Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Delegada diz que Joel Cunha Silva, 21, cometeu crime com crueldade, furando os olhos do companheiro; ele foi capturado em Anápolis, onde morava nas ruas.

Joel Silva foi preso suspeito de matar o namorado em Goiânia — Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoJoel Silva foi preso suspeito de matar o namorado em Goiânia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Um jovem de 21 anos foi preso suspeito de matar a facadas o namorado, Doasley Ferreira de Souza, de 34 anos, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, Joel Cunha Silva, de 21 anos, cometeu o crime com crueldade, furando os olhos do companheiro e gravando as iniciais do próprio nome na barriga do companheiro.

A delegada responsável pelo caso, Magda D’Ávila, disse que Joel e Doasley mantinham um relacionamento há alguns meses. Ela afirma que o jovem confessou o crime, mas negou que os dois fossem namorados. A investigadora acredita que o crime tenha sido motivado por ódio e por “não aceitação da própria orientação sexual”.

“Foi um crime horrível, com requintes de crueldade. Ele esfaqueou os olhos do namorado, o perfurou por várias partes do corpo e ainda escreveu ‘Jo’ na barriga dele. Ele diz que matou o Doasley porque havia pedido dinheiro para ele, mas ele não havia entregado. Nós apuramos que sim, eles tinham um relacionamento, eram namorados, o que ele nega veementemente”.

 “Trata-se de um crime cometido com muito ódio. A gente percebe que ele estava neste relacionamento, mas tinha raiva, não aceitava a própria orientação sexual”, disse a investigadora.

Não conseguimos localizar a defesa de Joel.

O crime ocorreu no dia 14 de abril deste ano, na quitinete em que Doesley morava, no Setor dos Funcionários, região central de Goiânia.

Conforme a delegada, no local estavam Joel, Doesley e um amigo do casal, Luiz Roberto de Morais, quando uma discussão começou. Durante a briga, conforme a investigadora, Joel esfaqueou o namorado e fugiu. O corpo foi encontrado por colegas de trabalho da vítima.

Segundo a delegada, Luiz Roberto foi localizado em junho, dois meses após o crime, e chegou a ser preso suspeito do crime. Ele negou ter participado e indicou o nome de Joel como sendo o autor das facadas. A investigação concluiu que Luiz não teve participação na morte, o inocentou do homicídio, mas o indiciou por omissão de socorro.

“Foi por meio do Luiz Roberto que nós encontramos Joel. Ele negou o fato, disse que o Joel havia sido o autor. Dois meses depois, quatro meses de pois do crime, a Inteligência da polícia localizou o autor, que estava morando as ruas em Anápolis. Ele, além de confessar, disse que Luiz Roberto realmente não cometeu o crime e, inclusive, tentou apartar a briga”, contou a delegada.

Joel foi indiciado por homicídio duplamente qualificado. Já Luiz Roberto, como a investigadora explicou, vai responder por omissão de socorro, por ter fugido do local após o crime.

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Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Segundo a Delegacia de Defesa da Mulher, jovem aparenta estar arrependida de denunciar o pai, de quem engravidou duas vezes. Advogados foram contratados pela filha para tentar tirá-lo da cadeia.Violência-doméstica-contra-crianças-e-idosos

A jovem que foi abusada pelo pai desde criança vivia um relacionamento “de marido e mulher” com ele, segundo apuração da Delegacia de Defesa da Mulher da Mulher (DDM) de Jundiaí (SP). O homem está preso temporariamente desde segunda-feira (10), no Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista (SP).

Em entrevista, a investigadora responsável pelo caso afirmou que a mulher, hoje com 27 anos, tinha um relacionamento com o pai desde os 15.

“Eles viviam como marido e mulher. Muitas pessoas sabiam e faziam ‘vista grossa’, porque ela aceitava a situação e não era forçada a isso”, explica a investigadora Lilian Picchi.

O caso chegou à DDM apenas no fim de agosto, quando a vítima procurou ajuda por influência de uma amiga. Ela disse que começou a ser estuprada quando tinha 7 anos e que os abusos aconteciam com frequência na casa onde morava com o pai, a mãe, dois irmãos e uma irmã.

Durante o período dos abusos, a vítima ficou grávida duas vezes – o primerio filho morreu ao nascer e o segundo está com 7 anos. Ainda segundo a polícia, após os 15 anos, o relacionamento teria sido consentido entre pai e filha.

Segundo Lilian, a mulher aparenta estar arrependida de ter denunciado o pai, já que, ao saber da prisão dele, saiu de um abrigo da prefeitura, onde recebia atendimento psicológico e assistência social, para contratar um advogado para defendê-lo e tentar tirá-lo da prisão.

Em depoimento à polícia, a jovem afirmou que chegou a ter alguns namorados, mas contou que os relacionamentos nunca davam certo, porque o pai era muito ciumento e “ficava em cima” quando ela saía com os rapazes.

A mãe da jovem só foi saber do caso em 2017, quando a filha revelou que o pai era progenitor do filho dela. Após a revelação, o homem teria saído de casa e voltado algum tempo depois. Neste período, eles continuaram tendo relações sexuais.

Apesar de morar com a esposa, a polícia afirma que o homem não tinha mais nenhum tipo de relacionamento amoroso com ela.

A DDM afirmou que a mulher não pode retirar a queixa, já que os abusos começaram quando ela ainda era uma criança.

