). Ele tinha 44% de rejeição, agora tem 41%. A queda na rejeição foi expressiva entre os mais ricos: passou de 46% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos para 39%.

O percentual, no entanto, continua a ser um grande problema para o candidato do PSL no segundo turno, quando o eleitor tende a votar em quem rejeita menos (e pode também alimentar um movimento de voto útil no primeiro turno). Apesar disso, nas simulações de segundo turno do Ibope, Bolsonaro melhorou o desempenho, chegando a empatar em 3 dos 4 cenários – na pesquisa anterior ele perdia em 3 e empatava em 1, contra o candidato do PT, Fernando Haddad. Agora, ele aparece tecnicamente empatado, mas numericamente à frente de Haddad com 40% das intenções de voto contra 36% do petista.

Bolsonaro cresceu também entre grupos que tinham mais resistência a ele, como o de eleitores acima de 55 anos. Passou de 18% das intenções de voto para 26%, um crescimento de 8 pontos percentuais – ele também cresceu entre todas as faixas etárias de 25 a 54 anos.

Ele foi o candidato que mais ampliou sua intenção de voto pelas diferentes regiões do país, chegando a 37% das intenções de voto no Sul – um crescimento de 14 pontos percentuais. Nessa região, que tradicionalmente votava com o PSDB, Geraldo Alckmin ainda encontra como empecilho o candidato do Podemos, Alvaro Dias, que cria um teto de crescimento para o tucano (os dois têm 8% das intenções de voto). Bolsonaro também teve aumento de 5 pontos percentuais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste/Norte, onde tem respectivamente 29% e 31% das intenções de voto.

De certa maneira, a intenção de voto de Bolsonaro reprisa o desempenho dos tucanos na eleição de 2014, que foram vitoriosos nas regiões Sul e Centro-Oeste, em São Paulo, Espírito Santo e parte da região Norte (o Nordeste votou com o PT). A região Nordeste foi a única em que ele apresentou queda na intenção de voto: passou de 15% para 12%.

 Parafraseando um jargão do mundo político, pesquisa é uma fotografia de momento. Mas, agora, quem está bem na foto é candidato do PSL. Na sexta-feira, haverá novamente pesquisa Datafolha. A ver.

Leia Mais Ibope: Bolsonaro cresce, diminui rejeição, torna voto mais homogêneo e se fortalece para o 2º turno

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

Jair Bolsonaro, na pesquisa exclusiva da Crusoé, aparece com 26,6% do eleitorado.

Ele tem mais do que o dobro dos votos de Ciro Gomes e Marina Silva. E mais do que o triplo de Geraldo Alckmin e Fernando Haddad.PHOTO-2018-09-12-04-31-16-628x353

Às vésperas da eleição presidencial mais decisiva da história da República… Todos querem esconder a verdade de VOCÊ!

Caro leitor,

O atentado a Jair Bolsonaro representa o ápice da degradação do ambiente político no Brasil.

Esse é um fato que precisa estar no seu radar nesta eleição.

O atual processo de sucessão presidencial desponta como o mais frenético e indefinido da história brasileira.

Se por um lado temos um oceano de indecisos que torna impossível antecipar o desfecho destas eleições…

Por outro, não resta a menor dúvida: apenas um desses caminhos irá selar o seu destino pelos próximos anos:

1— Ou o país retoma as rédeas do crescimento, com a aprovação das reformas estruturais necessárias para resgatar a economia do limbo;

2— Ou retrocede à antiga matriz populista, responsável pelas atuais mazelas como desemprego, inflação, falência da indústria e total desajuste nas contas públicas.

Mas, apesar da importância histórica destas eleições, a imprensa não está falando toda a verdade para você.

Não espere até outubro para ser pego de surpresa.

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Leia Mais Bolsonaro é o triplo!

Publicado em 12 de setembro de 2018 por

Candidato do PSL está internado em São Paulo e não pode comparecer à série de entrevistas com os presidenciáveis. Diante da ausência de Bolsonaro em razão do atentado sofrido durante a campanha, G1 e CBN o convidaram para dar entrevista em outra data neste mês.

Resultado de imagem para bolsonaro no hospital Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, em foto tirada dentro do hospital, após ele ser esfaqueado em Juiz de Fora, MG (Crédito: Reprodução / Instagram)

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, participaria nesta quarta-feira (12), das 8h às 9h, da série de entrevistas do G1 e da CBN com os presidenciáveis. Mas ele continua internado e não pode comparecer ao estúdio da CBN em São Paulo, onde ocorreria a entrevista.

Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde sexta-feira (7), após ser esfaqueado por um homem em Juiz de Fora (MG) na quinta-feira (6).

A data da entrevista com Bolsonaro havia sido acertada em agosto, em sorteio realizado na presença de representantes dos partidos. Conforme explicitado na ocasião, um dos pressupostos para a entrevista ocorrer é a presença física do candidato no estúdio da CBN.

Diante da ausência de Bolsonaro em razão do atentado sofrido durante a campanha, o G1 e a CBN procuraram, na terça-feira (11), a assessoria do candidato e ofereceram a possibilidade de a entrevista presencial ocorrer em outra data neste mês, no mesmo horário das demais: das 8h às 9h. Ainda não houve resposta.