‘Nunca vi caso assim’

Lilian afirmou que o desenrolar do caso surpreendeu a ela e a todos da DDM. A família não teve a identidade revelada à imprensa, mas o G1 tenta contato com o advogado contratado pela mulher.

“Em 20 anos de trabalho nós nunca vimos um caso assim. É muita reviravolta, uma situação difícil de compreender”, conta.

O homem deve permanecer preso por 30 dias até que o inquérito seja analisado por um juiz. A investigadora disse que o advogado contratado pela filha deve entrar com um habeas corpus para tentar liberar o homem.

A DDM afirmou que, apesar de ter deixado o abrigo mantido pela prefeitura, a vítima continua recebendo atendimento psicológico.

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Publicado em 13 de setembro de 2018 por

Ele está preso na penitenciária em Tremembé (SP) condenado pelo assassinato da ex-namorada Mércia Nakashima. Crime foi em 2010. MP deu parecer contrário ao pedido na última terça-feira (11).

Mércia Nakashima e Mizael Souza foram namorados e ele acabou condenado pela morte dela; assassinato foi em 2010 — Foto: Arquivo/Reprodução/TV Globo/Juliana Cardilli/G1Mércia Nakashima e Mizael Souza foram namorados e ele acabou condenado pela morte dela; assassinato foi em 2010 — Foto: Arquivo/Reprodução/TV Globo/Juliana Cardilli/G1

O detento Mizael Bispo de Souza, condenado a 22 anos e oito meses pela morte da ex-namorada Mércia Nakashima, recorreu à Justiça para ter assistência médica fora do presídio em Tremembé (SP), onde cumpre pena pelo assassinato desde agosto de 2015. O crime foi em 2010.

O pedido foi feito no fim do ano passado e submetido a esclarecimentos da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) sobre a saúde do presidiário. No último dia 11, com as informações do Estado, o Ministério Publico (MP-SP) deu parecer contrário ao requerimento de Mizael. Não há prazo para decisão da Vara de Execuções Criminais (VEC).

No pedido feito pelo advogado de Mizael, Marcos Vinícius Cesar Doria, ele diz que o detento precisa fazer exames cardiológios em ‘estabelecimento adequado’ e solicita escolta policial para acompanhar o condenado.

A SAP informou ao judiciário que Mizael faz acompanhamento com médico cardiologista desde março de 2017, que passa por consultas períodicas e atualmente tem estado de saúde considerado estável, mantendo medicação contínua. Ele toma medicamentos como losartana, para hipertensão, e atenolol, para doenças vasculares.

A pasta afirmou ainda que Mizael fez teste ergométrico e ecocardiograma em março deste ano, com resultados dentro da normalidade.

Com base neste documento da SAP, o promotor Luiz Marcelo Negrini, considerou que Mizael já recebe o atendimento médico necessário dentro do sistema prisional e não tem qualquer problema que afete seu estado clínico – por isso, o MP deu parecer contrário à saída do preso para fazer exame.

Antes do pedido para deixar a prisão para fazer exames, Mizael já tentou cumprir pena domiciliar, alegando risco de vida na unidade onde está preso; e também pediu progressão para o regime semiaberto em 2016. Os dois pedidos foram negados pela Justiça.

G1 procurou o advogado de Mizael, Marcos Vinícius Cesar Doria, que reforçou que o pedido “é um direito comum a todos os detentos”.

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Publicado em 12 de setembro de 2018 por

No semiaberto os detentos têm direito a saídas temporárias no Dia dos Pais e no Dia das Crianças, por exemplo. Pedido da defesa aguarda julgamento da VEC em Taubaté. Ele está preso desde 2008.

Pai da menina Isabella foi condenado em 2010 pela morte da menina de 5 anos; ele nega o crime — Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo/ArquivoPai da menina Isabella foi condenado em 2010 pela morte da menina de 5 anos; ele nega o crime — Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo/Arquivo

O detento Alexandre Alves Nardoni, condenado a 30 anos e dois meses de prisão pela morte da filha Isabella, pediu progressão ao regime semiaberto. Ele cumpre pena por homicídio qualificado na Penitenciária Doutor José Augusto Salgado, a P2 de Tremembé (SP), desde maio de 2008.

O pedido da defesa do presidiário é do último dia 5 e teve parecer contrário do Ministério Público nesta terça-feira (11) (leia mais abaixo). Não há prazo para julgamento do pedido na Vara de Execuções Criminais (VEC) de Taubaté (SP).

A defesa de Nardoni considera que ele já tem direito a um regime prisional mais brando porque já cumpriu o lapso temporal necessário à concessão do benefício – o correspondente a dois quintos da pena, considerado no cálculo o abatimento de 634 dias da pena por trabalhar na penitenciária.

O advogado de Nardoni, Roberto Podval, considera que o detento cumpriu o tempo de permanência exigida no regime fechado no último dia 5 de setembro. “O peticionário preenche o requisito objetivo para a progressão ao regime semiaberto”, disse no processo enviado à VEC.

Além disso, ele destacou que o pai de Isabela também cumpre requisitos subjetivos para o benefício, como bom comportamento carcecário, sendo que nunca cometeu faltas disciplinares, sem envolvimento com facções criminosas e afirma que ele nunca tentou fugir. “Tem e sempre teve conduta exemplar”, argumentou a defesa de Nardoni no pedido.

No semiaberto os detentos têm direito a cinco saídas temporárias no ano, entre elas Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal.

Também condenada pela morte da menina Isabela, a madrasta Anna Carolina Jatobá já cumpre pena no regime semiaberto desde o ano passado. Tanto ela, quanto Alexandre, condenados em 2010, sempre negaram ter matado a criança.

O advogado Roberto Podval foi procurado por telefone, mas ele não quis acrescentar informações além das que já constam no pedido feito pela defesa.

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Publicado em 11 de setembro de 2018 por

O caso reacendeu a polêmica sobre onde prender pessoas que se definem como transexuais, mas que foram condenadas por abuso sexual quando eram homens.

Karen White é acusada de ter agredido sexualmente quatro detentas com quem estava presa, na Inglaterra (Foto: Reprodução/Facebook/BBC)Karen White é acusada de ter agredido sexualmente quatro detentas com quem estava presa, na Inglaterra (Foto: Reprodução/Facebook/BBC)

Karen White, de 52 anos, estava presa preventivamente por estupros e outros crimes sexuais que teria cometido – contra mulheres – quando ainda se apresentava como homem e se identificava como Stephen Wood.

Como, porém, se autodefine como transgênero, se veste de mulher e usa maquiagem, ganhou o direito de ser transferida para uma ala feminina onde cumpriria o restante da pena – uma vez que, no Reino Unido, autoridades prisionais adotam diretrizes recomendando que, em geral, o local de reclusão deve corresponder ao gênero que os detentos expressam.

Mas ela não havia feito cirurgia de mudança de sexo. E é acusada de ter aproveitado a proximidade com as presas com quem passou a dividir a cela para assediá-las sexualmente poucos dias depois de ter chegado.

O caso levantou críticas pelo fato de o histórico da presa ter sido desconsiderado em seu processo de transferência e fez ressurgir o debate sobre onde encarcerar mulheres trans com antecedentes de crimes sexuais praticados quando eram homens.

Acusações de violência sexual

Karen havia cumprido um ano e meio de prisão numa ala masculina, quando ainda se identificava como Stephen, por conduta obscena contra um menor.

Durante o julgamento desse crime, ela admitiu que, já na nova prisão, agrediu sexualmente duas das quatro detentas que a acusam de abusos.

Os crimes teriam ocorrido entre setembro e novembro do ano passado e incluído desde assédio sexual e toque indevido até exibição de genitais e comentários impróprios sobre sexo oral.

Vulnerabilidade dupla

O debate agora está centrado em se a autodeclaração de gênero é suficiente para que uma pessoa transgênero seja mantida em presídios femininos ou em celas com outras mulheres.

Os grupos que se opõem a essa autodefinição como critério para definir o local de reclusão alegam que ela traz o risco de homens – que eventualmente se passem por mulheres trans – terem acesso a mulheres vulneráveis.

 Ativistas defensores dos direitos das pessoas transgênero, no entanto, afirmam que os presos dessa comunidade já estão entre os mais vulneráveis e são humilhados pelo sistema prisional.

Para Janice Turner, colunista dos jornais britânicos The Times e The Guardian, no caso de White, os antecedentes eram visíveis e poderiam ter sido usados para evitar que ele fosse transferido para a prisão feminina.

“Prender estupradores em cadeias femininas, deixá-los no meio de presas vulneráveis, alumas delas vítimas de estupro, é como colocar a raposa no galinheiro”, escreveu Turner no Times. A colunista afirma que a segurança das mulheres parece ser menos importante que a “expressão de gênero”.

Frances Crook, gerente-executiva da organização Howard League para a Reforma Penal, argumenta que mulheres em situação de vulnerabilidade estão sendo colocadas em risco por um pequeno número de homens cujo principal interesse é fazer-lhes mal.

“É um debate muito tóxico, mas acho que o sistema prisional tem sido influenciado por conversas extremas e se viu forçado a tomar decisões que têm feito mal às mulheres, tendo colocado os funcionários em uma situação extremamente difícil”, disse ela em um artigo publicado no Guardian.

Mudança de sexo, mudança de prisão

Em julho, quando Karen White se viu diante de juízes no tribunal de Leeds, na Inglaterra, declarou que não havia assediado as detentas já que não se sentia atraída por mulheres. Afirmou ainda que sofria de disfunção erétil.

No entanto, um dos casos pelo qual foi condenada aconteceu justamente quando estava na fase de transição para deixar de ser Stephen e passar a ser Karen.

Crimes sexuais

Frances Crook considera que qualquer um que tenha cometido crimes sexuais ou violentos contra mulheres, que queira ser transferido mas não tenha concluído a mudança de sexo, ou seja, que “ainda tenha o pênis e hormônios masculinos”, não deveria ser colocado junto às detentas.

 Segundo uma investigação da BBC, dos 125 presos transgênero em prisões britânicas, 60 estão encarcerados em razão de crimes sexuais. Estima-se que 25 deles estejam em prisões femininas e outros 34 que nasceram homens e vivem como mulheres estejam em alas especiais para homens que cometeram crimes sexuais.

De acordo com autoridades carcerárias, muitos pediram transferência para prisões femininas.

O Ministério da Justiça pediu desculpas por não ter levado em conta o histórico de crimes de White em seu processo de transferência de prisão e que está revisando agora os seus processos de avaliação.

Um porta-voz do Serviço Prisional disse que “embora tenhamos o cuidado de lidar com todos os prisioneiros, incluindo transgêneros, com tato e de acordo com a lei, estamos certos de que a segurança de todos os presos deve ser nossa prioridade absoluta”.