Leia Mais Jair Bolsonaro daria entrevista ao G1 e à CBN nesta quarta-feira, dia 12

Publicado em 12 de setembro de 2018 por
Publicado em 11 de setembro de 2018 por

Nas redes sociais, candidato do PSL agradeceu evento de campanha em Juiz de Fora e disse que ‘nada apagará a chama da esperança’.

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Jair Bolsonaro teve melhora intestinal e voltará a receber alimentação via oral, informou boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na manhã desta terça-feira (11). Ainda de acordo com o comunicado, candidato à Presidência pelo PSL está estável na UTI, sem febre e sem sinais de infecção.

O presidenciável está internado desde sexta (7) no hospital na Zona Sul de São Paulo se recuperando de uma facada levada durante ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG), na tarde de quinta (6).

“Em decorrência da melhora intestinal, a sonda nasogástrica foi retirada na manhã de hoje. Será reiniciada alimentação oral e progredida de forma gradual conforme aceitação. Ela será feita concomitante à alimentação parental”, disse o comunicado.

Redes sociais

Nesta terça, Bolsonaro postou nas redes sociais um agradecimento ao evento de campanha de Juiz de Fora, onde acabou esfaqueado. “Nada apagará a chama da esperança que presenciamos nos olhos de cada um presente neste grande dia!”, disse na postagem, que contém também um vídeo aéreo do evento. As imagens não mostram o ataque.

Ele também disse que segurança é prioridade. “As pessoas precisam de emprego, querem educação, mas de nada adianta se continuarem sendo vítimas de latrocínio a caminho de seus trabalhos; de nada adianta se o tráfico de drogas permanecer na porta das escolas”, disse.

Ele também criticou a ação de marqueteiros nas campanhas eleitorais.egt

Na segunda, Bolsonaro fez postagens com críticas aos “acomodados com a velha política suja”, e elogios. “Agradeço a cada cidadão, pai, mãe, filho e filha, pelos atos de solidariedade realizados nos últimos dias. Este apoio é nosso combustível”, afirmou.

Recuperação em hospital de SP

Segundo a cúpula do Hospital Albert Einstein, os principais riscos que serão monitorados são pneumonia (pois o candidato ficou muito tempo em choque e perdeu cerca de 2 litros de sangue) e infecção (por causa do vazamento de massa fecal na cavidade abdominal).

A previsão de internação é de sete a dez dias. A retomada das atividades de campanha só deve ocorrer 20 dias após a data de internação. Depois da alta, o candidato será submetido a outra cirurgia de grande portepara “reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”.

A realização da operação já estava prevista para depois que o candidato tiver alta. Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia só deve acontecer daqui a dois meses. Nesse meio tempo, Bolsonaro seguirá com a bolsa externa ligada à barriga.

Leia Mais Bolsonaro apresenta melhora intestinal e voltará a receber alimentação via oral, diz boletim médico

Publicado em 11 de setembro de 2018 por

Decisão foi anunciada nesta terça-feira (11), em Curitiba, no último dia do prazo dado pelo TSE para o partido definir o substituto do ex-presidente.

Fernando Haddad, em frente à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (Foto: Giuliano Gomes/PRPress)Fernando Haddad, em frente à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (Foto: Giuliano Gomes/PRPress)

O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou nesta terça-feira que Fernando Haddad concorrerá à Presidência da República pela legenda no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  O prazo dado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o partido definir o substituto de Lula terminava às 19h desta terça-feira. Na chapa original, Haddad era o vice de Lula.

Na nova formação, a candidata à vice-presidência será Manuela D’Ávila, do PCdoB. O anúncio foi feito em Curitiba, onde Lula está preso desde 7 de abril, cumprindo pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso da Lava Jato envolvendo o triplex em Guarujá (SP). Pela manhã, a executiva nacional do partido se reuniu em um hotel na capital paranaense.

Prazo

Os ministros do TSE rejeitaram a candidatura Lula em 1º de setembro, e deram 10 dias para o PT substituir o candidato. O prazo que terminava nesta terça às 19h.

Na segunda (10), a defesa do ex-presidente havia recorrido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o prazo até 17 de setembro. O recurso, entretanto, não chegou a ser analisado até esta terça, e o partido acabou decidindo por anunciar a substituição de Lula por Haddad.

Os advogados tinham feito o mesmo pedido ao TSE, que foi rejeitado pela presidente do tribunal, ministra Rosa Weber.

Caso o partido não apresentasse o substituto na chapa, de acordo com entendimento da Justiça Eleitoral, ficaria de fora da corrida presidencial, e o tempo de propaganda na TV seria redistribuído entre os demais partidos.

Executiva nacional do Partido dos Trabalhadores se reuniu em Curitiba, na manhã desta terça-feira (11) (Foto: Erick Gimenes/G1 PR)Executiva nacional do Partido dos Trabalhadores se reuniu em Curitiba, na manhã desta terça-feira (11) (Foto: Erick Gimenes/G1 PR)

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