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Publicado em 10 de setembro de 2018 por

Candidato está se recuperando de facada levada em ato de campanha em Juiz de Fora. Operação ocorrerá para ‘reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia’.

Foto postada por filho de Jair Bolsonaro mostra candidato em poltrona do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, fazendo sinais de armas (Foto: Reprodução/Twitter/Flavio Bolsonaro)Foto postada por filho de Jair Bolsonaro mostra candidato em poltrona do Hospital Albert Einstein, em São Paulo,  (Foto: Reprodução/Twitter/Flavio Bolsonaro)

Boletim médico do Hospital Albert Einstein informa que Jair Bolsonaro segue “sem sinais de infecção” e confirma que o candidato à Presidência pelo PSL passará por nova cirurgia posteriormente. O comunicado, divulgado na manhã desta segunda-feira (10), diz que a operação será feita para “reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”.

O presidenciável está internado desde sexta-feira (7) no hospital na Zona Sul de São Paulo se recuperando de uma facada levada durante ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG), na tarde de quinta (6).

A realização da operação, considerada de grande porte, já estava prevista para depois que o candidato tiver alta. Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia só deve acontecer daqui a dois meses. Nesse meio tempo, Bolsonaro seguirá com a bolsa externa ligada à barriga.

O boletim médico afirma que, passados quatro dias após o ferimento, o estado do candidato “ainda é grave e permanece em terapia intensiva”.

“O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e em íleo paralítico (paralisia intestinal), que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais. Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje”, acrescenta o documento, assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, clínico e cardiologista; e Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do hospital.

O comunicado acrescenta que Bolsonaro permanece “recebendo o suporte clínico, cuidado de fisioterapia respiratória e motora, e alimentação exclusivamente parenteral (endovenosa)”.

No último boletim, divulgado no fim da tarde de domingo, foi informado que o candidato tinha “leve anemia, em decorrência do sangramento inicial”.

Leia Mais Bolsonaro segue sem sinais de infecção e hospital confirma que passará por nova cirurgia posteriormente

Publicado em 7 de setembro de 2018 por

Transferência de Juiz de Fora para a capital paulista foi decidida pela família após médicos avaliarem que estado de saúde dele era ‘extremamente estável’; candidato foi esfaqueado em comício.bolsonaro6

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, foi internado na manhã desta sexta-feira (7) no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo. A transferência de Bolsonaro da Santa Casa de Juiz de Fora para o centro médico da capital paulista foi decidida pela família após médicos considerarem o estado de saúde dele “extremamente estável”.

Bolsonaro foi operado na quinta-feira (6), após ser esfaqueado durante comício no Centro da cidade mineira.

A cúpula do Einstein considerou que a transferência correu bem. Os principais riscos que serão monitorados são pneumonia (pois o candidato ficou muito tempo em choque e perdeu cerca de 2 litros de sangue) e infecção (por causa do vazamento de massa fecal na cavidade abdominal).

A previsão de internação é de sete a dez dias. A retomada das atividades só deve ocorrer em 20 dias.

No início da tarde, o hospital divulgou boletim médico informando que ele deu entrada às 10h43. O candidato “passará por exames e uma avaliação médica realizada por equipe multidisciplinar”, segundo o boletim, assinado pelo diretor superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.

Transferência

O voo com o candidato pousou no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, às 9h44 desta sexta. Mais de 20 minutos depois, umaa ambulância levou o candidato do hangar até o helicóptero Águia, da Polícia Militar.

A aeronave o levou em cerca de 5 minutos até o heliponto do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no Morumbi, bem perto do Einstein.

Lá foi colocado em uma ambulância do próprio hospital e rapidamente levado ao centro médico (a transferência não foi feita diretamente porque seu heliponto está bloqueado).

Jair Bolsonaro é colocado em helicóptero da PM para ser levado ao hospital Albert Einstein, em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)Jair Bolsonaro é colocado em helicóptero da PM para ser levado ao hospital Albert Einstein, em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Apoiadores do candidato estavam na porta do hospital aguardando a chegada da ambulância. “Eu amo ele”, disse a professora Luci do Vale Rocha, de 60 anos. Acompanhada da amiga Valeria de Oliveira, aposentada de 71 anos, ela vestia camiseta com foto de Bolsonaro e carregava uma bandeira do Brasil.

Bolsonaro estava internado na Santa Casa de Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde passou por uma cirurgia após o ataque que sofreu na quinta (6), na mesma cidade mineira.

O médico do Albert Einstein que foi a Juiz de Fora, o gastroenterologista Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, gravou um vídeo em que elogiou a equipe da Santa Casa.

“Chegando lá, encontrei o candidato em excelentemente atendido pela equipe do doutor Eduardo, da UTI, que deve ser parabenizada. Uma cirurgia muito benfeita, de alta complexidade, pelo doutor Luiz Henrique, brilhante cirurgião de Juiz de Fora. Ou seja, um tratamento perfeito”, disse.

“O deputado já estava acordando, já estava bem consciente, ele recebeu pouca transfusão de sangue em função do grave sangramento que ele teve e hoje, apresentando melhora, nós optamos juntamente com a equipe de Juiz de Fora trazê-lo para cá e vamos continuar o tratamento dele no Hospital Israelita Albert Einstein”, acrescentou.

 Segundo médicos ouvidos pela reportagem, o candidato está “extremamente estável”, e não havia risco para a transferência. Por isso, a família de Bolsonaro decidiu pela internação no Einstein. Um médico do hospital paulistano acompanhou o candidato no voo.
Em um vídeo gravado na Santa Casa de Juiz de Fora e divulgado pelo site “O Antagonista” e nas redes sociais pelo senador Magno Malta (PR), Bolsonaro diz que nunca fez mal a ninguém e que se preparava para os riscos da campanha eleitoral.
“Até o momento, Deus quis assim. Eu me preparava para um momento como esse porque você corre riscos. Mas, de vez em quando, a gente duvida, né! Será que o ser humano é tão mau assim? Nunca fiz mal a ninguém”
 Bolsonaro foi atingido por uma facada na barriga durante um ato de campanha em Juiz de Fora na tarde desta quinta-feira (6). O agressor foi preso.
A previsão de internação por mais de uma semana já havia sido informada pela equipe da Santa Casa de Juiz de Fora. Na noite de quinta-feira (6), o médico Luiz Henrique Borsato, um dos profissionais que operaram o candidato, ressaltou que o prazo é uma estimativa e que tudo dependerá da evolução do quadro de Bolsonaro.

O candidato era carregado nos ombros por apoiadores quando um homem se aproximou e o atingiu na barriga. “As lesões internas foram graves e colocaram em risco a vida do paciente”, disse Borsato.

Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 15h40 perdendo muito sangue por causa do ferimento e foi submetido a uma cirurgia de urgência chamada laparotomia exploradora. No procedimento, o abdômen é aberto para que a cirurgia possa corrigir as lesões.

O procedimento detectou que o intestino grosso foi transfixado pela faca e que houve também três lesões no intestino delgado. A facada atingiu ainda uma veia do abdômen.

“O que houve foi um sangramento na veia abdominal, que logo foi estancado, e lesões nos intestinos grosso e delgado. Foi retirada a parte lesada do intestino grosso, e o intestino delgado foi costurado”, disse Borsato. A lesão no fígado, que chegou a ser uma hipótese, foi descartada.

Cinco cirurgiões e dois anestesistas trabalharam na operação. Durante o procedimento, Bolsonaro precisou receber quatro bolsas de sangue em transfusão. A cirurgia durou cerca de duas horas e terminou por volta das 19h40. Em seguida, Bolsonaro foi levado entubado e sedado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Os médicos fizeram uma colostomia temporária, procedimento que conecta o intestino a uma bolsa fora do corpo, evitando que as fezes passem e possam causar uma infecção no local onde foi tratada a perfuração. Ele deve ser submetido a outra operação futuramente, para reverter a colostomia.

Com a recuperação durante a madrugada, a transferência a São Paulo foi autorizada.

No momento em que foi esfaqueado, Bolsonaro fazia corpo a corpo com eleitores na região do Parque Halfeld. O suspeito de atacar o candidato foi identificado pela PM como Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos.

O agressor foi preso na delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora, onde confessou o crime. Ele transferido para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp), de Juiz de Fora por volta das 2h30. A PF investiga a participação de um segundo suspeito no ataque ao candidato.

O advogado de Adélio, Pedro Augusto Lima Possa, disse que seu cliente assumiu a autoria do atentado, e que ele agiu por “motivações religiosas, de cunho político”. “Ele não tinha intenção de matar, em momento algum. Era só de lesionar”, disse Possa.

O agressor é formado em pedagogia. Atualmente, não há registro de filiação partidária dele, mas Oliveira foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014. Ele tem passagem na polícia em 2013 por lesão corporal.

A executiva do PSOL em Minas Gerais confirmou que o agressor foi filiado ao partido no passado e divulgou nota repudiando o ataque e cobrando uma investigação.Colostomia: entenda o procedimento que passou Bolsonaro (Foto: Igor Estrella e Alexandre Mauro/G1)

Leia Mais Jair Bolsonaro é internado no Hospital Albert Einstein, em SP

Publicado em 7 de setembro de 2018 por

andidato do PSL à Presidência agradeceu a Deus e à equipe médica que o atendeu após atentado. Ele deve ficar internado por até uma semana e pode ser transferido para hospital em SP.

Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, em foto tirada dentro do hospital, após ele ser esfaqueado em Juiz de Fora, MG (Foto: Redes sociais)Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, em foto tirada dentro do hospital, após ele ser esfaqueado em Juiz de Fora, MG (Foto: Redes sociais)

Em um vídeo gravado na Santa Casa de Juiz de Fora (MG) e divulgado pelo site O Antagonista e nas redes sociais na madrugada desta sexta-feira (7) pelo senador Magno Malta (PR), o candidato do PSL à Presidência da República Jair Bolsonaroaparece falando pela primeira vez após o ataque que sofreu nesta quinta-feira (6), em Minas Gerais. Ele diz que nunca fez mal a ninguém e que se preparava para os riscos da campanha eleitoral.

“Até o momento, Deus quis assim. Eu me preparava para um momento como esse porque você corre riscos. Mas, de vez em quando, a gente duvida, né! Será que o ser humano é tão mau assim? Nunca fiz mal a ninguém”

Magno Malta aparece acompanhado dos filhos de Bolsonaro. No início do vídeo, o grupo orou. O candidato do PSL aparece deitado num leito da UTI. Ele está acordado e lúcido, mas a voz é fraca e baixa. O presidenciável deve ficar internado por até uma semana, segundo os médicos, e seu estado de saúde é considerado grave, mas estável. Ele passou por uma bateria de exames na madrugada e os resultados mostraram que seu quadro evoluiu bem.

Bolsonaro foi atingido por uma facada na barriga durante um ato de campanha em Juiz de Fora na tarde desta quinta-feira (6). O agressor foi preso.

No vídeo, o candidato agradeceu a Deus, à família, à equipe médica que “impediu que o pior acontecesse”, e falou sobre o momento em que foi esfaqueado.

“Senti apenas uma pancada na boca do estômago. A dor era insuportável. Parecia que tinha algo mais grave acontecendo”.

 Ele falou também sobre a família. “A questão da família tem Deus e depois tem a família, e a família, com todo respeito aos profissionais, é importantíssima porque nesse momento é no que a gente pensa em primeiro lugar. O que nós podemos juntos é fazer e se garantir. Nesse momento em que meus filhos estão aqui, agradeço a vocês que estão aqui, minha esposa que está chegando. Obrigado Brasil. Estamos juntos!”
Bolsonaro lamentou não poder ir nesta quinta ao Rio, para o desfile de 7 de setembro. “Nesse dia, às vésperas do 7 de Setembro, infelizmente não vou poder comparecer amanhã (hoje) à Presidente Vargas, para o desfile do 7 de Setembro. Mas estamos com coração e mente, sempre tendo um Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”.

Recuperação

Jair Bolsonaro não deverá receber alta hospitalar antes de “uma semana ou 10 dias”, disse em coletiva de imprensa na noite desta quinta-feira (6) o médico Luiz Henrique Borsato, da Santa Casa de Juiz de Fora, um dos profissionais que operaram o candidato. Ele ressaltou que o prazo é uma estimativa e que tudo dependerá da evolução do quadro de Bolsonaro.

O candidato era carregado nos ombros por apoiadores quando um homem se aproximou e o atingiu na barriga. “As lesões internas foram graves e colocaram em risco a vida do paciente”, disse Borsato.

Candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) é atendido em hospital de Juiz de Fora após ser esfaqueado (Foto: Arquivo pessoal/G1)Candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) é atendido em hospital de Juiz de Fora após ser esfaqueado (Foto: Arquivo pessoal/G1)

Segundo o último boletim médico, o político é considerado um paciente grave que está submetido a cuidados intensivos. Na noite desta quinta, ele apresentava quadro estável.

Os médicos fizeram uma colostomia temporária, procedimento que conecta o intestino a uma bolsa fora do corpo, evitando que as fezes passem e possam causar uma infecção no local onde foi tratada a perfuração. Ele deve ser submetido a outra operação futuramente, para reverter a colostomia.

Uma equipe do Hospital Sírio-libanês avalia uma possível transferência de Bolsonaro. Segundo a equipe da Santa Casa, a transferência é uma opção da família, mas neste momento o presidenciável não tem condições de ser levado para outro local.

Um novo boletim médico sobre o estado de saúde de Bolsonaro deve ser divulgado às 10h30 desta sexta-feira (7).

Agressor preso

No momento em que foi esfaqueado, Bolsonaro fazia corpo a corpo com eleitores na região do Parque Halfeld. O suspeito de atacar o candidato foi identificado pela PM como Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos. Ele está preso na delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora, onde confessou o crime.

O advogado de Adélio, Pedro Augusto Lima Possa, disse que seu cliente assumiu a autoria do atentado, e que ele agiu por “motivações religiosas, de cunho político”. “Ele não tinha intenção de matar, em momento algum. Era só de lesionar”, disse Possa.

O agressor é formado em pedagogia. Atualmente, não há registro de filiação partidária dele, mas Oliveira foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014. Ele tem passagem na polícia em 2013 por lesão corporal.

A executiva do PSOL em Minas Gerais confirmou que o agressor foi filiado ao partido no passado e divulgou nota repudiando o ataque e cobrando uma investigação.INFOGRÁFICO: Bolsonaro leva facada em Minas  (Foto: Foto: Roberta Jaworski e Alexandre Mauro/G1)

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Publicado em 4 de setembro de 2018 por

Criança de oito meses deu entrada com hematomas, mordidas e uma fratura exposta na costela.img_1_34_5649

A Polícia Militar prendeu na madrugada desta terça-feira (4) um homem suspeito de matar o próprio filho, um bebê de 8 meses. A criança morreu no Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba, onde deu entrada com sinais de agressão, como hematomas, mordidas e uma fratura exposta na costela.

Segundo a PM, a mãe socorreu o bebê e, ao ser questionada sobre os ferimentos, disse que não tinha conhecimento. Ela explicou para a polícia que pensou que a criança tinha sido agredida por seu outro filho, de 5 anos. A mãe também contou aos policiais que o marido havia colocado o bebê para dormir e depois saiu para trabalhar por volta das 21h.

A PM destacou que a mulher afirmou que só percebeu os ferimentos quando foi amamentar o bebê. A Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram até a casa da família. Segundo a PM, um dos filhos do casal de 5 anos declarou que seu padrasto batia em seu irmãozinho com tapas, socos e mordidas. Os policiais relataram que encontraram na casa roupas sujas com sangue para serem lavadas. Os policiais foram ao local onde o pai do bebê trabalha, no limite entre Itaquaquecetuba e Arujá,.

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Publicado em 1 de setembro de 2018 por

O agressor foi preso na quinta-feira (30) e está internado, com fraturas nos braços e nas pernas. Caso aconteceu em Jacaraípe, na Serra. Vídeo registrou a queda.

A queda do homem que fugia da polícia após espancar a mulher, em um condomínio na Serra, Grande Vitória, foi registrada pelas câmeras de segurança. O agressor foi preso na quinta-feira (30) e está internado, com fraturas nos braços e nas pernas.

Uma foto mostra o homem em cima do suporte do ar condicionado de um apartamento antes de cair de uma altura de aproximadamente 12 metros. A imagem foi enviada para a TV Gazeta e o autor não foi identificado.

Homem foge da polícia após espancar a mulher (Foto: VC no ESTV)Homem foge da polícia após espancar a mulher (Foto: VC no ESTV)

O vídeo da agressão foi registrado na segunda-feira (27) pela câmera de segurança do condomínio. O suspeito dá socos e chutes na mulher dentro do elevador e no hall do prédio, na frente dos dois meninos. Ao tentar fugir da polícia, ele pulou do terceiro andar do edifício, se machucou e foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Jayme Santos Neves, na Serra.

Homem bateu na mulher e se jogou do terceiro andar de prédio (Foto: Divulgação/ PM)Homem bateu na mulher e se jogou do terceiro andar de prédio (Foto: Divulgação/ PM)

Ele está internado com escolta policial. Não se tem informações sobre o estado de saúde do agressor, mas recebeu uma foto dele, no leito hospitalar. O rosto e o nome dele não vão ser identificados para preservar a vítima.

Agressor internado no hospital. (Foto: Divulgação/ PM)Agressor internado no hospital. (Foto: Divulgação/ PM)

Agressões

Segundo testemunhas, as agressões já aconteciam há alguns meses. Por isso, uma pessoa, que não quer ser identificada, denunciou o caso à polícia, que teve acesso às imagens de videomonitoramento. Quando a polícia pesquisou o nome do agressor, viu que ele já possuía um mandado de prisão em aberto por homicídio.

Prisão

Os policiais foram até o condomínio em Jacaraípe e a esposa do suspeito disse que ele não estava. A polícia, então, percebeu uma movimentação estranha no local e viram que a rede da janela estava cortada. Depois, viram que o agressor estava descendo por fora, pelo ar-condicionado.

Na fuga, ele pulou do terceiro andar, se machucou, foi socorrido e detido pela polícia. A mulher e as crianças saíram de casa e não há informações sobre onde eles estão.

Publicado em 1 de setembro de 2018 por

Vítima de 18 anos era mantida em cárcere na cidade de Georgetown, capital da Guiana. Ela foi resgatada na segunda-feira (17) e trazida ao Brasil nesta sexta (31).

Polícia Federal em Roraima foi acionada pelo Ministério da Proteção Social guianês (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)Polícia Federal em Roraima foi acionada pelo Ministério da Proteção Social guianês (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)

ma brasileira de 18 anos foi resgatada nessa segunda-feira (27) depois de ser mantida por cerca de dois meses em cárcere privado por um guianese na cidade de Georgetown, capital da Guiana, a 677 Km da capital de Roraima, Boa Vista. À Polícia Federal, a vítima relatou que sofria violência física, psicológica e que era estuprada pelo homem.

O Ministério da Proteção Social guianês recebeu a denúncia de que uma brasileira estaria sendo mantida em cárcere e acionou a representação da Polícia Federal brasileira em Georgetown. A PF acompanhou o procedimento e prestou apoio à vítima. A jovem chegou ao Brasil nesta sexta-feira (31) pela fronteira terrestre no município de Bonfim, no Norte do estado.

Segundo a PF, agentes brasileiros acompanharam a operação das autoridades locais e resgataram a jovem. O suspeito guianês, que não teve a identidade informada, foi preso, conforme a legislação da Guiana. A jovem disse aos policiais ter conhecido o suspeito através de uma amiga e que foi convencida por ele a ir para o país vizinho. No Brasil, ela foi levada para a própria residência em Boa Vista. A Polícia Federal deve investigar caso.

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Publicado em 31 de agosto de 2018 por

Ex-marido viu fotos da festa em tempo real nas redes sociais e foi até a casa da ex-mulher tirar satisfação

O casal ficou junto por 18 anos e tem duas filhas, de 13 e 16 anos / Foto: ReproduçãoO casal ficou junto por 18 anos e tem duas filhas, de 13 e 16 anos Foto: Reprodução
Ao som de “Amor Falso”, de Aldair Playboy, e uma camisa com uma estampa de “Nunca nem vi”, a carioca Tatiana Araújo, de 32 anos, tentou reunir os amigos na terça-feira (28) para comemorar o primeiro ano de separação do ex-marido, Egneldo da Rocha Rodrigues, de 41 anos, com quem viveu durante 18 anos. O que começou em festa, terminou em violência. Por meio das redes sociais, Egneldo soube da festa e foi até a casa de Tatiana para agredi-la com socos e pontapés, além de jogar uma pedra contra o corpo da vítima.
Nos vídeos em que publicou, a mulher explica o motivo de comemoração. “Pra muitos pode parecer uma loucura, mas pra mim é uma alegria estar comemorando” (sic), afirma Tatiana. A mesa da festa contava com um boco que tinha, no topo, a encenação do “enterro” do ex-marido. Nos cupcakes, frases como “Que se f** o meu ex”.
“Ele foi apagado da minha vida. Um ano de vitória”, comemora Tatiana. O casal ficou junto por 18 anos e tem duas filhas, de 13 e 16 anos.

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Publicado em 31 de agosto de 2018 por

Uma mulher morreu após ser agredida no fim da tarde dessa quinta-feira (30) no bairro Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Sanharó. Poliana Martins da Silva,de 18 anos, foi agredida com vários chutes na cabeça pelo companheiro, identificado como José Ednaldo da Silva Oliveira, 20.

Os vizinhos acionaram a polícia; quando a equipe chegou, o homem ainda a agredia e foi preciso uso de força para contê-lo. A mulher foi levada para a Unidade Mista João XXIII, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ainda segundo a PM, a jovem sofreu fraturas múltiplas em decorrência da agressão.

“Foi um dos crimes mais bárbaros que eu tomei conhecimento na nossa área”, lamentou o major da Polícia Militar Lúcio Flávio, comandante da 8ª Companhia Independente da PM.

Segundo o delegado Rômulo César, o casal havia bebido durante a tarde. A jovem teria dito que queria sair, mas o companheiro dela negou e começou a agredi-la. Testemunhas disseram ainda que o suspeito é muito ciumento.

José Ednaldo foi preso e levado para a Delegacia Seccional de Belo Jardim, onde foi autuado em flagrante. Ele passará por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (31). O corpo de Poliana foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, também no Agreste. Leia Mais Mulher morre após ser agredida pelo seu companheiro em Sanharó

Publicado em 31 de agosto de 2018 por
Na última segunda-feira (27) um casal foi a 90ª Circunscrição Policial (3ª Delegacia de Polícia Civil de Caruaru) para registrar um Boletim de Ocorrência contra um motorista do aplicativo Uber que na sexta-feira (24) teria estuprado um filho de 14 anos desse casal e o delegado Dr. Thiago Henrique designou que a sua equipe de investigação priorizasse o caso e durante a semana conseguiram identificar o criminoso, Renato Barbosa de Menezes Junior, de 45 anos, que é de Belém de Maria e há algum tempo estava trabalhando como motorista de Uber em Caruaru, foi solicitada a sua prisão a justiça que expediu o seu Mandado de Prisão Preventiva que foi cumprido na manhã desta sexta-feira (31) na Avenida Agamenom Magalhães.
O delegado Dr. Thiago Henrique, disse que a mãe do menor solicitou uma corrida na noite da última sexta pelo aplicativo para levar o filho do bairro Vassoural ao bairro Petrópolis, mas no meio do trajeto o motorista desviou a rota e levou o cliente para as imediações do Hospital Regional do Agreste, onde sob ameaças de morte obrigou o garoto a fazer sexo oral com ele e ejaculou na boca do menor, que vomitou e a sua camisa foi encaminhada para o IC para ser periciada e no banco de passageiro do veículo do acusado, um Ford Fiesta vermelho, também existem vestígios de esperma. O delegado ainda informou que inicialmente o criminoso negou o caso e depois de serem mostradas as provas ele confessou o crime, porém alegou ter sido consensual. Ele vai responder pelo crime de estupro qualificado e já foi encaminhado para a Penitenciária Juiz Plácido de Souza e se mais alguém foi estuprado por este elemento procure a 3ª DP que fica ao lado do terminal rodoviário.

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Publicado em 29 de agosto de 2018 por

Thatiely Carvalho Evangelista, 16, foi a primeira, das 4 menores feridas, a receber alta médica. Ela disse ao delegado que som estava alto e ninguém ouviu o socorro.

Adolescente Thatiely Evangelista diz que brinquedo do qual foi arremessada em Ceres não aparentava perigo Goiás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)Adolescente Thatiely Evangelista diz que brinquedo do qual foi arremessada em Ceres não aparentava perigo Goiás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

A adolescente Thatiely Carvalho Evangelista, de 16 anos, uma das quatro garotas arremessadas do brinquedo de um parque em Ceres, região central de Goiás, prestou depoimento à Polícia Civil, nesta quarta-feira (29), e afirmou que antes de sofrer o acidente gritou por socorro, mas o som estava alto e o operador não a ouviu.

Segundo o delegado Matheus Costa Melo, responsável pelas investigações, a menina e uma amiga foram as primeiras a chegar no brinquedo Surf. Ela disse ao investigador que o operador travou a barra de segurança, mas a destravou quando outras meninas chegaram para utilizar o brinquedo.

“As outras meninas chegaram. O operador destravou para as outras meninas sentarem, ele abaixou a barra, mas não travou. O som estava alto, ele entrou para a cabine e gritava o operador. O brinquedo começou a girar e ela percebeu que a barra estava solta. Ela começou a gritar, a princípio, as meninas não sabiam o que estava acontecendo. Ela fala que começou a girar em alta velocidade. Ela tentava travar a barra de segurança, mas não conseguia”.

“A partir do momento que girou mais rápido, ela fala que não se lembra de mais nada, só de ser socorrida”, contou o delegado.

O acidente que deixou as adolescentes feridas ocorreu na madrugada de domingo (26). Duas das garotas disseram que não sentiram a barra de proteção travar antes do brinquedo rodar.

Mariane, Talia, Tatiele e Isabela se feriram em acidente com brinquedo em parque de diversões de Ceres Goiás (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)Mariane, Talia, Tatiele e Isabela se feriram em acidente com brinquedo em parque de diversões de Ceres Goiás (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)

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